No dia 20 de dezembro de 2018, foi publicada na edição do Diário Oficial da União, a Lei nº 13.770, que dá o direito à cirurgia plástica reconstrutiva, em casos de mutilação, para mulheres com câncer de mama. Por mutilação, entende-se um defeito na mama operada que necessite de reconstrução cirúrgica, como retirada dos mamilos e/ou aréolas, ou retirada de partes da mama que a deformem e que, portanto, necessite de cirurgia plástica.

Conforme a lei que entra em vigor em junho de 2019, os procedimentos de reconstrução do complexo aréolo-mamilar (nome técnico dado ao conjunto formado pelo mamilo e aréola de cada mama), assim como procedimentos de simetrização das mamas (cirurgias para tornar a mama sem câncer mais semelhante à mama reconstruída devido à cirurgia de retirada do câncer) passam a ser parte integrante da cirurgia plástica reconstrutiva.

A lei também prevê que, quando a paciente tiver condições de saúde adequadas, a cirurgia de reconstrução mamária deve ter início imediato após a cirurgia de retirada do câncer, ou seja, no mesmo ato cirúrgico. Na impossibilidade de realizar a cirurgia plástica reconstrutiva imediatamente, fica garantido o acompanhamento para a realização do procedimento, até que a paciente esteja dentro das condições clínicas necessárias.

O que muda com a nova lei?

Uma das mudanças mais perceptíveis são as alterações nos planos e assistências de saúde, que agora terão regras rígidas para cumprir.

Conforme informações publicadas na Revista Exame, as alterações desta lei mudam as regras em planos e assistências de saúde, visto que ela altera o que está previsto na Lei nº 9.656/1998, referente a planos e seguros privados de assistência à saúde, e também na Lei nº 9.797/1999, que prevê a obrigatoriedade da cirurgia plástica reparadora da mama pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para casos de mutilação em mulheres com câncer de mama.

Câncer de mama é caso de saúde pública

Medidas como essa se tornam importantes no combate ao câncer de mama em nossa sociedade. Conforme informações do INCA – Instituto Nacional do Câncer, o controle da doença é hoje uma prioridade da agenda de saúde no Brasil e também faz parte do Plano de Ações

Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), lançado pelo Ministério da Saúde, em 2011.
 
O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres em todo o mundo, representando quase 25% de todos os casos de câncer; no Brasil, cerca de 60.000 mulheres apresentaram casos novos de câncer de mama em 2018. Porém, esse percentual poderá ser diminuído, quanto mais informações, segurança e qualidade de tratamento as mulheres tiverem. Então, fique atenta: se sentir algum tipo de desconforto na região das mamas – dor, secreção, coceira, alterações na pele, na forma ou no volume das mamas, ou se encontrar um nódulo – procure um especialista. E também exija seus direitos: você tem amparo legal para solicitar reconstrução de suas mamas, caso seja necessário, tanto no sistema de saúde público quanto no sistema privado.

Fontes: Exame / INCA 1 / http://motivaimplantes.com.br

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Na certa você já deve ter ouvido a expressão “pensar fora da caixinha”, muito utilizada quando alguém quer se referir a uma ideia inovadora a respeito de alguma coisa ou à adoção de uma atitude que nos tire de nossa zona de conforto.

Mas do que se trata a tal da “caixinha”, afinal?

Há controvérsia quanto à origem do termo, mas independente de ele ser creditado a um ou outro consultor empresarial, há consenso quanto ao fato de representar as amarras convencionais que nos impedem de enxergar para além do óbvio e do habitual.

A “caixinha” seria, em outras palavras, os limites invisíveis que engessam e restringem a um determinado comportamento, impedindo o livre pensamento, a criação, a ousadia, a quebra de paradigmas ou o estabelecimento de novos critérios de entendimento.

O que não significa, necessariamente, que o indivíduo deva ocupar seu tempo apenas com ideias mirabolantes, com a elucubração de projetos fantásticos ou tampouco viva da expectativa de ser o próximo prêmio Nobel de alguma área da ciência.

Coisas mundanas e corriqueiras como mudar o foco, obter uma perspectiva diferente a respeito de determinadas ideias ou ações, permitir-se ouvir outra opinião, prestar atenção no alheio, simplificar uma tarefa, otimizar processos, buscar uma nova ocupação ou dedicar-se a um hobby, podem ser maneiras de romper com correntes impostas pela rotina, pela mesmice e pela acomodação.

