Você tem o costume de falar abertamente sobre sexo em casa, com seu marido ou filhos? Seus filhos buscam sua orientação relativas a dúvidas que envolvem o sexo? Como a sua família reflete sobre essa questão? Muitas mães responderiam negativamente a essas perguntas, os adolescentes tendem a indagar amigos, professores e a internet antes de conversar sobre temas sexuais com os pais, em casa.

Os pais também se questionam, como devo responder a tais perguntas e até onde devo ir respondendo elas… Segundo a sexóloga Laura Muller “o mais importante é apresentar limites e possibilidades aos mais jovens. Quando uma criança de até 5 anos, por exemplo, pergunta de onde veio, como entrou na barriga da mãe ou se os pais namoram pelados, o casal deve explicar o que se passa, usando a linguagem infantil e deixando claro que essas coisas pertencem ao mundo dos adultos e farão parte da vida dos filhos no futuro”.

Ao chegar a adolescência, as questões costumam ficar um pouco mais elaboradas, aparecem as mudanças no corpo, como se prevenir durante uma relação de doenças sexualmente transmissíveis, e como evitar a gravidez. Ainda segundo Laura: “A maior dificuldade é falar: as pessoas têm medo de que uma conversa estimule o sexo, ou receio de dizer algo errado. Mas ninguém tem todas as respostas”.

Um lar é sempre um lugar seguro para se explorar os limites de uma criança ou adolescente, deve ser um ambiente complementar ao escolar, de preferência também aberto ao diálogo entre as gerações, buscando sempre o equilíbrio emocional dos envolvidos!

Beijos e até logo,

Luiza.

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Vida frenética essa a que levamos, concordam?

Muita coisa para fazer, muita conta para pagar, muito aborrecimento para enfrentar e pouco tempo para pensar em nós mesmos, para usufruir de um momento de reflexão ou para dar uma pausa em tudo, daquelas que nos restabelecem o ânimo e a disposição.

É assim a rotina da maioria das pessoas com as quais convivo.

Ninguém mais tem tempo para nada, a não ser tentar cumprir uma agenda mínima, na qual estão incluídas todas as obrigações, compromissos e interesses.

É tarefa doméstica tentando não colidir com o horário da aula de inglês do filho; é o horário da manicure que está quase encostando no daquela reunião importante; é o tempinho a mais de sono que está sendo empregado no trânsito caótico; é a inevitável compra do supermercado roubando algum programa de lazer no domingo de manhã e, como se não bastasse tudo isso, quando o fim de ano se aproxima, céus, aí a coisa complica, com as inúmeras confraternizações e amigos secretos, ocultos e fortuitos.

Diante desse assoberbamento temporal no nosso cotidiano, aquele momento preciso de respirar fundo, fechar os olhos e não pensar em mais nada fica parecendo coisa de novela das oito, em que a mocinha sofrida, está sempre suspirando placidamente aboletada no sofá, derramando suas lágrimas numa caminhada no parque ou lamentando suas agruras pegando sol à beira de uma piscina refrescante.

Mas aqui é vida real!

Sejamos realistas, pois, mas nem por isso deixemos de dar um pouco de atenção a nós mesmos e por mais “enrolada” que você seja, tire apenas 1 minuto dos 1.440 que a jornada diária possui, feche os olhos e conecte-se consigo mesma. Sintonize-se com o seu eu.

A rotina é cruel! Ela adora nos fazer esquecer quem somos, trabalha para que abandonemos nossos sonhos, esforça-se para reprimir nossos desejos e, se deixarmos, vai nos afastando de nossa essência.

Um minuto! Só um minuto!

Não tem nada a ver com meditação. É sobre interiorização que estamos falando.

Um minutinho precioso que coloca você no momento atual, deixando claro que o passado já foi e que o futuro, que ainda não aconteceu, pode depender muito das ações e reações do agora.

Exatamente esse agora que nem percebemos a existência e que, ressentido, vinga-se de nós, não nos deixando observar, escutar, ponderar, respirar profundamente e se perguntar: vale a pena? Devo? Posso? O que eu ganho? O que eu perco? Avanço? Regrido?

Esse minutinho também serve para você se elogiar, repensar, dar uma boa bronca no seu eu ou rir sozinha daquela bobagem dita ou feita. Você é quem decide o que fazer com ele quando estiverem sozinhos.

