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Tags:Geral

As estatísticas revelam que mais de quinze milhões de turistas visitam a cidade de Londres a cada ano. Chegam de todas as partes do mundo, permanecem alguns dias ou um pouco mais, percorrem as avenidas, formam filas nos cartões postais, lotam os meios de transportes públicos, as lojas e os restaurantes.

londres

É assim também em quase todas as cidades turísticas do mundo e independente do motivo que os atrai ser a praia, o campo, a montanha, a neve, a religião, a história ou a gastronomia, todos, sem exceção, estão ávidos por conhecer tudo, revirar tudo, provar tudo e, se possível, comprar tudo.

Agora, caso você não seja morador de uma dessas cidades ou nunca tenha vivido em uma delas, pense na situação morador local, no nativo, que precisa conviver todos os dias do ano, todos os anos, a vida toda, com hordas humanas para lá e para cá, entrando e saindo, subindo e descendo, com dificuldade de entender e de ser entendido, de se localizar e necessitando de ajuda, de compreensão e de orientação.

fullsizerender-1Eu pensava nisso enquanto avistava o rapaz do escritório de engenharia do outro lado da rua onde eu me encontrava placidamente aboletada numa mesinha de lanchonete chafurdada numa enorme tigela de sundae. Vez ou outra ele surgia na janela envidraçada, sempre exasperado ao telefone, parecendo pouco se importar com o fato de que dois andares abaixo de onde estava, um fluxo contínuo de pessoas dirigia-se, passos largos, para uma das pontes mais famosas do mundo.

Ele envolvido com seus afazeres cotidianos e os excursionistas envolvidos com seus afazeres turísticos.

Tenho certeza de que se por acaso aquele jovem saísse pela porta da frente do escritório e eu me dirigisse a ele consultando sobre determinado destino da cidade, sua receptividade não seria das mais acolhedoras.

Por que eu acho isso? Por experiência própria.

Durante quase dois anos fui diretora geral da única universidade existente em Copacabana, bairro que dispensa maiores comentários sobre a fama que desfruta.

Eu trabalhava catorze ou quinze horas por dia, às vezes mais, às vezes em fins de semana, tinha inúmeras responsabilidades, preocupações, problemas, aborrecimentos e do lado de fora da porta do Campus, alheios a tudo isso, os turistas circulavam com suas câmeras fotográficas, seu vestuário de gosto duvidoso e sua curiosidade característica.

Num belo dia de sol escaldante em que eu, afinal, consegui uma brecha na agenda para sair à rua e almoçar, não tinha dado dois passos quando um jovem casal de expressão confusa nos olhinhos repuxados esticou um mapa em minha direção apontando para um enorme “x” assinalado nele em tinta vermelha.

Respirei fundo, esqueci por alguns minutos do meu cotidiano atribulado, tentei decifrar o inglês quase incompreensível, até que entendi que eles estavam bem longe de onde pretendiam ir. Desenhei o que consegui, expliquei o que pude, coloquei-os num táxi, orientei o motorista e lá se foi o par que atravessou o mundo para conhecer o Cristo Redentor.

Mantenho guardado na memória os sorrisos de gratidão que recebi daqueles turistas e sigo acreditando que seja em Londres, Rio de Janeiro, Poços de Calda ou no Himalaia, com um pouco de paciência, de tolerância e de cortesia, todos nós, nativos ou turistas, temos grande chance de sermos felizes para sempre!

Téia Camargo

Que elogio é bom e faz um bem danado não resta a menor dúvida.

Elogios turbinam a autoestima, massageiam o ego e fortalecem o sistema imunológico.

Quem não gosta de ser elogiado, que atire a primeira pedra.

O problema é quando eles deixam de ser um combustível emocional de estímulo, de reforço positivo e de equilíbrio emocional das relações de harmonia entre pessoas para se tornarem uma necessidade vital de sobrevivência do indivíduo que passa a depender deles assim como depende do ato de respirar e de se alimentar.

Em tempos de exposição ampla, geral e irrestrita, dita o bom senso ser fundamental redobrarmos o cuidado para não nos deixarmos cair na armadilha montada pelo excesso de admiração do alheio que, por vezes, nem ao menos nos conhece de fato.

