Acontecimentos inesperados são capazes de provocar uma verdadeira reviravolta em nosso compassado ritmo cotidiano.

Nem sempre coisas ruins.

Maravilhas, de uma hora para outra, podem virar de cabeça para baixo uma vidinha pacata e envolvê-la num turbilhão de novas sensações e experiências.

Nessas ocasiões os afortunados, conduzidos pela mão aveludada da sorte, tornam-se protagonistas de mudanças e transformações tão rápidas e intensas que a eles se torna quase impossível ou até mesmo irrelevante, relativizar sobre o que está acontecendo.

Só se tem tempo e vontade para comemorações e regozijos.

Felicidade em estado puro.

Como nem todos são agraciados com a visita da surpresa bem-vinda, a maioria dos mortais vive mesmo é de expectativas.

A lista é quase infinita. Grandiosas ou insignificantes.

Quem nunca se angustiou aguardando o ente querido retornar de uma viagem?

Como ficam os nervos do jovem recém empregado aguardando aquela promoção tão almejada, que não tem data definida para acontecer?

O que dizer das unhas da noivinha ansiosa com os preparativos do casamento tão sonhado?

E como passam os últimos dias de gestação as futuras mamães de rebentos mais do que desejados?

Pelo bom ou pelo não tão bom, aguardar aquilo que é previsto ou previsível nos enche de angústia, temor, apreensão e insegurança, antes que venha a se concretizar.

E quando não se concretizam, toda essa energia desperdiçada se transforma em decepção, desânimo, ódio, revolta, frustração e em casos mais radicais, doença.

Mas nem sempre é assim.

Na maioria das vezes, a expectativa tem data e até hora marcada para virar realidade.

Chega o dia e independente do resultado, vira alívio.

Conheço quem tenha passado anos sofrendo sob a vigilância constante da expectativa de ser mandado embora do emprego.

A chegada diária ao expediente era um suplício e o dia passava arrastado até o horário da saída.

Ainda não tinha sido daquela vez, mas no próximo, com certeza, seria demitido.

Sofreu tanto e por tanto tempo que quando finalmente aconteceu, ficou quase feliz de tão aliviado.

Desempregado, mas e daí? Acabou-se a angústia, ufa!

A vida seguiu em frente e o sorriso sereno logo estava de volta trazido pelo novo emprego e pela tranquilidade recuperada.

Assim vamos vivendo.

Um dia após o outro.

Expectativa após expectativa.

Cada um de nós dentro de sua crença, vai torcendo, rezando, mentalizando ou providenciando uma mandinga para que nesse meio tempo sejamos brindados com o inesperado.

Queremos sucesso, fama, dinheiro, amor, carreira, casinha no campo, férias na praia, esqui na neve, uma simples sopinha num dia frio de inverno ou o que mais vier.

Não custa lembrar que, caso tudo isso caia como um presente da vida em nosso colo, tudo junto ou cada um isolado, trará consigo, na mesma proporção, novas e desconhecidas expectativas.

E nesse vai e vem de sufoco, alegria, ansiedade e esperança, só não vale deixar de ser feliz, hoje e sempre, em primeiro lugar.

Téia Camargo

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14
jun

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Desejaria compartilhar que estou muito honrada e grata com o retorno da minha coluna  aqui no BLOG FV , e meu agradecimento a pessoa da Dra. Fabiana Valera e sua estimada equipe.  

Esse espaço será  dedicado a informações e instruções para melhorar sua qualidade de vida emocional, relacional e familiar. Pois informação, gera vida e proporciona uma caminhada mais leve.

Nesse período de três anos que fiquei ausente aqui do BLOGFV, muitas novidades na minha trajetória de vida, como  o meu casamento e minha maternidade e expansão no meu universo profissional com aquisição de novas ferramentas . Essas novas realidades proporcionarão ainda mais enriquecimento de nossa troca.

Espero que possamos a cada tema trazido crescermos e trocarmos conhecimento e informação pois só dessa forma cresceremos e superaremos nossos desafios.

