Já é fato que a expectativa de vida tem aumentado a cada ano. Somado a isso, temos a internet que ajuda a divulgar novos métodos e procedimentos de cuidados com a saúde, aparência e bem estar, além da quebra de tabus ao longo dos tempos. Resultado: aumento de cirurgias plásticas na terceira idade.

Segundo informações publicadas na Revista Exame, uma pesquisa da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética – ISAPS aponta que a cirurgia plástica na terceira idade tem sido cada vez mais frequente, sendo que 10% das pessoas que procuraram por cirurgias plásticas tinham mais que 65 anos de idade.

Em geral, os procedimentos mais procurados são: lifting facial, abdominoplastia e mamoplastia.

Podemos dizer que o lifting é o número um, já que a face é a parte mais exposta do corpo e, na terceira idade, sofre bastante com o aparecimento de linhas de expressão, rugas e ausência de sustentação na região do pescoço.

A ideia da cirurgia plástica é melhorar o aspecto da pele, suavizar sinais de expressão, sem deixar de lado a naturalidade da beleza que há em cada idade.

Mas num aspecto geral, a tendência é perdemos firmeza e elasticidade da pele, e a cirurgia plástica permite corrigir as imperfeições e resgatar o contorno corporal que, no decorrer do tempo, são afetados pela gravidez,  amamentação, tamanho dos seios, doenças e até mesmo o efeito sanfona derivado de grandes variações de peso.

Cuidar de si e se sentir bem é importante em qualquer fase da vida, mas a cirurgia plástica na terceira idade requer alguns cuidados especiais, devido ao envelhecimento do organismo:

1. Realizar um check up de exames para saber o estado de saúde do paciente.
2. Fazer acompanhamento médico caso tenha hipertensão, diabetes ou algum tipo de doença crônica que possa influenciar na cirurgia, deixando o cirurgião plástico sempre ciente da situação.
3. Deve-se evitar a realização de vários procedimentos ao mesmo tempo, para que o paciente idoso não seja submetido a um tempo excessivo sob efeito de anestesia.
4. Ter mais paciência no tratamento pós-cirúrgico, pois a cicatrização na terceira idade costuma ser mais lenta do que em indivíduos mais jovens, embora a maior flacidez da pele presente naturalmente nos pacientes idosos, muitas vezes, proporciona cicatrizes finais mais discretas, com menor incidência de queloides e alargamentos de cicatriz.

Cabe ressaltar que não existe limite de idade estabelecido para realizar uma cirurgia estética. O que determinará a realização da cirurgia será o estado de saúde da paciente, verificado pela avaliação pré-operatória da sua condição.

Fontes: Exame / Minha Vida

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