18
jun

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Melasma é uma dermatose bastante comum que cursa com alteração da cor da pele normal devido a hiperatividade dos melanócitos (células que produzem os pigmentos da pele) induzida principalmente pela radiação ultravioleta – o sol.

São manchas acastanhadas, localizadas preferencialmente na face, embora possa acometer também região do pescoço, tórax e membros superiores.

Mulheres em período fértil e de pele morena são as mais acometidas.

A sua causa tem relação com fatores genéticos, hormonais, uso de medicamentos, cosméticos, doenças endócrinas e exposição ao sol.

O microagulhamento com drug delivery é uma nova proposta para o tratamento do melasma.

O que é o microagulhamento?

É um aparelho que faz micro puncturas na pele formando canais facilitando a penetração de ativos para uma resposta mais eficaz e rápida. Além disso as micro puncturas estimulam o colágeno melhorando rugas finas, aspecto da pele e reduzindo cicatrizes de acne.

E o drug delivery?

É a técnica onde produtos são aplicados através desses canais para facilitar a chegada do produto a camadas mais profundas da pele e assim com uma resposta mais satisfatória.

Uma novidade no Brasil é o md:complex melanoceuticals que é um produto com 8 princípios ativos para o clareamento da pele através desta técnica de drug delivery. É uma excelente proposta de tratamento para pacientes com manchas no rosto.

O resultado é visto em média após 2 meses do procedimento com resposta adequada após 3 a 4 sessões com intervalos de 45 dias e o paciente pode realizar suas atividades após o procedimento.

Este procedimento deve ser feito no consultório, para que o dermatologista possa avaliar as condições clínicas do paciente, para saber se é possível aplicar esta técnica e atender as necessidades do paciente.

Você e seu companheiro dizem que se amam o tempo todo e trocam juras eternas de amor constantemente, mas afinal de contas o que pode ser chamado de amor?

Coisas que te fazem mal e te incomodam podem ser bons indicativos de que seu relacionamento não é a maravilha que você idealiza.

– Possessão e ciúmes:

Um costuma controlar o outro, o que está fazendo, com quem e onde. Soa familiar? Usa aplicativos e contas de redes sociais para passar o pente fino na vida do seu parceiro? Um pouco de ciúmes pode até ser gostoso, mas se sentir o dono exclusivo da outra pessoa pode levar a comportamentos violentos e brigas sem fim.

Busquem discutir os limites entre vocês de maneira civilizada, exercendo a paciência e a compreensão entre vocês.

– Agressões emocionais:

Gritos e insultos constantes e banais, você acha que faz tudo errado aos olhos do seu companheiro. Talvez pense que ele só esteja com você por causa de sorte, você não o merece… Se esta for a pessoa com que você está nesse momento pense se você não poderia estar melhor sozinha. Agressões deste tipo podem partir para agressões físicas, e ambos os danos emocionais são prejudiciais à sua autoestima e segurança.

– Agressões físicas:

Você pode se cercar de desculpas se esse tipo de agressão vem acontecendo na sua vida. “Foi só dessa vez, vai melhorar”, é o que a maioria das mulheres pensa. Pois afinal de contas: “ele me ama…”.

Se houve uma agressão, seja qual for, já é demais.

Você não merece passar por isso, pelo menos não sozinha.

Busque a escuta de parentes e de amigos, mesmo que seu agressor tenha afastado você do convívio deles.

Não invente desculpas para você mesma, se dê valor e reorganize a sua vida.

Alguns dos sinais acima podem sim ser revertidos, outros jamais, uma vez em um relacionamento abusivo é muito improvável que você mude o outro.

O amor é muito mais do que palavras, se reverbera em atitudes e em sempre buscar o bem-estar de quem está ao nosso lado.

Busque a saúde nas suas relações afetivas, e procure ajuda especializada se precisar…

Beijos e até logo,

Luiza.

Quem segue a minha coluna lembra que eu prometi um post exclusivo sobre esse assunto que eu particularmente adoro!

Cores nos tetos!!