Um forte abraço

Ellen Cristi Sarmento

Psicóloga & Terapeuta EMDR

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As novas formas de se relacionar têm despertado a atenção e trazido à tona novas racionalizações para se pensar o verbo “relacionar”. Namoros à distância, casamentos pela internet, aplicativos para conhecer potenciais parceiros, e novas configurações familiares, tem sido algumas mudanças do nosso tempo para definir esta palavrinha.

Sabemos bem que os tempos mudaram, o tempo é bem mais rápido e não temos a mesma concepção de romance romântico que tinham os nossos avós e antepassados. A geração contemporânea tende a desmistificar os sentimentos com facilidade e praticidade, será que as novas formas de relacionamento, por vezes efêmera, tem sido prejudicial?

A liberdade é bem citada em alguns casos, as pessoas gostam de ir e vir entre pessoas com mais mobilidade, casa-se mais tarde, mora-se junto antes de chegar até o cartório ou a igreja. A mulher é bem mais independente, seu papel na sociedade é outro. E os homens estão se adaptando aparentemente a essa nova ideia muito bem. Porém, em meio a toda a esta dita modernidade, no Brasil, nos deparamos com uma construção social ainda machista, desigual, e este não é o foco desse texto, a discussão sobre a igualdade entre os sexos pode ficar para outro dia…

O fato é que tenho escutado ponderações sobre se essa modernidade está trazendo felicidade no contexto atual. Ela trouxe grandes mudanças na maneira de como “nos arranjamos”, melhorou a vida de algumas pessoas até, percebemos que ninguém é insubstituível, mas não podemos esquecer o quanto é importante ter alguém ao lado para dividir as coisas bobas do dia-a-dia. Assistir um filme sozinho hoje pode parecer uma atitude natural ou até mesmo um reflexo da independência, mas será que estamos nos tornando introspectivos? Querendo uma pessoa igualzinha a nós mesmos para dividir? Intolerantes talvez…

As mulheres não esperam mais o príncipe encantado e os homens não querem mais uma moça prendada que saiba cuidar da casa e queira viver somente para isso. Queremos alguém e queremos para ontem, se o outro vacilou, passe para a esquerda! Tudo é muito mais fácil e conveniente, sim, isso é muito bom, nos deixa mais livres para ESCOLHER. E o que queremos escolher nesse mar de opções disponíveis?

O encantamento dura menos tempo, é mais racional, emoções são deixadas de lado. Uma ligação telefônica reina como a forma mais pessoal de se alcançar a outra metade. Somos muito complexos, e isso é maravilhoso. Parte desta complexidade vem sendo perdida.

O grande desafio dos relacionamentos modernos é adaptar-se a complexidade e multiplicidade das características presentes no humano, e ao tempo necessário que se precisa para cair de amores por ela!

Beijos e até logo,

Luiza.

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Com intuito de corrigir a flacidez no braço e evitar constrangimento na hora de dar o “tchauzinho”, a braquioplastia tem ganhado cada vez mais adeptos.

A braquioplastia – também conhecida como lifting de braço e dermolipectomia braquial – é uma cirurgia plástica para corrigir a flacidez de pele na região do tríceps (a parte de trás do braço).

Ela é indicada para pessoas que perderam muito peso após uma dieta, realizaram cirurgia bariátrica ou têm predisposição genética a ter flacidez. Também pode ser indicada a pessoas que tenham ficado com a pele do braço muito flácida decorrente do envelhecimento.

Avaliação pré-operatória necessária

Para realizá-la, é necessário estar em boas condições de saúde e ter excesso de pele na região do braço que não pode ser eliminado com exercícios físicos.

Estes aspectos são avaliados através de um check-up de exames que apontam riscos cirúrgicos, doenças crônicas – como diabetes e hipertensão – e de pacientes com problemas no trato urinário ou coagulação do sangue. O cirurgião irá avaliar a necessidade da cirurgia e dos exames pré-operatórios que serão precisos.

Como é feita a braquioplastia?

