A mulher, multifacetada como só ela, sabe que a sexualidade é parte importante de sua vida.

Namorar, casar, e ter filhos, e todo o tempo que esse ciclo toma… Às vezes sobra pouco tempo para pensar a sexualidade como uma busca pelo prazer.

 

Os fatores sociais, morais, religiosos, culturais e a própria educação sexual dada antigamente às mulheres, ainda influenciam as formas de praticar e entender o sexo.

Sabemos que muitos costumes socioculturais ainda preconizam práticas como a amputação do clitóris. Percebemos assim, as profundas marcas que uma comunidade pode exercer no imaginário feminino.

No Brasil isso pode nos soar absurdo, mas nós mulheres de certa forma também fomos marcadas a acreditar que temos de passar por ritos e seguir uma cartilha, adequada ao nosso gênero.

Antigamente pouquíssimas mulheres falavam com tranquilidade sobre suas dificuldades e dúvidas quando o assunto era sexo. Tabu total. O universo feminino é denso, e por ele podem perdurar o peso de palavras e regras outrora impostos.

Hoje em dia, isso vem mudando, e a insatisfação enfim pode ser nomeada e trabalhada. Segundo o ProSex (Projeto de Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo), foram identificados três tipos de queixas sexuais frequentes: falta de desejo, incapacidade de atingir o orgasmo e dor durante a relação sexual.

Mudar o nosso jeito de pensar sobre a questão tem ajudado muitas mulheres, de todas as idades, a enfrentar com coragem as difíceis perguntas que rondam o sexo. Buscar uma escuta profissional pode ser um jeito interessante de começar a buscar o prazer na intimidade que você merece!

A sexualidade feminina é subjetiva e muito singular, e a psicoterapia pode ajudar você a se conhecer melhor e ser um caminho para que as mudanças aconteçam pouco a pouco.

Beijos e até logo,

Luiza.

Atire a primeira pedra quem nunca postou uma foto com legenda #tápago ou #endorfinada no Instagram. Se você ainda está imune a essas hashtags e não é muito fã de esportes deve se perguntar, afinal, qual a vantagem de suar sem parar – e postar – por aí. Não, a resposta não está na barriga de tanquinho nem no bumbum na nuca. Aliás, esses estão longe de ser os maiores benefícios dos exercícios físicos para o seu corpo…   

Estamos falando em melhoria da memória, capacidade de aprendizado, sistema imunológico, fluxo intestinal e até nos sintomas da TPM. Conversamos com a médica do esporte e nutróloga da Care Club, Flavia Pinho, e com a ginecologista e especialista em performance feminina Cidinha Ikegiri para entender o que uma boa dose de exercícios faz por você. #partiutreino?

1. Você fica mais inteligente (e zen)

Com a prática da atividade física ocorre um aumento do fluxo sanguíneo para o cérebro.
“O resultado é a melhora das funções do sistema nervoso central e do desempenho em diferentes tarefas cognitivas, como velocidade de processamento de informações e aprendizagem, atenção seletiva e memória de curto prazo”, explica a Dra. Cidinha. Na prática, isso significa que você fica mais atenta e aprende e compreende as coisas com mais facilidade. Toda essa movimentação sanguínea no cérebro melhora a atividade dos neurotransmissores, ajudando a diminuir níveis de estresse e depressão e sintomas de ansiedade. “O esporte aumenta a liberação de hormônios que estimulam o metabolismo”, diz a médica Flavia Pinho. As mais conhecidas, endorfina e serotonina, geram as sensações de recompensa, bem-estar e relaxamento no organismo, que podem perdurar por horas depois do fim da atividade física.

2. Seu coração e seu pulmão agradecem

As primeiras sensações da atividade física em qualquer pessoa são o coração acelerado e a respiração ofegante. Isso acontece porque os músculos em movimento consomem o oxigênio trazido pela corrente sanguínea, o que obriga o coração a acelerar para bombear o sangue com mais vigor. “O pulmão de atletas tem uma capacidade de captar mais oxigênio do ar inspirado, graças ao exercício. Para se ter uma ideia a ventilação de um indivíduo sedentário é em torno de sete litros por minuto. Já em um indivíduo bem treinado, esta ventilação poderá chegar a algo em torno de 170 litros por minuto”, explica a ginecologista.

