Tomar sol é saudável, desde que com moderação e em horários adequados. A importância de proteger-se dele com filtro solar também não é novidade. A mais recente tendência quando o assunto é proteção contra os raios nocivos do sol são as cápsulas de fotoproteção orais.

Apesar do nome atrativo, a ingestão dessas fórmulas não significa que o protetor em creme deva ser excluído da rotina. Pelo contrário. Juntos, eles trabalham para amenizar os danos da radiação, que vão desde queimaduras até o envelhecimento, passando pelo desenvolvimento de câncer de pele. 

Desenvolvidos na virada do milênio, esses fármacos atuam no organismo nas mais variadas frentes, funcionando como antioxidantes, anti-inflamatórios e imunomoduladores. 

Quando nos expomos aos raios ultravioleta (UVA e UVB) as células se oxidam ( iniciam um processo de degradação), levando a um envelhecimento precoce das células e com resultados visíveis em nossa pele como surgimento de manchas no geral( Melanose solar) , o temível Melasma, ceratoses solares e aumenta a predisposição ao Câncer de pele.

Para proteger essas células usamos concomitantemente ao uso do protetor solar em creme os nossos queridos protetores solar via oral. São compostos por diversos antioxidantes como Polipodium Leucotomas, Luteína, Vit C, Vit A, Vit D, Vit E, Oli Ola, entre outros…

Existem hoje no mercado diversas marcas que variam em sua composição.


Não existem estudos conhecidos que apontem malefícios no uso dos fotoprotetores orais. Ricas em antioxidantes, estas cápsulas trazem diferentes benefícios para o corpo e para a saúde, além da proteção solar. Mas é importante lembrar que devem ser consumidos com frequência para apresentar resultados e que esta proteção não substitui o filtro solar, apenas potencializa seus efeitos.

Fonte: gauchazh.clicrbs.com.br /

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