A possibilidade da real existência de um remédio conhecido como “pílula rosa” ou “Viagra feminino”, ainda não foi aprovado pelos órgãos de competência ao redor do mundo (OMS).

A busca por alternativas para as disfunções sexuais femininas e o empenho pela procura de tratamentos, é pauta polêmica e atual.

flibaserina_02O Viagra, descoberto há 17 anos, ainda não tem um correspondente direto para as mulheres.

A atuação deste novo composto (flibaserina) seria uma droga não-hormonal desenvolvida para ser um antidepressivo, que atuaria no cérebro e não na região pélvica.

Será que o cerne de nossa sexualidade estaria agora, comprovadamente, na nossa subjetividade?

Só corrobora a velha máxima de que as mulheres precisam de mais envolvimento emocional e desejo para obter prazer, que vai muito além do sensorial e visual.

Mulheres podem ter relações sexuais sem libido, os homens não. Mulheres e homens possuem organismos distintos, logo, com respostas sexuais diferentes.

A libido se mostra diferente durante os ciclos e as fases da vida da mulher, e também de acordo com a individualidade das mesmas.

Sendo a vida sexual um movimento de saúde de nosso corpo, deve receber atenção e a importância devida, e falar sobre ela pode lhe fazer bem!

E enquanto o medicamento não é aprovado e seu uso simplificado, os recursos sugeridos para a disfunção sexual feminina são a psicoterapia e o uso de hormônios.

Beijos e até logo,

Luiza!

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2 comentários para “A pílula rosa”

  1. Avatar

    Dra Luiza Zamagna

    Olá Rachel,
    O medicamento ainda está em fase de testes, mas você ainda tem alternativas para pensar sua questão, a psicoterapia pode ser uma boa opção para você. Estamos a sua disposição!
    Abraços,
    Luiza Zamagna.

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  2. Avatar

    Rachel Costa

    poderia servir para teste? Tenho muitos problemas nessa parte, não sinto necessidade de sexo.

    Responder

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