3. Você fica mais disposta e adoece menos

Não quer ficar doente? Se mova! “O exercício físico causa aumento do número de células de defesa do nosso organismo e está diretamente relacionado à melhora do sistema imunológico, aquele que defende nosso corpo de ameaças e doenças, reduzindo a incidência de infecções e até câncer”, diz Cidinha. Ela completa: “além disso, a atividade causa aumento do tamanho e do número das mitocôndrias, que são as fábricas de energia do nosso corpo, diminuindo sintomas como fadiga, desânimo e envelhecimento precoce”.

4. Você ganha músculos e perde gordura

Exercícios regulares melhoram a composição corporal, reduzindo a gordura e aumentando a massa muscular, disso ninguém duvida. “A prática frequente aumenta o chamado metabolismo basal (quantidade de calorias gastas no repouso)”, diz a gineco. As células musculares têm formato alongado e canais chamados microfibrila. Quando você faz força, elas produzem as proteínas miosina e actina e aumentam de tamanho para abrigá-las. Sem o exercício, elas murcham. “A atividade física também aumenta o fluxo sanguíneo para a pele e a drenagem (venosa e linfática). O resultado é uma melhoria da textura de pele e redução do acúmulo de líquido e inchaço,” explica Flavia Pinho, médica do esporte e nutróloga. Estudos recentes evidenciaram que o exercício físico atua na modulação do apetite, diminuindo a fome pelo aumento da sensibilidade de hormônios como a leptina e insulina e ajuda na movimentação do trânsito intestinal, evitando a sensação de intestino preso e constipação.

5. Os sintomas da TPM diminuem

“Especificamente nas mulheres a prática de exercícios físicos durante o período da TPM pode ajudar a diminuir sintomas como irritabilidade, edemas, cefaleia, característicos desta fase do ciclo menstrual. Os treinos moderados na TPM e no período menstrual ajudam a liberar endorfinas e serotonina, que trazem a sensação de bem-estar e amenizar estes sintomas. Mulheres produzem testosterona em níveis muito menores que os homens, e este é um hormônio importante para melhora da libido, disposição e ganho de massa magra, uma alternativa natural para incrementar a produção deste hormônio são os treinos de força”, explica Cidinha Ikegeri, ginecologista e especialista em performance feminina. “Já os exercícios de força, realizados ao longo da vida, previnem fraturas típicas da menopausa por aumentarem a densidade óssea das mulheres”, completa.

Fonte: Revista Glamour revistaglamour.globo.com

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“Sou muito visual. Busco circular por diferentes cidades e estar sempre antenada nas feiras de arte e design para apurar o olhar a todo momento”. É assim, entre um destino e outro (ela costuma viajar mais de 6 vezes ao ano!) que a arquiteta Renata Zappellini (@renata_decor), busca inspiração para suas criações e projetos de decoração. São mais de 12 anos de profissão – e 20 circulando por eventos badalados do setor como o Salão do Móvel de Milão. Grande parte de sua carreira foi tomada pela cenografia de cinema e teatro, e nessa arte de criar espaços do zero, encontrou sua paixão no design de interiores online. “Há 6 anos criei meu Instagram como um moodboard. Era algo bem pessoal, aos moldes do Pinterest, e naturalmente comecei a ter uma demanda de possíveis clientes e pessoas pedindo dicas de consultoria”, conta. “Vi um gap no mercado e arrisquei. Demorei um ano para lançar o site e meu escritório próprio e não parei desde então.”

Dona do badalado escritório Renata Decor – vale espiar sua conta do YouTube para pegar dicas certeiras de DIY e se inteirar nas últimas tendências de decoração – hoje ela chega a atender uma média de 20 clientes por mês, se divide entre cursos online, talks no Rio e workshops em Milão para quem quer se aprofundar no assunto e virar expert em decoração. O principal desafio no começo da empreitada? Fazer com que as pessoas entendessem a logística e confiassem no serviço e consultoria digital.

“Não estar presencialmente era algo completamente novo e houve um certo receio no início, mas hoje os projetos online representam 90% do meu trabalho”. Na prática, o cliente preenche um formulário com o tamanho do cômodo, conta o que gostaria de mudar nele e diz quais são suas referências de estilo e materiais. Em 15 dias ele recebe um moodboard, planta, uma perspectiva 3D de como o ambiente vai ficar e uma lista de onde comprar os produtos sugeridos. “Com o projeto online, consigo criar de acordo com o perfil do cliente e ele consegue executar colocando um pouco da alma dele no processo. É uma boa mistura.”

