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Seleção dos melhores produtos e tratamentos para pele, cabelos e corpo pela revista Vogue.

COBERTURA EXTRA

Duas novidades surgem para incrementar suas visitas à manicure. A primeira é o lançamento da Bossa, neomarca de esmaltes premium made in Brazil que promete alta fixação e cujas cores são inspiradas nas tendências de moda internacionais. A outra é a chegada dos vidrinhos da premiada marca americana Morgan Taylor a salões de beleza como MG Hair, em São Paulo, e Edson Freitas Haute Coiffeur, no Rio.

PARECE, MAS NÃO É

Com embalagem que lembra as de sorvete, a Clinique lança este mês no Brasil um creme hidratante em gel para o corpo que deixa uma sensação refrescante na pele. Edição limitada, a linha Happy Gelato (R$ 169 cada) vem em três versões: Sugared Petals, com notas de néroli, bergamota e laranja; Berry Blush, com essência de framboesa e flor de manga; e o Happy, que chega ao Brasil em maio e tem a fragrância do perfume de mesmo nome, best-seller da marca. SAC: 0800 892 1694

TUDO EM CIMA

Novo combo para ajudar no combate às celulites e gordurinhas: com propriedades de uma planta carnívora que impede o acúmulo de células adiposas e outros ativos – como gengibre e guaraná – que favorecem a queima de gordura, a Adcos lança o Reduxcel Power Anticelulite (R$ 185), um spray para ser usado diariamente. Já no Aigai Spa, em São Paulo, a novidade é a Flow (R$ 440), massagem que faz micropressões no sistema linfático com manobras mais intensas em pontos de maior concentração de gordura para estimular a circulação sanguínea, diminuindo a retenção de líquidos.

www.adcos.com.br e www.aigaispa.com.br

ENERGIZADA!

O feng shui, técnica milenar chinesa que propõe harmonização e renovação das energias dos ambientes, inspirou o novo tratamento de Roseli Siqueira, esteticista de Izabel Goulart e Mariana Ximenes. O feng shui facial (R$ 390) começa com uma leitura energética, seguida de massagem no rosto que traz vitalidade à pele e estimula pontos que equilibram o organismo. Uma das famosas máscaras naturais da expert finaliza a sessão.

Rua Artur de Azevedo, 437, SP

BOAS-VINDAS

Desenvolvida nos últimos dois anos pelo time da Avon em Nova York, a Mark, nova marca de maquiagem da gigante da beleza, chega ao Brasil com produtos repletos de cores e texturas inspiradas no universo das artes. Destaque para o duo de sombras Baked (R$ 30) e para o batom líquido Ultra Matte (R$ 35), disponível em 14 tonalidades e com tecnologia que promete não ressecar os lábios.

À venda pelos revendedores da marca e no avonstore.com.br

FOREVER YOUNG

Os efeitos da poluição, do estresse, do cansaço e da falta de sono na pele estão na mira da nova linha da Caudalie. Batizada de Vine Activ, traz como inovaçãoum complexo que não só recarrega a reserva de antioxidantes naturais como estimula as defesas internas, retardando a aparição de rugas e equilibrando a oleosidade, microcirculação e produção de melanina. Ideal para mulheres entre 25 e 35 anos, é composta por quatro produtos: hidratantes para o rosto e para os olhos, Óleo Detox Noturno (R$ 219) e um Sérum Antirrugas Ativador de Luminosidade (R$ 269), poderoso preenchedor das linhas de expressão.

SAC: (11) 4801-6008

RAPUNZEL

Com propriedades nutritivas do caviar verde, para auxiliar na reconstrução das fibras dos cabelos, a linha Nativa SPA, de O Boticário, ganha novo integrante. Trata-se do Sérum Capilar Cauterizador (R$ 75), da família Terapia do Caviar, que promete selar a cutícula, reduzir a porosidade e resgatar o brilho e a maciez dos fios que passam por procedimentos químicos frequentes.