Você e o seu minuto de silêncio. Só os dois!

Cumplicidade absoluta. Intimidade total. Sigilo garantido.

Tentador, não é mesmo?

Agora, me dê licença que eu vou lá aproveitar o meu.

Téia Camargo

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Queridos leitores,  desejaria compartilhar sobre os efeitos da Humilhação nas relações familiares e como o desdobramento desse efeito é devastador na construção e visão de nossa autoimagem e consequentemente autoestima.

Primeiramente, desejaria realizar a seguinte pergunta: O que é Humilhação?  É uma desqualificação encoberta ou disfarçada de sugestão para o bem do outro. Sendo também, a falta de fronteira entre o público e privado; exposição da intimidade do outro.

Desejaria compartilhar uma situação, como por exemplo:

– Quando um filho espera ansiosamente pela aprovação do pai em alguma atividade, e este o expõe de forma negativa na frente das pessoas.

Fica a sugestão aos pais e responsáveis, sempre que forem corrigir, faça no privado e cuidado com as palavras.  Pois as mesmas tem poder de gerar vida ou morte. Vamos escolher palavras que cooperem para a construção de uma autoimagem saudável.

O oposto da Humilhação é o Reconhecimento. A definição de reconhecimento é reconhecer as fronteiras emocionais entre cada membro da família e as diferentes formas de sentir, pensar e agir do outro.

É fundamental, reconhecer a diferença entre a comunicação íntima e a social, pois esses mundos nos dias atuais estão fusionados. Vamos reconhecer que cada uma fala por si e sabe o que é saudável e positivo para si.

Desejo que nesse post de hoje, caros leitores, vocês possam ter adquirido mais uma ferramenta rumo a uma vida familiar e emocional mais saudável.

Ellen Cristi Sarmento

Psicóloga & Terapeuta EMDR

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Nada pior do que estar embalada em uma corrida no parque e sentir o elástico do rabo de cavalo ficando frouxo e o cabelo se soltando. Ou estar na academia e ver o rímel escorrer por causa do suor. Para manter a beleza em alta durante o exercício físico, reunimos cinco penteados e cinco produtos de maquiagem para usar durante a o treino.

Se você é do tipo que ama uma selfie na academia, confira as nossas dicas.

Cabelo

Práticas e difíceis de desmanchar, as tranças são as melhores amigas de mulheres que praticam esportes. Dá uma olhada nessas opções e escolha a sua!


Trança embutida (Foto: Getty)

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Rabo de cavalo com trança (Foto: Getty)

Para quem foge de tranças e prefere o tradicional rabo de cavalo, que tal uma versão com personalidade, com vários gominhos? A dica é ir afofando cada parte para criar um voluminho.


Rabo de cavalo com gominhos (Foto: Getty)

O coque é um clássico. Para garantir que ele fique firme, adicione grampos.


Coque (Foto: Getty)

E para você que pratica esportes na rua, não se esqueça de proteger o rosto com um boné. De quebra, ele garante que o rabo de cavalo fique no lugar.


Boné (Foto: Getty)

Outra opção são as tiaras, que mantêm fiozinhos rebeldes no lugar.


Tiara (Foto: Getty)

Maquiagem

Protetor solar com cor

Além de proteger o rosto contra o sol, ele possui textura em gel e é oil-free, ou seja, nada de derreter no meio do exercício. Adiciona cor levemente, na medida certa para essa ocasião.


Protetor Solar Facial com Cor FPS 70 La Roche-Posay (Foto: Reprodução)

Pó translúcido

Perfeito para selar a pele depois do protetor com cor sem adicionar nenhum excesso de produto.


Pó solto Prep+ Prime transparente MAC (Foto: Reprodução)

Blush em bastão

A marca Pink Cheeks foi desenvolvida por três amigas corredoras em 2013. Primeira empresa brasileira de cosméticos feitos para esportes de alta performance, tem produtos que garantidamente vão sobreviver ao suor.


Blush Bastão Sport All In One FPS 30 Pink Cheeks (Foto: Reprodução)

Protetor labial com cor

Esse balm labial tem uma leve coloração rosada e hidrata profundamente os lábios.


