A mulher, multifacetada como só ela, sabe que a sexualidade é parte importante de sua vida. Namorar, casar, e ter filhos, e todo o tempo que esse ciclo toma… Às vezes sobra pouco tempo para pensar a sexualidade como uma busca pelo prazer.

Os fatores sociais, morais, religiosos, culturais e a própria educação sexual dada antigamente às mulheres, ainda influenciam as formas de praticar e entender o sexo.

Sabemos que muitos costumes socioculturais ainda preconizam práticas como a amputação do clitóris. Percebemos assim, as profundas marcas que uma comunidade pode exercer no imaginário feminino.

No Brasil isso pode nos soar absurdo, mas nós mulheres de certa forma também fomos marcadas a acreditar que temos de passar por ritos e seguir uma cartilha, adequada ao nosso gênero.

Antigamente pouquíssimas mulheres falavam com tranquilidade sobre suas dificuldades e dúvidas quando o assunto era sexo. Tabu total. O universo feminino é denso, e por ele podem perdurar o peso de palavras e regras outrora impostos.

Hoje em dia, isso vem mudando, e a insatisfação enfim pode ser nomeada e trabalhada. Segundo o ProSex (Projeto de Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo), foram identificados três tipos de queixas sexuais frequentes: falta de desejo, incapacidade de atingir o orgasmo e dor durante a relação sexual.

Mudar o nosso jeito de pensar sobre a questão tem ajudado muitas mulheres, de todas as idades, a enfrentar com coragem as difíceis perguntas que rondam o sexo. Buscar uma escuta profissional pode ser um jeito interessante de começar a buscar o prazer na intimidade que você merece!

A sexualidade feminina é subjetiva e muito singular, e a psicoterapia pode ajudar você a se conhecer melhor e ser um caminho para que as mudanças aconteçam pouco a pouco.

Beijos e até logo,

Luiza.

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