A alopecia areata é uma doença crônica dos folículos pilosos e das unhas (sim também acomete unhas!!).

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Tem etiologia desconhecida, provavelmente multifatorial, com evidentes componentes autoimunes e genéticos. Ocorre a queda dos cabelos e/ou pêlos, por interrupção de sua síntese, sem que ocorra destruição dos folículos, motivo pelo qual pode ser reversível.

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Pode iniciar-se em qualquer idade, havendo um pico de incidência entre os 20 e os 50 anos e homens e mulheres são igualmente afetados.

Há uma perda abrupta dos cabelos e/ou pêlos do corpo deixando uma área circular lisa.

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Temos diversos tratamentos tópicos, orais, injetáveis e novos terapias como laser e drug delivery.

Existem outros diagnósticos que parecem com alopecia areata, portanto, procure sempre seu médico dermatologista.

A primeira vez que ouvi alguém dizer que “fulano de tal” era resiliente, achei muito estranho, pois até então eu só conhecia a expressão “resiliência” das aulas de Física, aplicada aos materiais que resistem a impactos e que mesmo após o choque retomam sua forma original sem danos.

Só que material é coisa inanimada, desprovida de reação emocional e nós, os seres humanos, ao sofrermos impactos, pressões ou choques, reagimos. Das formas mais diversas, variadas e inusitadas, mas reagimos. Sempre!

Uns choram, outros deprimem, uns gritam, outros silenciam, uns paralisam, outros dão chiliques, mas também há aqueles que dominam uma capacidade invejável de saber lidar com o problema, de superar o obstáculo e de resistir à pressão nas situações adversas, transformando essas experiências negativas em aprendizado, mudança ou recomeço e estes hábeis administradores de suas próprias emoções são denominados seres resilientes.

Se você é um desses privilegiados, meus parabéns! Caso contrário, não se preocupe, pois existem maneiras de exercitarmos nosso aprendizado em “levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima”.

Em primeiro lugar, respire fundo, conte até três e feche os olhos sempre que acontecer alguma coisa que possa abalar sua estrutura, pois manter a serenidade e não se desgastar de imediato é fundamento básico para o ser resiliente.

Outro fator importante é manter um certo distanciamento do fato, agindo como se aquilo não estivesse acontecendo conosco. A análise fria do ambiente, dos envolvidos, dos acontecimentos, muitas vezes nos permite um juízo de valor mais imparcial e ajuda a controlar os impulsos ou evitar uma ação destemperada.

Atitudes confiantes nessas horas são muito bem-vindas. Postura otimista frente ao ocorrido, crença na esperança, ainda que haja quase nenhuma, jamais perder a confiança no seu potencial, não ter medo de fracassar ou de parecer patético são atitudes quase obrigatórias.

É claro que nenhum de nós, pois mais resiliente que seja, jamais sairá impune de uma experiência ruim, mas nos é permitida a escolha de sair dela melhor e crescer como pessoa, emergindo do fundo do poço e alçando vôo tal qual Fênix ressurgiu das cinzas.

Mas essa é uma outra história e qualquer dia escrevo sobre o tal pássaro que “ressurge das cinzas”.

Existem alguns sinais que podem indicar que você precisa procurar seu ginecologista.

O recomendado para a mulher que é ativa sexualmente é se consultar a cada seis meses com um médico especialista. É preciso fazer exames de rotina como o Papanicolau, mesmo que tudo pareça estar bem!

Algumas doenças não são detectáveis logo no início, por isso, a prevenção é muito importante para manter a sua saúde íntima impecável.

Porém, alguns sinais podem antecipar sua consulta ao ginecologista…

– Corrimento: Pode ser considerado normal, quando é transparente e sem cheiro. Se estiver com uma coloração amarelada, esverdeada ou mais escura, e com um cheiro forte é melhor procurar um médico. Às vezes é um jeito do nosso corpo mostrar que precisa de mais atenção!

– Inchaço, feridas ou vermelhidão: Determinados sintomas não apresentam dores ou incômodos. É preciso observar seu órgão sexual, se este está com o aspecto de sempre, doenças sexualmente transmissíveis nem sempre causam dores insuportáveis.

– Dor, coceira, irritação e ardor: Podem ser causados por alergias a produtos higiênicos e roupas, mas também podem ser fruto de infecções e contaminações diversas. Dores durante a penetração vaginal não são normais.

Preste atenção no seu corpo!!!!!

Beijos e até logo,

Luiza.

Olá!! Hoje vou falar de um clássico repaginado!!

Quem se lembra da palhinha dos móveis de antigamente?? Tenho certeza que muita gente né?

Pois então…ela está de volta! E com força total!!

Isso tudo tem uma explicação! A tendência no mobiliário segue normalmente as mesmas regrinhas do vestuário, e como não poderia deixar de ser, tudo que durante um tempo foi esquecido lá no fundo do baú, volta com força total e ganha ares de celebridade!!

