Você consegue imaginar uma padaria que não serve pão, uma lavanderia que não lava roupa ou uma chocolateria sem chocolate? Melhor, e um bar que não serve álcool?

Em cidades como Nova York e Londres, os conhecidos como sober bars (bares sóbrios) tem ganhado audiência do público que não está precisa de álcool para se divertir. Mas não é porque eles não servem o ingrediente principal dos bares que deixam a desejar: o ambiente é aconchegante, abrem no período da noite, tem iluminação baixa e música. No bar, mixologistas desenvolvem receitas com ingrediente como xarope de tabaco, lingonberry e purê de jalapeño.


Getaway Bar (Foto: Reprodução Instagram)

Os motivos de procurar uma opção de vida noturna sem álcool são vários. Há pessoas que priorizam a saúde do que álcool, há esportistas querendo se divertir sem o perigo de cair em tentação, há quem não goste de beber, há questões religiosas e a lista só cresce.

Aberto no fim do ano passado no Brooklyn, em Nova York, o Getaway é um dos bares não alcoólicos que entraram para o radar na cidade. Mas ele não é o único, o bar pop-up Listen Bar, com cerveja falsa e kombucha na torneira, está atualmente fazendo um crowdfunding para construir um espaço permanente. O Ambrosia Elixirs, que promete “o sabor da intenção sagrada” em cada gole sóbrio, está em Bushwick há três anos, mas expandirá para espaços em Williamsburg e Manhattan.


Listen Bar (Foto: Reprodução Instagram)

Já em Londres, até mesmo os britânicos famintos por cervejas podem ser vistos bebericando matinis de beterrada no Redemption Bar. Os fundadores do empreendimento, Catherine Salway e Andrew Waters, foram inspirados a abrir o local depois de se perguntarem: “Por que a socialização deve ser sempre à custa de sua saúde?”.

Se você vai aderir aos sober bars ou não, a escolha é sua. Mas lembre-se do mais importante. No dia seguinte, nem sinal da ressaca.

Fonte: Revista Vogue
https://vogue.globo.com

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06
jul

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De uns tempos para cá quase tudo e quase todo mundo é merecedor do carimbo de top.

Colocou uma blusa nova? Blusa top! Clareou os dentes? Sorriso top! Caprichou na maquiagem? Make top! A amiga (que às vezes nem é tão amiga assim) apareceu na foto ao lado de uma suposta celebridade? Best top! Postou foto do sanduba com fritas da lanchonete badaladinha do momento? Gastronomia top!

É top pra lá, top pra cá, até que uma bela manhã eu acordei, abri minha página no facebook para verificar as curtidas os comentários, os quais sempre curto e quando me sobra um tempinho até consigo responder, e me deparei com a seguinte mensagem: “Téia, querida, você é uma escritora top!”

Na hora, pensei: top, eu?

Como é que uma pessoa que começou a escrever sem nenhuma pretensão há pouco mais de dois anos pode ser chamada de top? Pensei!

O que significa, precisamente, ser top?

Chata e metódica do jeito que sou, lá fui eu pesquisar sobre a origem do termo, o conceito, suas utilizações, etc. e tal e minha conclusão foi um pouco bizarra, pois caminhou no sentido contrário ao da intenção carinhosa e entusiasta da leitora gentil que, imagino, tenha querido atribuir a mim o auge, o cúmulo, a superioridade máxima no ramo literário.

Devo esclarecer que não estou nem de longe desmerecendo o elogio feito pela minha fã do facebook. Muito pelo contrário! Adorei, me senti muito prestigiada, mas ela conseguiu despertar em mim a famosa “pulga atrás da orelha”, me levou a refletir sobre o assunto e a chegar à belíssima conclusão de que eu, como autora, estou muito distante, mas muito mesmo, de chegar ao topo e muito “verde” para ser chamada de top.