SAC: 0800 413 011

CABEÇA FEITA

Aliado das festas de última hora, o novo finalizador L’Incroyable Blowdry (R$ 196), da Kérastase, tem efeito antifrizz que promete controlar a oleosidade até a lavagem seguinte. Se o objetivo é obter o efeito de salão em casa, a escova Tangle Teezer, queridinha de Kate Middleton, ganhou mais uma irmã. Desembarca por aqui a  Blow Styling Round Tool (R$ 139), com formato arredondado e cerdas achatadas que prometem uma secagem mais rápida e acabamento com volume, movimento e brilho.

 

Fonte: http://vogue.globo.com/

Tags:Dicas

Chinelos de borracha são atualizadores imediatos de look.

A gente ama os de pegada retrô!

Olha, por essa a gente não esperava… Os slides – aqueles chinelos de borracha que têm uma tira bem larga no peito do pé – voltaram com tudo, sim!

E é assim: usou, atualizou o look! Como essa tendência voltou diretamente dos anos 90, é claro que os modelos retrô viraram queridinhos das fashionistas. A Rider – marca que está com tudo por causa dos slides – e a Adidas apostaram nessa onda.

Os chinelos também ganharam vida nova. Na mesma onda de se expressar com as roupas que você usa, alguns slides trazem mensagens divertidas e empoderadoras, que se completam – metade num pé, metade em outro! (da esquerda para a direita na foto: Rosa Chá, Schutz, Renner)

A Melissa, que reviveu também as pochetes, outro hit dos anos 90, apostou nas candy colors para sua linha de chinelos. Tudo de borracha e com detalhes tipo esse laço fofo! Que tal usá-los com um look bem básico, todo branco ou todo preto, para eles serem o ponto de cor?

Mas, é claro, que ser casual pode ter um toque de sofisticação. Esses da foto – da Fiever, à esquerda, e da Paula Torres – tem aplicações de tecido na parte superior, e são um charme! Bom para usar com um vestidinho mais ladylike.

 

Fonte: http://revistaglamour.globo.com/Moda

 

Tags:Moda

Há quanto tempo você não se joga numa pista e dança até se acabar?

Se a resposta foi um muxoxo seguido de um “ih! Faz muito tempo”, está na hora de repensar seu comportamento.

Aproveite a comemoração pelo dia da mulher, vá para a frente do espelho, aumente o som e tire o pé do chão. Requebre-se, remexa-se, “solte os bichos” “abra suas asas”, “solte suas feras”, libere seus instintos e liberte sua alma.

“Dançar é uma das principais formas de se reconectar diretamente à essência feminina”, diz a professora de danças femininas, Luciana Lambert.

E eu assino embaixo!

A luta pelas conquistas femininas, as extensas jornadas múltiplas casa, família, trabalho, a batalha constante para se fazer respeitar, para se firmar no competitivo mercado de trabalho, para combater a violência e para tentar se livrar dos padrões impostos pela sociedade estão nos afastando da nossa essência feminina e nos tornando duras, rígidas e inflexíveis demais. No corpo, na alma e no humor.

Desde os primórdios da civilização, em sociedades remotas, as mulheres dançavam juntas e compartilhavam rituais dançantes, fosse para saudar ou louvar a deusa-mãe, muitas vezes associadas à Mãe Terra geradora da vida, da natureza e da fertilidade, fosse para invocar o seu próprio bem-estar, entregar-se ao seu eu interior e liberar seus instintos através da sua expressão corporal.

Talvez seja uma novidade para você saber que a dança do ventre, bem como diversas danças orientais que hoje são “apresentadas” como danças sensuais, remontam há milhares de séculos antes de Cristo e têm origem nos rituais sagrados de uma época em que a mulher era divinizada e respeitada pelo seu poder de gerar a vida e de manter a sobrevivência da espécie. Com o decorrer do tempo e com a substituição das sociedades matriarcais pela dominação masculina, essas danças foram postas à serviço da sedução e perderam seu sentido ancestral.

Diversas outras danças folclóricas ou ritualísticas, poderíamos citar aqui a dança tailandesa, um espetáculo de enorme expressividade ligado às celebrações religiosas e à agricultura e que teve papel importante como integrador entre cultura e costumes do país, bem como a dança havaiana, sabe, aquela do hula hula? E que é baseada numa religião ancestral do povo havaiano, totalmente baseada em crenças, orações e amor à Mãe Natureza, estão ligadas ao ser feminino.