Eu me perguntava por que não?! E a tendência atual veio para me confortar e fortalecer aquilo que eu já acreditava. É o máximo!

Essa forte tendência iniciada, lógico, no exterior, já chegou aqui no Brasil e está cada vez mais forte!! O que vimos são interferências superinteressantes e que deixam o ambiente muito moderno e descolado!

Mas não se preocupe se você é um amante do clássico, também existem truques muito bacanas para essa composição!

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Essa tendência veio com a justificativa de nos fazer sair do óbvio! Porque pintar as paredes, ou uma parede se podemos lançar mão da tinta nos tetos?? Nada obvio e super diferente!!

Aposto que aquela sua amiga vai entrar na sua casa e dizer: “Nossa! Que máximo essa cor que você escolheu para o teto! ”E você vai sentir aquela pontinha de orgulho em estar antenada no que acontece de melhor no mundo do Decor!!

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Para isso seguem algumas regrinhas básicas para um bom resultado ok?

Como sempre digo, vale a regra geral de combinação de cores: se você optar por um teto com uma cor bem forte, opte por cores neutras nas paredes ou por tonalidades mais claras da cor do teto. Os móveis podem seguir a neutralidade e a cor do teto ser aplicada nos acessórios para equilibrar o ambiente.

Uma dica importante e sempre relevante é avaliar o pé direito, espaços com o pé direito muito baixo não são uma boa opção para colorir o teto!! O resultado vai ser um pouco desconfortável porque tende a comprimir o espaço.

Em contrapartida, os espaços grandes podem receber perfeitamente um teto mais escuro ou com uma cor bem forte e viva.

Além de preencher o ambiente, essa escolha faz com que o local se torne mais aconchegante e intimista.

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A grande verdade é que esse é um recurso inteligente e bem barato! E que pode se tornar o ponto alto da decoração da sua casa!

Se você escolheu pintar o teto do seu ambiente não esqueça de me contar sobre essa experiência, aguardo você!!

chrisbernardes@fabianavalera.com .br

Até lá!!

Chris Bernardes

A convivência é o maior desafio que enfrentamos durante a vida.

Esta acontece em todas as formas de relação e níveis: vizinhos, amigos, colegas de profissão, de trabalho e, principalmente, dentro da família.

Temos então que de lá é o ponto de partida.

Por conseguinte, nascemos e crescemos em algum tipo de família ou em uma instituição que a substitua. As experiências e convivências que vamos ter nela nos marcarão para o resto da vida, e determinarão a forma como iremos nos relacionar fora dela e nas futuras famílias.

É importante destacar que a nossa primeira família, na qual nascemos, que poderá ser a única até a nossa morte, é denominada família de origem, e a que iniciará com o nascimento ou a adoção de um filho quando nos unirmos ou casarmos com alguém será a família nuclear.

Vale destacar que, quando duas pessoas se unem, eles não são duas pessoas soltas no espaço. Cada uma delas vem com uma bagagem de suas respectivas famílias, com todas as suas características mais ou menos organizadas. Eles não estão iniciando uma nova vida, como se costuma dizer, dando a impressão que eles são dois carros zero quilômetro que acabaram de sair de uma revendedora, pois quando surgem as primeiras diferenças na vida do dia-a-dia como o tipo de alimentação, a arrumação das roupas e da casa, o horário e o modo de dormir; a hora de ter sexo e a sua frequência, o casal começa a perceber que não são idênticos como imaginavam. E começam a se perguntar: De onde trouxeram esses hábitos? Esse lugar só pode ter sido a família, de onde cada um veio.

Concluímos que a verdade absoluta é que vivemos numa emaranhada rede de relações familiares, em que, haverá um cruzamento de várias famílias e hábitos advindos com ela. Implicando na necessidade de regras de convivência básica que possibilitarão um nível de relacionamento saudável dentre todos os integrantes.

Desejaria dar uma dica sobre uma excelente leitura sobre esse tema que é tão impactante, o livro Código da Família- Dr. Moises Groisman, que pode ser adquirido através do site www.nucleopesquisas.com.

Beijos e até o próximo Post!!!

Ellen Cristi Ramos