Muitas vezes estamos tão arraigados a determinados conceitos, tão presos a certas normas e regras que que não nos damos a chance de repensar o entorno e enxergar com outro olhar o universo que nos cerca.

Quem vê a vida desmoronar de uma hora para outra sabe muito bem como é fácil a tal “caixinha” se desmantelar, deixando à mostra um universo estranho e muitas vezes hostil após ruírem suas, até então, acolhedoras paredes.

Quem passa um momento promissor e auspicioso, por sua vez, também sabe muito bem o esforço que foi preciso para derrubar as paredes de sua “caixinha”.

O fato é que se nossas “caixinhas” pessoais, construídas ao longo da vida por material sólido e estrutura intransponível poderão conter portas e janelas largas e abertas, por onde se possa colocar a cabeça para fora; poderão ser reformadas em sua fortaleza tornando-se mais translúcidas e iluminadas ou suas paredes tenderão a ser derrubadas para que o novo possa perpassar por ela quando bem entender.

A “caixinha” nos pertence e a nossa relação com o exterior só depende de nossa disponibilidade em acompanhar as inovações e estar aberto e flexível para as tendências.

Em tempos de realidade virtual, alterar o formato dessa “caixinha” pode significar um grande aprendizado e, ao mesmo tempo, uma excelente lição de vida.

Téia Camargo

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Temos que na vida íntima das famílias, é importante mais investimento em afeto, tempo e atenção. A divisão doméstica de tarefas decorre de uma negociação permanente. Justamente por isso, o que manterá essa nova família unida é o empenho de todos os envolvidos.

É preciso que tenhamos sabedoria para escolher se permanecemos com os nossos ou recomeçamos uma nova jornada de uma nova experiência. Seja qual for a decisão, ela não traz de volta o amor original. Uma vez que a gente consiga de fato assumir a opção feita, então todos nós ganhamos e também perdemos, em que, nem sempre é fácil.

O desafio da nova família e como essa terá que aceitar que nem todos os conflitos serão resolvidos e conviver com as diferenças é o desafio maior de todos.

É importante mencionar, que a formatação da família dos últimos tempos mudou significativamente e, junto com as transformações, também aumentaram os desafios para manter uma boa relação entre os familiares. 

Vamos descobrir quais são os quatros desafios?

01-Tolerar as diferenças:

Temos que na vida íntima das famílias, é importante mais investimento em afeto, tempo e atenção. A divisão doméstica de tarefas decorre de uma negociação permanente a necessidade de respeitar a individualidade de cada um e estimular o diálogo e a reciprocidade. Significa aceitar que nem todos os conflitos serão resolvidos e que temos que aprender a conviver com as diferenças.

02-Superar os diferentes estágios do amor

Preservar o casamento e por tabela a união familiar não é fácil. E a grande causa dessa dificuldade está justamente no amor e nos desafios que as fases do ciclo de vida do casal e dos filhos impõe como desafios no desenvolvimento dessa família.

03-Ensinar o Respeito

Na maioria das famílias, a palavra solidariedade está abandonada. Estamos imersos em uma sociedade individualista. Cada um só pensa no seu prazer, no seu interesse e na sua liberdade. A solução é  educar o filho para pensar no outro também. Mas para repensar valores é necessária a convivência: fazer uma refeição em família, assistir televisão juntos ou sentar para bater um papo para ver que conceitos a criança está adquirindo. Se os pais não criam um espaço de diálogo, amanhã não saberão nada do filho.

04-Combater a comunicação violenta:

Temos que considerar um desafio educar num mundo tão violento como este. Temos presenciado  um grande avanço tecnológico acompanhado de um retrocesso nas relações pessoais. A violência está voltando à idade da pedra. O combate à violência começa em casa, com um diálogo franco entre pais e filhos – e muito limite. Gerar e dar limites é fundamental. A juventude está meio solta, ficando cada vez mais agressiva e cada vez mais cedo. A violência existe porque existe tráfico, pobreza, exploração do trabalho infantil e, sobretudo, desigualdade.  Se todos tiverem acesso a oportunidades, ou seja, a tudo que é capaz de transformar a vida de uma pessoa, viveremos num mundo menos violento.

Desejo que esse conhecimento venha ser multiplicado e replicado, para que famílias venham ser alcançadas por essas informações. 

Ellen Cristi Sarmento

Psicóloga & Terapeuta EMDR

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Como anda a sua vida afetiva?

Você anda satisfeita com o relacionamento que mantém?