Mais próximo a nós, é só lembrar das danças indígenas, que preconizam o corpo como uma a ligação física entre a alma e o mundo exterior. Elas representam a maneira pela qual o homem se projeta na sociedade, colaboram na preservação da memória e das tradições e celebram ritos de passagem, saudações festivas e celebrações sagradas, cada qual a seu modo.  Muito embora não seja permitido às índias participar das danças sagradas, elas se fazem presente nos demais rituais com adereços, acessórios e pinturas de características femininas.

O dia a dia da atual sociedade brasileira é repleto de herança das danças africanas, trazidas nos navios negreiros com seus porões abarrotado de homens e mulheres escravizados que mesmo debaixo de chicote se recusaram a abandonar suas raízes e renegar suas origens. Para esses cerceados na sua liberdade, a dança significava a retomada da essência da vida nas aldeias e a tentativa de preservar a unidade entre seus membros.

Como na época da escravidão toda e qualquer manifestação da cultura negra era reprimida, principalmente se tivesse uma conotação de luta, para camuflar a sua prática os negros incorporaram instrumentos musicais. Lutar o negro não podia, mas dançar, ah, quanto a isso não tinha problema. Então, o negro lutava, dançando! A Capoeira é a melhor expressão desse drible à tirania através da dança. E quer coisa mais brasileira e mais linda do que a passista sambando na avenida ao som da bateria cadenciada? Pois é, a malemolência que atrai turistas do mundo inteiro ao carnaval brasileiro é de origem africana, adaptada aos nossos costumes.

 

No Brasil o que não falta são estilos e ritmos em que as mulheres dominam o cenário. É riquíssimo o acervo de danças folclóricas e populares de cada cidade, cada povoado e cada comunidade brasileira. Mães, avós e antecedentes são fontes seguras de muitas histórias adormecidas pelo tempo. Nesse sentido. “Cutucar” a memória de nossas ancestrais pode trazer à tona muita dança que se perdeu no tempo.

E você, já seu escolheu um ritmo para chamar de seu?

Dançar, além de combater o estresse, melhorar a capacidade cardíaca, colaborar na perda de peso, melhorar o equilíbrio e a flexibilidade, traz benefícios inimagináveis para a autoestima.

Sim, porque a dança é capaz de te convencer que você é muito mais poderosa do que imagina!

Dançando, nos sentimos únicas!

Dançando, afagamos a nossa alma!

Dançando, rompemos os grilhões da repressão e da timidez!

Dançando, somos mais femininas!

Podem falar, podem rir de mim, mas eu vou por aí me requebrando, balançando as cadeiras e sacudindo a cabeleira.

Está esperando o quê, mulher? Levanta dessa cadeira!

Rebola que melhora!

Téia Camargo

 

 

Fontes:

http://dancas-africanas.blogspot.com.br/

http://www.casajaya.com.br/dancas-femininas-a-danca-da-natureza/

http://www.turismotailandes.org.pt/4_sec2_danza.html

http://hrarteeculturaoriental.blogspot.com.br/p/eventos-2010.html

Já foi-se o tempo em que as opções tintura para cabelo ficavam entre preto, loiro e ruivo. Hoje em dia a gama de cores se estende literalmente para todas as cores do arco-íris. Ano passado foi o ano dos tons pasteis: roxo, rosa, tudo em tons quase platinado. Mas para 2017, a tendência oficial é o “blorange”, a consultora de estilo da revista Marie Claire, Ucha Meirelles, comenta um pouco sobre a cor do momento.

Tudo começou uns meses atrás, quando a modelo Georgia May Jagger, com a assessoria de seu stylist Alex Brownsell, apareceu em seu Instagram com o novo tom, chamando-o de “blorange”.

Blorange é a mistura entre loiro e laranja, daí que vem o nome: Blorange- “blonde orange”, nada mais que uma versão 2.0 do rosé “strawberry blonde” muito usado em 2016.

Para quem quiser tentar sem arriscar tanto, uma dica é começar pelo ombré, mexendo apenas nas pontas do cabelo até se acostumar com ele inteiro tingido.

A modelo e It-girl coreana, Irene Kim, famosa por suas madeixas sempre coloridas já aderiu à tendência.