Fonte: Revista Vogue

https://vogue.globo.com

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Você está saindo da vaga do estacionamento, seta acionada, metade do carro para fora e os motoristas da via não admitem parar por um minuto para que a manobra seja concluída, seu carro possa seguir viagem e deixar a vaga liberada.

Manhã de sol, você resolve dar fazer um passeio de bicicleta pela ciclovia e os que correm, caminham ou patinam despreocupados, ocupam o referido espaço destinado ao ciclismo sem que você consiga transitar com seu transporte de duas rodas.

Apenas um carrinho de compras na sua frente após meia hora de espera na imensa fila do supermercado, chega a vez da pessoa da sua frente e ela, sem a menor cerimônia, chama seu companheiro que se encontrava na fila ao lado com outro carrinho igualmente lotado de produtos.

Acredito que todos os que estão lendo os primeiros parágrafos deste texto já tenham passado por situações semelhantes esperando, de coração, que nenhum dos leitores possua o péssimo hábito de provocar atitudes grosseiras, mal-educadas e desprovidas de total falta de bom senso.

Todas as vezes que me vejo envolvida por um cenário semelhante ao dos relatos acima, me pergunto se as regras mínimas de convivência em sociedade ainda estão valendo ou se foram revogadas por alguma lei que preconiza o “cada um por si”?

Será que custa parar por alguns instantes para liberar o carro que está manobrando e assim deixar fluir o trânsito e a energia da gratidão?

Ciclovia foi construída para caminhada, corrida, patinação ou para a circulação de bicicletas? Alguém tem dúvida sobre a resposta?

É muito aviltante para alguém se dar ao trabalho de comunicar à pessoa que está atrás na fila do supermercado que suas compras não são apenas aquelas visualizadas, o que acarretará uma demora maior do que a por ela esperada?

Claro que a noção de certo e errado é bastante discutível, que o assunto é polêmico, que a abordagem envolve filosofia e religião, mas uma coisa é inegável: quanto mais cedermos ao comportamento abusivo, mais estressados e violentos seremos.

O embate e o conflito vêm se tornando uma desastrosa expectativa no nosso cotidiano. Há quem acorde e saia para a rua decidido a desafiar, há quem se arme para enfrentar o desrespeito e há quem consiga, às vezes, derrotar a arrogância.

Essa luta além de ter um preço muito alto, não premia vencedores e cobra de todos uma elevada taxa de felicidade.

Téia Camargo

16
maio

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Os temíveis códigos de barras podem ser tratados de forma simples.

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Sabendo da máxima que procedimentos combinados o resultado é melhor

A toxina butolínica é o primeiro passo, visto que ela faz com que esse músculo não consiga contrair por um tempo.

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Andei lendo sobre outras culturas e como estas podem se organizar no entorno do feminino, e como elas são diferentes da nossa, patriarcal e monogâmica. E é até um pouco estranho para nós pensar em uma sociedade inteira fundada e baseada na sexualidade da mulher. E de fato existem pouquíssimos exemplos de sociedades que são verdadeiramente regidas e inspiradas por mulheres, mas elas existem, e nós poderíamos aprender algumas coisas com elas!

Estas são algumas delas:

  • EDE – Tradicionalmente, nas aldeias Ede do Vietnã, são as mulheres que possuem todas as propriedades e as passam para suas filhas. Elas também devem pedir seus maridos em casamento, e eles adotam o nome de família da esposa, vivendo na casa dela. A mulher mais velha da casa tem a sua própria cadeira artesanal, que deve ser cuidadosamente esculpida a partir de um certo pedaço de madeira. A terra é propriedade coletiva da aldeia, enquanto as florestas são sagradas, o que faz parte de sua antiga religião animista. Enquanto vestígios de costumes antigos ainda permanecem, as aldeias Ede de hoje são principalmente cristãs protestantes.