A comum resposta para estas duas perguntas costuma ser uma negativa, até porque somos mulheres, e é difícil estarmos completamente satisfeitas com o casamento ou com o namoro.

Você se lembra de como vocês se conheceram e que casal vocês eram?

Essa pequena lembrança pode ser o motivo pelo qual você está nesta relação. Resgate a história do casal e se lembre o motivo de estar junto de quem você está.

Um bom parceiro deveria ser companheiro, compreensivo e admirar você pela mulher que você é. Para essa equação fechar e você receber de volta do parceiro as coisas que anseia reflita: É uma mulher companheira? Costuma ser compreensiva? Você se admira como mulher?

Muitas mulheres mantêm relacionamentos desgastados pois acham que ele pode voltar a ser o que era no início… um bom encontro entre duas metades.

As mulheres tendem a relacionar o casamento ao amor romântico, enquanto os homens o relacionam com a construção de uma família e estabilidade financeira.

Busque uma escuta profissional para que estas questões possam surgir, terapia de casal pode ser uma boa saída para o seu relacionamento…

Beijos e até logo,

Luiza.

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Enquanto nós tendemos a pensar nos meses mais frios como o momento em que o sistema imunológico pode ser atingido com força, a verdade é que isso pode acontecer a qualquer momento durante o ano. Tudo se resume ao estado de seu corpo – estresse, cansaço e nutrição desempenham seu papel – que determina se você sucumbe aos vírus e com qual frequência.

Seu sistema imunológico é uma matriz complexa de células e sistemas que funcionam de forma coesa para te proteger contra doenças. É o sistema de defesa natural do corpo contra patógenos (bactérias, vírus e microorganismos causadores de doenças), além de promover um reparo celular eficaz. Os principais intervenientes no sistema imunológico são os glóbulos brancos, que combatem as infecções e os linfócitos, que circulam pelo corpo através dos vasos sanguíneos e linfáticos, e estão armazenados nos órgãos linfóides – que incluem adenóides (na parte posterior da passagem nasal), vasos sanguíneos, medula óssea, gânglios linfáticos, baço, intestino delgado, timo e amígdalas.

Para ajudar o seu sistema imunológico – antes de recorrer aos antibióticos – há algumas coisas que você pode fazer. Aqui estão as sete principais dicas da Vogue para aumentar sua imunidade. Confira:

1. Uma dieta rica em antioxidantes
Embora a vitamina C esteja no topo da lista quando se trata de evitar resfriados e vírus, os antioxidantes em geral oferecem um enorme apoio ao sistema imunológico, reduzindo a morte celular e promovendo o desenvolvimento de glóbulos brancos, que são a chave para destruir bactérias nocivas.

Antioxidantes também desempenham um papel fundamental na reparação de DNA danificado e aumentam a capacidade do corpo de se reparar. Os radicais livres essencialmente provocam uma resposta inflamatória nas células, enquanto antioxidantes trabalham para neutralizá-los e reduzir essa resposta.

A comida é a melhor fonte possível desses antioxidantes, então adicione alguns dos seguintes itens à sua lista de compras: frutas vermelhas, chocolate amargo, alcachofra, café, feijão, chá verde, maçãs, tomates, vegetais de folhas verdes e peixes oleosos.

2. Alho protetor
Um remédio antigo para doenças que ainda é comprovado como uma fonte de múltiplos benefícios para a saúde, o alho tem sido considerado um superalimento.

O composto ativo encontrado no alho, a alicina, possui propriedades antibacterianas que podem ajudar a prevenir doenças e infecções. Os benefícios do alho são, em última instância, suas propriedades anti-inflamatórias, que ajudam a manter o sistema imunológico funcionando da melhor maneira possível.
Um estudo do Journal of Immunology Research descobriu que a alicina também tem um efeito direto no aumento da contagem de glóbulos brancos, que combatem os radicais livres e as bactérias nocivas. A melhor maneira de tomar alho é incluí-lo em sua culinária ou em forma suplementar.

3. Saúde intestinal em dia
Mais de 70% das células do sistema imunológico do corpo estão localizadas nas paredes do intestino, o que explica por que a boa saúde intestinal é a chave para a função corporal saudável. O sistema digestivo desempenha um papel importante na metabolização das toxinas do corpo, como parte do nosso sistema desintoxicante natural.
Um aumento de fibra ajudará a movimentar e excretar rapidamente as toxinas no intestino. A fibra, em particular, tem um impacto direto na melhoria dos microbiomas localizados dentro das paredes digestivas.
Incluir suplementos pré e probióticos na sua alimentação também é uma dica valiosa.

