“A modernidade líquida em que vivemos traz consigo uma misteriosa fragilidade dos laços humanos- um amor líquido. A insegurança inspirada por essa condição estimula desejos conflitantes de estreitar esses laços e ao mesmo tempo mantê-los frouxos. ” ( ZYGMUNT BAUMAN- Amor Líquido)

Nos dias de hoje o desapaixonar-se se tornou tão fácil quanto apaixonar-se. Afinal são inúmeras as opções que as redes sociais e os apps de relacionamento nos oferecem!

Enquanto eu mantenho um papo no whatsapp, troco mensagens com aquela outra pelo Facebook e espero ansiosamente por uma resposta na velocidade da luz, mas caso nenhuma me corresponda, ainda tenho a terceira opção, com aquela com quem estou trocando SMS.

A superficialidade das relações gerou um conjunto de laços e indivíduos “descartáveis”. Se algo não é bom: descarta!

Temos que essas relações são reflexo da sociedade em que vivemos.

O que nos é cabido é que, em tempos de amores líquidos e pessoas descartáveis, venhamos a redefinir nossos valores e colocá-los em prática o que já é um bom começo para fortalecermos possíveis relacionamentos.

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