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  • HOPI – A tribo indígena americana Hopi se chama de “as pessoas pacíficas”. Eles basearam seu modo de vida em um respeito por seu ambiente, e tradicionalmente se organizam em volta das matriarcas. As mulheres ocupam a maior parte do poder, mesmo que o trabalho seja dividido igualmente. Todas as mulheres se reúnem sempre que um bebê na tribo chega aos 20 dias de idade, a fim de nomeá-lo. É uma sociedade extremamente cooperativa, e que evoca princípios comuns a todos os níveis.

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  • MOSUO – Na sociedade Mosuo, no sudoeste da China, perto do lago Lugu, as mulheres tomam a maioria das decisões de negócios e gerenciam as famílias completamente. O também chamado “Reino das Mulheres” é formado por 40.000 fortes damas, e é uma das últimas sociedades matriarcais do mundo. A “Ah Mi” é a líder suprema da casa, normalmente a mulher mais velha. Crianças são criadas comunitariamente. Muitas vezes, uma família ajuda a criar o filho de outra como se fosse sua. Enquanto todo mundo compartilha um espaço comum, mulheres com mais de 13 anos de idade ganham a privacidade de seu próprio quarto, chamada de “sala de floração”. As mulheres podem escolher seu parceiro, mas não ficam totalmente ligadas à ele. Como convém a uma cultura com nenhuma palavra para “pai” ou “marido”, as mulheres não casam. Em vez disso, têm quantos amantes quiserem, convidando-os para encontros secretos à noite (geralmente depois que os homens passaram o dia todo abatendo porcos, enquanto elas organizavam as finanças domésticas). A propriedade é transmitida através da linha feminina e não há nenhum estigma em não saber quem é o pai de uma criança. Tal utopia matriarcal tem desvantagens, no entanto – visitantes curiosos vão até a região antes isolada sob a sugestão equivocada de que as mulheres Mosuo oferecem sexo grátis o tempo todo. Infelizmente, algumas das aldeias anteriormente pacíficas foram invadidas por hotéis, cassinos, karaokês e até um “distrito vermelho”.

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  • AKA – Os homens do povo Aka, na Bacia do Congo, na África, têm sido descritos como os “melhores pais do mundo”. Eles brincam com seus bebês pelo menos cinco vezes mais frequentemente que homens de outras sociedades. Enquanto as mulheres caçam, os homens cozinham. Berços não existem; os casais nunca deixam os bebês deitados sozinhos, e se um deles bate em uma criança, isso é base para divórcio. Mais impressionante de tudo, os pais Aka oferecem seus mamilos como chupetas para seus bebês quando a mãe não está por perto.

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  • ALAPINE – Em todos os EUA, há cerca de 100 colônias compostas apenas de mulheres, onde ninguém com um cromossomo Y pode entrar. Estas comunidades em grande parte são compostas por somente lésbicas, e teria começado na década de 1970, quando um grupo de revolucionárias fundou um acampamento na praia de St. Augustine, na Flórida. Hoje, uma das maiores terras femininas fica na Alabama rural, em um acampamento chamado Alapine Village. 13 mulheres (a maioria com idades entre 50 e 80 anos) moram ali e cultivam a terra, além de participarem de atividades comuns, como canto e leitura de poemas.

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  • MINANGKABAU – Vivendo principalmente na Sumatra Ocidental, na Indonésia, em quatro milhões de pessoas, o povo Minangkabau é a maior sociedade matrilinear conhecida hoje. Além do direito tribal que exige que todos os bens do clã sejam legados de mãe para filha, o povo Minangkabau acredita firmemente que a mãe é a pessoa mais importante da sociedade. Após o casamento, cada mulher adquire seu próprio quarto. O marido pode dormir com ela, mas deve sair no início da manhã para tomar café na casa de sua mãe. Aos 10 anos, os meninos saem da casa de sua mãe para ficar em quartos de homens e aprender habilidades práticas. Os homens são sempre chefes do clã, mas são elas que escolhem o chefe e pode tirá-lo do posto se sentirem que ele não cumpriu suas funções.

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Nenhuma organização cultural se constela com perfeição, mas a sua diversidade e é inteiramente livre de como as julgamos moralmente. Tal multiplicidade constatada pelo mundo todo se define como no mínimo interessante, e o seu conhecimento se define como imperativo, para que cada vez mais nos aprimoremos como humanidade.

Beijos e até logo,

Luiza.