Buscar um profissional responsável para realizar uma cirurgia plástica pode ter a ver com muitos desejos e momentos na vida de um indivíduo. E tais momentos podem se remeter a reparações em outros departamentos da vida. Como se uma única cirurgia pudesse reparar anos perdidos em um casamento que se acabou, ou a buscar a juventude já perdida.

Podemos usar a palavra “armadilha” para esse tipo de situação, pois o caráter às vezes mágico, que algumas pessoas investem em procedimentos, pode desencadear efeitos deletérios a nível psíquico para os mesmos. O corpo idealizado configurado no imaginário feminino e no culto ao corpo da atualidade pode embaçar a noção de que as mulheres têm de ser perfeitamente belas aos olhares de nossa sociedade, quando já falamos que tal perfeição universal é um mito, e dos grandes!

Neste sentido, ter um acompanhamento psicológico pré-cirúrgico pode auxiliar a todas que buscam mudanças positivas para o corpo e o psiquismo, indissociáveis um do outro, para que possam localizar os reais fins e objetivos que cercam o procedimento. E a continuação deste acompanhamento no pós-cirúrgico tem como finalidade principal acompanhar a paciente e aplacar sua ansiedade com relação aos resultados obtidos, pois estes muitas vezes não são instantâneos e imediatos.

E lembrem-se, o cuidado com o seu bem-estar vai muito além da estética e das referências atuais de beleza… esse mesmo cuidado tem de preservar sua saúde mental e psíquica, para o seu próprio benefício! Gostaria de terminar esse post com palavras de uma grande mulher, Audrey Hepburn:

“Para ter lábios atraentes, diga palavras doces; para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas; para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos; para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia; para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinho; pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, você a encontrará no final do seu braço. Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos, uma para ajudar a nós mesmos, a outra para ajudar o próximo; a beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.”

Beijos e até logo,

Luiza.

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