Além disso, minha intenção é percorrer o caminho em direção ao cume com parcimônia, passo a passo, cuidando para evitar tropeços, atenta às armadilhas, subindo com calma, respirando, olhando a paisagem ao redor a cada pausa para o descanso, maravilhando-me com o cenário do entorno, protegendo-me das intempéries e se um dia, quem sabe, eu atingir o ponto máximo, o ponto “top”, isso significará que dali não poderei mais avançar.

Top é topo, é limite, é final de caminhada, é objetivo final, é a partir de onde se alcançou o extremo e não há mais nada, a não ser a descida, a ladeira abaixo.

Muito frustrante a minha conclusão sobre ser top, não acham?

Quero ser top não, minha gente! Agradeço muito o enaltecimento, fiquei bastante lisonjeada, mas minha auto avaliação não me permite abraçar esse termo.

Quero apenas seguir em frente, de preferência ao lado de vocês, sem perder minha essência, sem abrir mão dos meus princípios, sem passar por cima de nada, sem atropelar ninguém, para alcançar, se possível, o coração dos meus queridos leitores o que, se acontecer, me levará à realização completa.

Nada de ser top! Prefiro ser apenas eu mesma!

Téia Camargo

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Queridos leitores do BlogFV, em nosso post de hoje, estarei compartilhando algumas orientações que mudarão a visão de vocês em como construírem uma autoestima saudável na vida de seus filhos. E iniciarem um novo tempo em suas vidas.

Primeiramente uma boa autoestima é fundamental para que os filhos se sintam mais seguros, felizes e realizados.

Além disso, o amor próprio torna os filhos mais solidários e altruístas, colaborando ainda no seu desempenho escolar e na conquista dos seus sonhos. Sabendo disso, é muito importante que os pais se preocupem em fortalecer, a autoestima e autoconfiança dos filhos, desde cedo, isso é algo que pode ser feito de forma simples no dia a  dia da família. 

Então vamos lá descobrir quais são as sete dicas para turbinar a autoestima de seus filhos:

01-  Evite comparações:

Não compare seu filho com os irmãos, primos ou amigos. É fundamental ele entender que ninguém é melhor ou pior do que ninguém, todos somos diferentes porem complementares. O elogie ou, se for o caso, o corrija por suas atitudes e esforços e não por ele ser pior ou melhor do que alguém.

02-Escute:

E fundamental que venha estar aberto para ouvir o que sue filho tem a dizer, crie um ambiente de confiança para que ele sinta confortável para se expressar e o escute com toda atenção.

03-Valorize sue esforço:

Independente do resultado obtido é importante reconhecer o esforço e o trabalho da criança sempre que ela se dedicar a alguma atividade ou situação. Isso a estimula a tentar novamente e a se aperfeiçoar cada vez mais.

Outro aspecto importante, é ser claro e objetivo nos elogios sempre que seu filho se esforçar para realizar algo: “Parabéns pelo desempenho na prova” ou “Você está cumprindo sua tarefa de recolher o lixo da casa”, por exemplo. Assim ela vai saber  pelo que está sendo parabenizada.

04- Incentive novos projetos:

Estimule os filhos sempre quando decidirem vir a se aventurar em um projeto diferente ou tiver uma nova ideia. Caso o projeto ou a ideia não corresponda com a realidade da família, converse com seu filho de maneira franca e aberta, explicando a situação e propondo alternativas.

05- Promova sua autonomia:

Seja um facilitador em criar situações para que seu filho tenha que fazer escolhas (condizentes com a idade) , como decidir a roupa que vai vestir ou o filme que quer assistir. O envolva em atividades domesticas, e estimule-o  a participar ativamente do dia a dia da família fará com que ele se torne mais responsável e independente, além de se sentir útil e importante.

06- Considere suas emoções e sentimentos:

Quando seu filho estiver passando por um momento de tristeza, chateado ou com medo, não diminua o que ele está sentindo. Leve com seriedade suas emoções e ajude-o. Diga que isso vai passar e pergunte o que pode ser feito ara que ele se sinta melhor.