Nesse caso temos uma releitura de um clássico, isso se deve também a circunstancias do mercado que, com a revalorização do artesanato, faz com que a palhinha volte com força total no décor, dessa vez em diversas formas possíveis, mais ousadas, mais inusitadas do que nunca, mas também em eternos clássicos do design nacional.

Esse material era muito popular entre as décadas de 50 e 70, também era conhecido como ‘palha de Viena’ por ter se popularizado na cidade austríaca no século XIX.

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Assim com muitos outros materiais, a “palhinha” ganha ares contemporâneos quando usado de forma criativa. Por ser uma trama natural vazada, a palhinha é ideal para o clima tropical, pois permite a ventilação e ajuda a combater a umidade quando usada em portas de armários. O acabamento pode inclusive ser pintado em diversas cores e servir de inspiração para produtos.

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Em uma visão particular, analisando o mobiliário atual e a volta da palhinha eu percebi que a mistura de elementos de diversos estilos está cada vez mais forte e que a regra que prevalece na hora de compor um ambiente é a possibilidade de aliar não só bom gosto, mas também a história de um mobiliário, a identidade, a personalidade e a essência de cada item escolhido para aquele espaço, resultando em um charme único e exclusivo!!

Então vamos aproveitar essa tendência super charmosa e abusar da criatividade nas composições!! Com a “palhinha” estando em alta no mercado atualmente devemos sempre lembrar que ela é um clássico do passado e isso nos permite ainda mais uma composição bem bacana com moveis antiguinhos e mais clássicos!!  Já pensou naquela mesa super bacana da sua vó que você ainda estava em dúvida se usaria? Tenho certeza que com essa nova produção de cadeiras de design em palhinha ela vai renascer!!!

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Espero que tenham curtido!

Bjs e até a próxima!

Chris Bernardes

Quando nossos pais chegam na 3ª idade os papéis invertem.

Somos nós, os filhos, que passamos a cuidar deles e nossos papéis acabam se invertendo. Valendo destacar, que a memória deles muitas vezes começa a falhar, o humor começa a oscilar e, devemos ter muita, muita paciência para saber lidar com nossos pais nesta fase. Para muitos, se ver nesta nova situação é complicado, pois os pais sempre foram referência na vida.

Eles sempre nos ajudaram durante toda a nossa vida e muita das vezes foram nosso porto seguro. Nos ensinaram a andar, a comer, a falar. O certo e o errado. Mesmo que muitas vezes achemos que o certo deles é o errado para nós. Eles nos ensinaram a essência da vida. Transmitiram os valores éticos e morais. Nos deram conselhos e aquele colinho acolhedor nos momentos mais difíceis de nossas vidas.

É importante destacar que a 3ª idade não é sinônimo de ociosidade, pelo contrário, os idosos precisam sentir-se úteis também, a superproteção faz mal ao idoso. E para isso os filhos precisam deixar eles terem algumas atividades, pois todo mundo gosta de ser útil!!!

Espero que esse post possa falar ao coração de vocês queridos leitores!!!

Beijos e até o próximo post!!!

Ellen Cristi

Se pedissem a você para conceituar o termo Mulher, o que viria primeiro à sua cabeça: sexo frágil, “bicho esquisito”, ser guerreiro, espírito maternal? São inúmeras as possibilidades não é mesmo?

Consideradas seres inferiores na sociedade patriarcal e machista em que vivemos, temos que “rebolar” para provarmos nossa capacidade profissional, para conquistarmos nosso espaço, para sermos dignas de vivenciar nosso desejo, para realizarmos nossas escolhas, enfim, para dar conta de tudo com eficiência e presteza a fim de que sejamos aceitas, elogiadas, ou apenas toleradas.

E então, o rolo compressor do cotidiano vai passando sobre nós, esmagando nosso amor próprio, nossos sonhos, nossa fé na vida, nos tornando mais rigorosas, mais enrijecidas, mais impacientes e menos tolerantes com todos, com tudo e com nós mesmas.

E é aí que mora o perigo de que aos poucos deixemos de lado nossa feminilidade, essa capacidade ímpar e maravilhosa, emanada de uma força interior incalculável, que nos permite rir de nervoso, gritar de raiva e verter lágrimas de pura emoção.

Felina manhosa, fragilidade poderosa, nosso ser feminino caprichoso nos autoriza a nos determos, ainda que por apenas um instante no meio de uma tarde atarefada, para apreciarmos uma flor; capacita-nos para interpretarmos o que diz o semblante de uma criança ou nos permite classificar como expressão máxima da obra de arte um bolo confeitado.

Mulher, fêmea, feminina, energia liberada de seu interior em forma de afeto, do olhar atencioso, da sensibilidade à flor da pele que alimenta sua beleza natural, aprimorada pelo cuidado com a aparência de seu exterior estético.

Mulher, fêmea, feminina! Somos assim!

Desvendar nossos segredos e conseguir se abancar em nossos corações, não é assim, para quem quer. É para quem pode!