4. Se movimente!
Um estudo realizado pela Medicine & Science mostrou que a caminhada regular aumenta a circulação de glóbulos brancos pelo corpo. O principal objetivo dessas células imunológicas é matar todos os patógenos causadores de doenças. Os mesmos benefícios podem ser aproveitados com treinamento regular de peso (resistência), o que aumenta a frequência cardíaca e a temperatura corporal (outro fator que contribui para matar bactérias). Este estudo, no entanto, também veio com uma advertência: qualquer exercício feito por 75 minutos ou mais em alta intensidade causa um aumento dos hormônios, o que pode comprometer o sistema imunológico. Então, um equilíbrio de baixa e alta intensidade é fundamental.

5. Tenha uma boa noite de sono
Os benefícios do sono bom, repousante e rejuvenescedor são infinitos, incluindo seu impacto no sistema imunológico. Pesquisas do Pflügers Archiv – European Journal of Physiology mostraram que o sono amplo e um sistema circadiano equilibrado (o ciclo sono / vigília do corpo e do cérebro) melhorarão a produção de citocinas anti-inflamatórias (substâncias secretadas pelo sistema imunológico) e células exterminadoras, melhorando a capacidade do organismo de combater infecções.

6. Reduza o consumo de álcool
Se você quebrar as moléculas do álcool, você está essencialmente olhando para o açúcar puro. Quando consumidos em excesso, o açúcar e / ou o álcool são os principais culpados pela redução da capacidade do corpo de produzir glóbulos brancos, o que significa que é mais provável que você sucumba a vírus e bactérias. A longo prazo, o álcool pode comprometer seriamente a função das células imunes, tornando o corpo mais suscetível a doenças. Para reduzir, experimente alternativas de baixo teor alcoólico e alterne cada bebida alcoólica com um copo de água.

7. Os melhores suplementos de reforço imunológico
Vitamina D: promove a saúde dos ossos e desempenha um papel na regulação do cálcio.
Glutamina: aminoácidos que podem ajudar a alimentar o seu intestino, promover a recuperação nas células e apoiar a função do sistema imunológico.

Vitamina C: reabastecer os níveis de vitamina C quando estiver se sentindo deprimido é uma ótima maneira de apoiar os níveis de energia.

Zinco: Um herói não reconhecido, o zinco é fundamental na ativação das células T, que ajudam a apoiar a atividade das células imunológicas. Tomar um suplemento de zinco pode ajudar a encurtar a vida útil dos sintomas de gripes e resfriados.

Echinacea: melhor quando ingerida em forma de tintura, as propriedades antivirais e antimicrobianas da equinácea podem suportar enormemente a função do sistema imunológico. Tem efeitos adaptogênicos potentes, que reduzem o estresse e podem fortalecer o sistema imunológico indiretamente.

Fonte: Revista Vogue
https://vogue.globo.com

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Barras de Chocolate de Granola, Banana Nut Bread, Matcha Cookies, Lemon Cake com leite condensado vegano, Vegan Chocolate Cake, Vegan Avocado Key Lime Pie com amêndoas, Crunch coconut granola…Tudo isso, além de nomes lindos, são doces criados por Grazi Simonsen sem açúcar, sem glúten, sem lactose, sem refinados e da forma mais saudável possível. 

E o melhor: sem perder o sabor e o prazer que a gente sente ao se jogar numa sobremesa irresistível. Grazi – que é filha de Isabella Suplicy, uma das maiores doceiras, chocolatier e confeiteiras do Brasil – vem revolucionando a cozinha da família com suas criações e reinvenções da Grazzi’s Green Goodies.

“Ela fez uma releitura dos meus best sellers, de uma forma muito inteligente, trouxe novas técnicas e ingredientes, como açúcar de coco, farinha de amêndoa e assim por diante, criando produtos bem antenados com os novos tempos”, contou a orgulhosa mamãe Isabella Suplicy. 

Graziella Simonsen

Nessa semana, Grazi desembarcou com suas iguarias no Iguatemi, onde está funcionando sua pop up e, já no primeiro dia, deu sold out em vários itens – que, aliás, já estão devidamente repostos. Eu fui conhecer de perto – e provar, claro! – e amei tudo!

Fonte: Revista Vogue https://vogue.globo.com

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