07-NÃO ROTULE:

Evite rotular o filho por suas características, como “gordinho”, “bagunceiro”, “desatento”.

Isso pode fazer com a pessoa interiorize  as características  e se sinta limitada a elas. Opte em usar palavras e frases positivas para corrigir suas atitudes, como “se você se organizar, vai ter mais tempo para se distrair com o que gosta” ou “que tal tentar resolver de outra maneira?”

Desejo que esse post possa ser compartilhado e principalmente a partir de hoje aplicado em sua vida!

Forte abraço!

Ellen Cristi Sarmento 

Psicologa & Terapeuta EMDR

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03
jul

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A frigidez e todo tabu que envolvem esta disfunção sexual feminina (DSF) é o tema da nossa coluna da semana. Sabemos que as mulheres podem ter a experiência do prazer sexual através de uma variedade de estímulos, mas mesmo assim grande parte das mulheres tem dificuldades de se excitar e de ter um orgasmo propriamente dito.

O diagnóstico de frigidez é devidamente ligado a bloqueios psíquicos e fisiológicos que se refletem no desejo, excitação e na obtenção de um orgasmo. Ressaltando aqui que: dor durante o ato sexual e falta de desejo ou orgasmo não são indicativos de transtorno, a menos que incomodem a própria mulher. A angústia que ela apresenta ao profissional que procura pode ser o indicativo para se caracterizar nesta disfunção específica.

Alguns casos de DSF contínua não raro estão associados a experiências de abuso sexual, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e distúrbios de ansiedade. Podemos distinguir frigidez primária, que começa em idade jovem, de frigidez secundária, que surge como consequência de determinado evento que ocorre numa fase mais avançada da vida.

Essa DSF é intimamente relacionada também com o grau de satisfação de um relacionamento e com o desempenho sexual do parceiro. Podemos lembrar ainda que as expectativas sobre um bom relacionamento sexual muitas vezes não correspondem a um relacionamento real, com as frustrações cotidianas normais. A apatia sexual da mulher acaba por tornar-se problemática numa relação quando ela começa a recusar ou evitar intimidade sexual e este comportamento provoca conflitos na convivência do casal.

E assim, o tratamento com psicoterapia pode beneficiar a comunicação com o parceiro, e se sentir confortável com o próprio corpo e entorno social da mulher.

Beijos e até logo,

Luiza.

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Uma das hamburguerias mais populares de São Paulo, o Cabana Burger oferece no seu cardápio opções veganas para lá de saborosas. Uma das que faz mas sucesso, o sanduíche que leva um hambúrguer de cogumelo recheado com queijo Cheddar, pode ser reproduzido em casa em poucos passos. Confira:

Ingredientes:

Hambúrguer de cogumelo:

2 unidades de cogumelo Portobello

35 gramas de queijo Cheddar inglês ralado

1 grama de sal

Empanamento:

50 gramas de farinha de trigo

1 unidade de ovo pasteurizado

150 gramas farinha Panko

1 grama de sal

Montagem:

1 pão de hambúrguer 

3 folhas de alface

2 rodelas de tomate 

maionese

Modo de Preparo:

Passo 1

Limpe os cogumelos, cozinhe por volta de 2 a 3 minutos no microondas com um prato em cima para eles diminuirem de espessura. Coloque o queijo Cheddar entre os cogumelos para formar uma espécie de hambúrguer recheado, reserve.

Passo 2

Coloque cada ingrediente em vasilhas separadas, só a farinha de trigo e sal juntos. Passe o cogumelo na farinha trigo, depois no ovo, depois na farinha panko, no ovo de novo e finaliza na panko.

Passo 3

Frite e deixe descansar

Passo 4

Coloque maionese no pão de hambúrguer, adicione o cogumelo recheado e, em seguida, finalize com alface e tomate e a outra parte do pão.

Fonte: Revista Vogue https://vogue.globo.com

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