Lip balm lippy de morango The Body Shop (Foto: Reprodução)

Máscara de cílios à prova d’água

Para você que não dispensa um bom rímel, nem mesmo na hora de fazer atividade física, é melhor optar por uma versão à prova d’água, que não vai ser afetada pelo suor.


Máscara de cílios Escândalo (Foto: Reprodução)

Fonte: Revista Marie Claire
https://revistamarieclaire.globo.com

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Esse nosso espaço abrange muitas questões relativas a sexualidade, e a infância também, período ao qual a ciência de hoje atribui inúmeras questões que se desdobram na vida adulta dos indivíduos. Pois primeiramente, a sexualidade diz respeito ao ser humano. Composta por fases distintas, a criança no mundo contemporâneo tem se expressado em relação a sua sexualidade, seja através das questões de gênero ou de opção sexual.

Uma das discussões mais recentes foi sobre a escolha de brinquedos entre meninos e meninas, meninas não podem brincar com carrinhos e super-heróis?

Essa menininha americana ficou famosa por questionar exatamente sobre isso… sendo que essas escolhas não determinam absolutamente nada. A verdade é que adultos escolhem que brinquedos elas podem brincar de acordo com os seus gêneros desde que o mundo é mundo. Todos os brinquedos para meninas têm que ser cor de rosa?


Menininha questionando o sexismo da indústria de brinquedos (legendado)

A sexualidade infantil também está presente e se desenvolve na vida escolar das mesmas, por meio das relações entre professor e aluno e entre os próprios alunos. Isso fica claro no jeito de os alunos serem homens e mulheres, nas suas curiosidades e dúvidas, e nas suas preocupações com a normalidade física, a autoestima e a aprendizagem de fatores de riscos como a gravidez e DST/Aids. A Educação Sexual é uma função de todos nós que temos um papel importante na Educação das pessoas, como pais e como educadores em geral.

Promover o conhecimento sobre a sexualidade fortalece e empodera a criança, criando condições para que ela possa tomar decisões assertivas, diminuindo a vulnerabilidade e na segurança relacional dela.

Falar de sexo em família e na escola podem ser boas maneiras de se prevenir e intervir em possíveis situações de risco na infância. E essa é sempre uma discussão válida para o bem-estar das crianças e em tudo o que envolve o bom desenvolvimento psíquico dela.

Beijos e até logo,

Luiza.

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Você consegue imaginar uma padaria que não serve pão, uma lavanderia que não lava roupa ou uma chocolateria sem chocolate? Melhor, e um bar que não serve álcool?

Em cidades como Nova York e Londres, os conhecidos como sober bars (bares sóbrios) tem ganhado audiência do público que não está precisa de álcool para se divertir. Mas não é porque eles não servem o ingrediente principal dos bares que deixam a desejar: o ambiente é aconchegante, abrem no período da noite, tem iluminação baixa e música. No bar, mixologistas desenvolvem receitas com ingrediente como xarope de tabaco, lingonberry e purê de jalapeño.


Getaway Bar (Foto: Reprodução Instagram)

Os motivos de procurar uma opção de vida noturna sem álcool são vários. Há pessoas que priorizam a saúde do que álcool, há esportistas querendo se divertir sem o perigo de cair em tentação, há quem não goste de beber, há questões religiosas e a lista só cresce.

Aberto no fim do ano passado no Brooklyn, em Nova York, o Getaway é um dos bares não alcoólicos que entraram para o radar na cidade. Mas ele não é o único, o bar pop-up Listen Bar, com cerveja falsa e kombucha na torneira, está atualmente fazendo um crowdfunding para construir um espaço permanente. O Ambrosia Elixirs, que promete “o sabor da intenção sagrada” em cada gole sóbrio, está em Bushwick há três anos, mas expandirá para espaços em Williamsburg e Manhattan.


Listen Bar (Foto: Reprodução Instagram)

Já em Londres, até mesmo os britânicos famintos por cervejas podem ser vistos bebericando matinis de beterrada no Redemption Bar. Os fundadores do empreendimento, Catherine Salway e Andrew Waters, foram inspirados a abrir o local depois de se perguntarem: “Por que a socialização deve ser sempre à custa de sua saúde?”.

Se você vai aderir aos sober bars ou não, a escolha é sua. Mas lembre-se do mais importante. No dia seguinte, nem sinal da ressaca.

Fonte: Revista Vogue
https://vogue.globo.com

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