Após a aplicação da anestesia geral ou local, é feita uma incisão na pele do braço na parte mais interna, com comprimento variável e que dependerá de quanta flacidez de pele necessitará de correção. A incisão poderá ocupar uma parte do braço ou toda a sua extensão, sendo necessário, eventualmente, chegar até a axila, em casos de grandes excessos de pele.

A cirurgia, geralmente, dura de 2 a 4 horas, dependendo da quantidade e extensão do excesso de pele a ser retirado. O tempo cirúrgico poderá ser maior caso haja a realização de outros procedimentos ao mesmo tempo, como lipoaspiração ou mamoplastia. Procedimentos menores podem permitir a alta no mesmo dia, em alguns casos.

Período pós-operatório

O pós-operatório da braquioplastia exige bastante atenção, a fim de se evitar a mais comum das complicações dessa cirurgia, que é a deiscência da incisão (abertura espontânea da pele suturada). Por isso, o paciente deverá tomar cuidado com a movimentação dos braços nas primeiras semanas, apesar de uma restrição muito severa dos movimentos não ser necessária. Além destes cuidados, é necessário:

• Evitar esforço físico em um período de 21 dias.
• Usar malha elástica compressiva por 1 mês.
• Evitar movimentos intensos com os braços.
• Carregar grandes pesos ou realizar exercícios físicos com os braços.
• Evitar exposição ao sol na região operada.
• Realizar drenagem linfática em casos de edemas.

Prós e contras da braquioplastia

O lifting de braço pode resultar em um aspecto mais firme dos braços e eliminar o incomodo de realizar movimentos em público – sobretudo o “tchauzinho”.

No entanto, há riscos de ocorrer cicatrizes hipertróficas ou queloides depois da cirurgia plástica, por ser uma região sensível e de grande movimentação.

Para evitá-las é necessário seguir as recomendações médicas e, em casos mais graves, procurar um procedimento estético alternativo depois do pós-operatório – como peeling, compressão das cicatrizes ou injeções de corticoides -, caso essas cicatrizes inestéticas aconteçam.

Fontes: Minha Vida / Dr. Piva / http://motivaimplantes.com.br/

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É uma brincadeirinha aqui, uma piadinha ali e as pessoas à nossa volta vão se permitindo externar determinadas opiniões a nosso respeito que se ditas repetidas vezes, podem nos fazer repensar sobre quem somos, nos deixando bastante confusos a respeito de nós mesmos.

Quando as palavras ou atitudes manipuladores são explícitas caracterizando assédio é mais fácil percebermos e nos policiarmos contra a postura maldosa ou as atitudes perigosas.

Mas se esse reconhecimento negativo de algumas das falhas e fraquezas é oriundo de um ambiente em que nos sentimos queridos e desejados, é muito comum que recebamos as críticas e as aceitemos sem questioná-las, entendendo que as pessoas que amamos e que, acreditamos que também nos amem, têm o direito de emitir alertas sobre nossas limitações.

Movidos pela necessidade de preservarmos as relações pessoais, relevamos uma, duas, infinitas vezes, deixando que que nos digam ou que façam conosco o que bem entendem, certos de que o que está sendo feito ou dito é “para nosso bem”.

Uma ova!  Criticar é uma coisa! Esculachar é outra.

Burro, feio, gordo, idiota, indolente e outros adjetivos pejorativos usados no convívio diário são armas pontiagudas que podem ferir de morte o destino e os sonhos de qualquer um que se deixe sugestionar pela frequência do insulto.

Nem sempre os entes queridos têm a exata percepção do quanto podem magoar ou do quanto isso pode agredir nosso amor próprio. Às vezes o maltrato é apenas uma diversão inconsequente e o hábito de humilhar, uma vaidade tola, um teste para exercitar o grau de poder sobre quem aceita com passividade suas ofensas.

A depreciação costumeira funciona mais ou menos como aquele ditado: “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.

Para bom entendedor meia palavra basta, mas como quem se deixa manipular pelo vilipêndio alheio não é muito bom entendedor, fica aqui uma dica bem clara e objetiva.

Não permita que te convençam daquilo que você não é, sob o risco de se tornar o que desejam que você seja.

Téia Camargo

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