E quem pensa que só pode ser feito em cabelos loiros e lisos, está enganada. A cor fica incrível para quase todo mundo, basta ter a coragem de tingir!

 

Fonte: http://revistamarieclaire.globo.com

Tags:Geral

Ela está em todas!

A baiana “arretada” que canta, dança, comanda programa de entrevista, concede entrevistas, cuida da voz, do corpo…, do cabelo, do filho, do casamento, comanda trio elétrico, roda o mundo com seus shows, é gentil, dá atenção e faz sucesso há mais de vinte anos num tenebroso universo artístico em que a mesma mídia que alça ao estrelato, soterra debaixo de uma camada espessa de abandono e esquecimento.

Ivete está aí, para quem quiser ver e ouvir.

Pavimentou sua carreira sob o revestimento firme do trabalho, dedicação e autenticidade.

Pode ser que seu sucesso esteja calcado exatamente nesse último substantivo, tão feminino quanto ela.

Ivete é autêntica!

Tem rival e tem fã clube. Só dá importância para o segundo.

Se passa perrengue familiar (quem nunca?), lida com o problema com elegante discrição.

Convidada para ser homenageada na avenida, não exigiu ser carregada num andor e foi vista correndo pela Sapucaí para dar conta da tarefa de ser duas ao mesmo tempo.

Lá de cima do trio elétrico brinca com o vendedor, tira da manga da fantasia uma atitude generosa e é ovacionada pela multidão ensandecida com o gesto caridoso e carinhoso.

Diriam os céticos: “Ah, mas aquilo foi uma jogada de marketing. ”

Pode ter sido! Todo mundo que faz sucesso hoje em dia tem uma assessoria de marketing, de imprensa, um personal stylist, um personal isso, um personal aquilo e ainda assim são poucos os que conseguem sustentar mais do que apenas quinze minutos de fama.

Eu não sou uma das fãs de carteirinha da Ivete! Conheço muito pouco do trabalho dela, admito! Sei um trechinho de uma ou outra música mais divulgada, mas nem por isso deixo de me encantar com o quanto essa mulher nordestina, grandona na estrutura física e superlativa nos adjetivos que proliferam nas redes sociais é exemplo de garra, perseverança, carisma e profissionalismo.

Ivete fez fama e não se deitou na cama. Pelo contrário! Sai por aí pulando, rebolando, sendo aclamada pelas multidões e se comportando como se sempre fosse o primeiro dia de sua carreira e ela precisasse, com todas as suas forças, conquistar o público. Deve ter ouvido muito Milton Nascimento e se convencido de que ele estava certo ao dizer que “todo artista deve ir aonde o povo está. ”

Deve estar riquíssima e isso se deu à custa de seu trabalho. Rico pode comprar e fazer tudo o que quiser, mas acho que ninguém sabe a marca da bolsa que ela usa, o último restaurante em que esteve e ninguém lê nas manchetes sensacionalistas o mais recente escândalo em que se envolveu.

Ivete admite perante ampla audiência suas imperfeições físicas, seus conflitos como ser humano, dá risada de si mesma, é tolerante, é acolhedora e traz sempre um sorriso no rosto. Só ela e Deus sabem com que esforço tudo isso aconteceu e acontece tudo junto e o mesmo tempo.

Ivete fala sério e fala besteira. Como todo mundo!

Aliás, quem nunca teve a oportunidade de assistir a sua entrevista no extinto programa do Jô, recomendo que pesquise o vídeo na internet e se esbalde com uma confissão honesta e divertida de como o ser humano pode ser deliciosamente ridículo e maravilhosamente patético.

E nós, população brasileira, tão carente de sinceridade e de genuinidade, estamos todos embasbacados com essa mulher que arrasta multidões por onde passa com seu vozeirão, sua simpatia e sua simplicidade.

Ivete não faz tipo! Ela é seu próprio tipo! Tipo, assim, Ivete!

“Veveta” caiu no gosto popular!

Talvez (sempre talvez) porque ela seja um ótimo exemplo do quanto a arrogância não está com nada, do quanto a futilidade é efêmera, do quanto a dissimulação é insustentável e do quanto a autenticidade é capaz de legitimar o que é importante, indispensável e imprescindível.

Parabéns, Ivete!

Obrigada, Ivete!

Téia Camargo