Temos que na vida íntima das famílias, é importante mais investimento em afeto, tempo e atenção. A divisão doméstica de tarefas decorre de uma negociação permanente. Justamente por isso, o que manterá essa nova família unida é o empenho de todos os envolvidos.

É preciso que tenhamos sabedoria para escolher se permanecemos com os nossos ou recomeçamos uma nova jornada de uma nova experiência. Seja qual for a decisão, ela não traz de volta o amor original. Uma vez que a gente consiga de fato assumir a opção feita, então todos nós ganhamos e também perdemos, em que, nem sempre é fácil.

O desafio da nova família e como essa terá que aceitar que nem todos os conflitos serão resolvidos e conviver com as diferenças é o desafio maior de todos.

É importante mencionar, que a formatação da família dos últimos tempos mudou significativamente e, junto com as transformações, também aumentaram os desafios para manter uma boa relação entre os familiares. 

Vamos descobrir quais são os quatros desafios?

01-Tolerar as diferenças:

Temos que na vida íntima das famílias, é importante mais investimento em afeto, tempo e atenção. A divisão doméstica de tarefas decorre de uma negociação permanente a necessidade de respeitar a individualidade de cada um e estimular o diálogo e a reciprocidade. Significa aceitar que nem todos os conflitos serão resolvidos e que temos que aprender a conviver com as diferenças.

02-Superar os diferentes estágios do amor

Preservar o casamento e por tabela a união familiar não é fácil. E a grande causa dessa dificuldade está justamente no amor e nos desafios que as fases do ciclo de vida do casal e dos filhos impõe como desafios no desenvolvimento dessa família.

03-Ensinar o Respeito

Na maioria das famílias, a palavra solidariedade está abandonada. Estamos imersos em uma sociedade individualista. Cada um só pensa no seu prazer, no seu interesse e na sua liberdade. A solução é  educar o filho para pensar no outro também. Mas para repensar valores é necessária a convivência: fazer uma refeição em família, assistir televisão juntos ou sentar para bater um papo para ver que conceitos a criança está adquirindo. Se os pais não criam um espaço de diálogo, amanhã não saberão nada do filho.

04-Combater a comunicação violenta:

Temos que considerar um desafio educar num mundo tão violento como este. Temos presenciado  um grande avanço tecnológico acompanhado de um retrocesso nas relações pessoais. A violência está voltando à idade da pedra. O combate à violência começa em casa, com um diálogo franco entre pais e filhos – e muito limite. Gerar e dar limites é fundamental. A juventude está meio solta, ficando cada vez mais agressiva e cada vez mais cedo. A violência existe porque existe tráfico, pobreza, exploração do trabalho infantil e, sobretudo, desigualdade.  Se todos tiverem acesso a oportunidades, ou seja, a tudo que é capaz de transformar a vida de uma pessoa, viveremos num mundo menos violento.

Desejo que esse conhecimento venha ser multiplicado e replicado, para que famílias venham ser alcançadas por essas informações. 

Ellen Cristi Sarmento

Psicóloga & Terapeuta EMDR

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