Submeter-se ao enaltecimento desregrado para nos sentirmos aceitos, aprovados e impelidos a seguir o caminho que nos levará a mais e mais louvores faz com que a vaidade humana se enrede de tal maneira no convencimento de ser de fato especial, a ponto de causar o aprisionamento do vaidoso em sua notável vida projetada, afastando-o cada vez mais de sua essência.

Ninguém é apenas aquilo que pretende ou que gostaria de ser vinte quatro horas por dia nos trezentos e sessenta e cinco dias por ano.

Somos o que somos! Sofremos variações de humor, de peso, de estado civil, de saldo bancário e até de ponto de vista. Quer queiramos ou não!

O psiquiatra e psicoterapeuta Eduardo Ferreira Santos, descreve com precisão profissional o comportamento de quem se torna obsessivo em relação ao elogio ao dizer que tais pessoas “ agem de olho no reconhecimento que vão receber e de maneira a não dar brecha para críticas. ”

Afinal, qual o problema em aceitarmos que somos falíveis, passíveis de erros e suscetíveis a deslizes desde nossa mais tenra idade até o final da vida?

Desprezar tais características do ser humano, seria o mesmo que acreditar que  formadores de opinião,  celebridades que arrastam multidões e pessoas mundialmente famosas não têm insegurança, defeitos, crises existenciais, cáries, chulé, pedra nos rins, que não traem ou não são traídos ou ainda que jamais apareceram deslumbrantes no tapete vermelho do Oscar com uma grosseira fita adesiva na barra da saia ou que também nunca precisaram de uma cola instantânea para segurar a prótese dentária que cismou em cair minutos antes da limusine estacionar no pátio.

Adoro elogio! Gosto mesmo, de verdade, e por isso me cuido tanto para que eles não me tornem mais uma vítima em busca do seu consumo excessivo.

Tenho consciência de minhas limitações como autora e jamais me compararei à Cecília Meireles, Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade ou tantos outros escritores de igual ou menor porte literário.

Sigo apenas escrevendo, esperando que minhas palavras levem alento, diversão, entretenimento e reflexão a um ou outro leitor. Se isso acontecer, já me darei por satisfeita.

Quando os leitores capricham um pouco mais, eu agradeço, registro, mas credito o excesso do comentário atencioso à gentileza e ao incentivo.

O elogio é um maravilhoso sinal de reconhecimento, mas é preciso estar atendo para não o transformar numa obrigação sem a qual não consigamos viver livres, relaxados e felizes.

Hoje é sexta e muita gente está preparada para aproveitar o final de semana. As mulheres, principalmente, gostam de estar com a produção em dia, mas nem sempre o corpo ajuda – todas já experimentaram aqueles dias de “barriga saliente” em que se sentem mais gordas, seja pelo cotidiano corrido que impede idas à academia ou simplesmente por ter abusado da comida na noite anterior.

Pensando nisso, separamos cinco dicas do site EmpowHER para que todas possam curtir se sentindo belas. São formas simples de disfarçar os eventuais quilos a mais e enfatizar as qualidades.

Aproveite as dicas sem moderação e curta com responsabilidade!

1)    Vista roupas que sirvam: uma das coisas mais importantes que as mulheres podem fazer é escolher roupas que tenham o tamanho certo. Roupas grandes não escondem uma silhueta mais cheia. Na verdade, elas acentuam.

2)    Use cores escuras para disfarçar as partes do corpo que não estão agradando: Há uma razão pela qual as pessoas afirmam que preto emagrece. Elas falam isso porque é verdade. No entanto, não é preciso eliminar as peças coloridas do guarda-roupa. Usar cores escuras nas partes que não a deixam confortável pode camuflar a área e atrair a atenção para seus atributos em outras partes.

3)    Use cintas modeladoras: elas não são apenas para mulheres acima do peso. Mulheres de todos os pesos decidiram e aderiram ao uso desses acessórios sem problemas.

4)    Use colares para tirar a atenção dos quadris: acessórios não escondem nada diretamente, mas podem tirar a atenção de áreas indesejadas pela mulher. Além disso, colares longos criam uma aparência magra e tiram os olhos de qualquer lugar que deva ser evitado pelos olhos alheios.

5)    Use penteados que não cubram o rosto: um olhar de relance será atraído para o rosto. Se o sorriso estiver aberto e confiante, milagres podem acontecer.

 

Fonte: Blog Oficial da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica