Você está saindo da vaga do estacionamento, seta acionada, metade do carro para fora e os motoristas da via não admitem parar por um minuto para que a manobra seja concluída, seu carro possa seguir viagem e deixar a vaga liberada.

Manhã de sol, você resolve dar fazer um passeio de bicicleta pela ciclovia e os que correm, caminham ou patinam despreocupados, ocupam o referido espaço destinado ao ciclismo sem que você consiga transitar com seu transporte de duas rodas.

Apenas um carrinho de compras na sua frente após meia hora de espera na imensa fila do supermercado, chega a vez da pessoa da sua frente e ela, sem a menor cerimônia, chama seu companheiro que se encontrava na fila ao lado com outro carrinho igualmente lotado de produtos.

Acredito que todos os que estão lendo os primeiros parágrafos deste texto já tenham passado por situações semelhantes esperando, de coração, que nenhum dos leitores possua o péssimo hábito de provocar atitudes grosseiras, mal-educadas e desprovidas de total falta de bom senso.

Todas as vezes que me vejo envolvida por um cenário semelhante ao dos relatos acima, me pergunto se as regras mínimas de convivência em sociedade ainda estão valendo ou se foram revogadas por alguma lei que preconiza o “cada um por si”?

Será que custa parar por alguns instantes para liberar o carro que está manobrando e assim deixar fluir o trânsito e a energia da gratidão?

Ciclovia foi construída para caminhada, corrida, patinação ou para a circulação de bicicletas? Alguém tem dúvida sobre a resposta?

É muito aviltante para alguém se dar ao trabalho de comunicar à pessoa que está atrás na fila do supermercado que suas compras não são apenas aquelas visualizadas, o que acarretará uma demora maior do que a por ela esperada?

Claro que a noção de certo e errado é bastante discutível, que o assunto é polêmico, que a abordagem envolve filosofia e religião, mas uma coisa é inegável: quanto mais cedermos ao comportamento abusivo, mais estressados e violentos seremos.

O embate e o conflito vêm se tornando uma desastrosa expectativa no nosso cotidiano. Há quem acorde e saia para a rua decidido a desafiar, há quem se arme para enfrentar o desrespeito e há quem consiga, às vezes, derrotar a arrogância.

Essa luta além de ter um preço muito alto, não premia vencedores e cobra de todos uma elevada taxa de felicidade.

Téia Camargo

16
maio

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Os temíveis códigos de barras podem ser tratados de forma simples.

Existem algumas possibilidades para fazê-los sumir.

Sabendo da máxima que procedimentos combinados o resultado é melhor

A toxina butolínica é o primeiro passo, visto que ela faz com que esse músculo não consiga contrair por um tempo.

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Andei lendo sobre outras culturas e como estas podem se organizar no entorno do feminino, e como elas são diferentes da nossa, patriarcal e monogâmica. E é até um pouco estranho para nós pensar em uma sociedade inteira fundada e baseada na sexualidade da mulher. E de fato existem pouquíssimos exemplos de sociedades que são verdadeiramente regidas e inspiradas por mulheres, mas elas existem, e nós poderíamos aprender algumas coisas com elas!

Estas são algumas delas:

  • EDE – Tradicionalmente, nas aldeias Ede do Vietnã, são as mulheres que possuem todas as propriedades e as passam para suas filhas. Elas também devem pedir seus maridos em casamento, e eles adotam o nome de família da esposa, vivendo na casa dela. A mulher mais velha da casa tem a sua própria cadeira artesanal, que deve ser cuidadosamente esculpida a partir de um certo pedaço de madeira. A terra é propriedade coletiva da aldeia, enquanto as florestas são sagradas, o que faz parte de sua antiga religião animista. Enquanto vestígios de costumes antigos ainda permanecem, as aldeias Ede de hoje são principalmente cristãs protestantes.

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  • HOPI – A tribo indígena americana Hopi se chama de “as pessoas pacíficas”. Eles basearam seu modo de vida em um respeito por seu ambiente, e tradicionalmente se organizam em volta das matriarcas. As mulheres ocupam a maior parte do poder, mesmo que o trabalho seja dividido igualmente. Todas as mulheres se reúnem sempre que um bebê na tribo chega aos 20 dias de idade, a fim de nomeá-lo. É uma sociedade extremamente cooperativa, e que evoca princípios comuns a todos os níveis.

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  • MOSUO – Na sociedade Mosuo, no sudoeste da China, perto do lago Lugu, as mulheres tomam a maioria das decisões de negócios e gerenciam as famílias completamente. O também chamado “Reino das Mulheres” é formado por 40.000 fortes damas, e é uma das últimas sociedades matriarcais do mundo. A “Ah Mi” é a líder suprema da casa, normalmente a mulher mais velha. Crianças são criadas comunitariamente. Muitas vezes, uma família ajuda a criar o filho de outra como se fosse sua. Enquanto todo mundo compartilha um espaço comum, mulheres com mais de 13 anos de idade ganham a privacidade de seu próprio quarto, chamada de “sala de floração”. As mulheres podem escolher seu parceiro, mas não ficam totalmente ligadas à ele. Como convém a uma cultura com nenhuma palavra para “pai” ou “marido”, as mulheres não casam. Em vez disso, têm quantos amantes quiserem, convidando-os para encontros secretos à noite (geralmente depois que os homens passaram o dia todo abatendo porcos, enquanto elas organizavam as finanças domésticas). A propriedade é transmitida através da linha feminina e não há nenhum estigma em não saber quem é o pai de uma criança. Tal utopia matriarcal tem desvantagens, no entanto – visitantes curiosos vão até a região antes isolada sob a sugestão equivocada de que as mulheres Mosuo oferecem sexo grátis o tempo todo. Infelizmente, algumas das aldeias anteriormente pacíficas foram invadidas por hotéis, cassinos, karaokês e até um “distrito vermelho”.

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  • AKA – Os homens do povo Aka, na Bacia do Congo, na África, têm sido descritos como os “melhores pais do mundo”. Eles brincam com seus bebês pelo menos cinco vezes mais frequentemente que homens de outras sociedades. Enquanto as mulheres caçam, os homens cozinham. Berços não existem; os casais nunca deixam os bebês deitados sozinhos, e se um deles bate em uma criança, isso é base para divórcio. Mais impressionante de tudo, os pais Aka oferecem seus mamilos como chupetas para seus bebês quando a mãe não está por perto.

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  • ALAPINE – Em todos os EUA, há cerca de 100 colônias compostas apenas de mulheres, onde ninguém com um cromossomo Y pode entrar. Estas comunidades em grande parte são compostas por somente lésbicas, e teria começado na década de 1970, quando um grupo de revolucionárias fundou um acampamento na praia de St. Augustine, na Flórida. Hoje, uma das maiores terras femininas fica na Alabama rural, em um acampamento chamado Alapine Village. 13 mulheres (a maioria com idades entre 50 e 80 anos) moram ali e cultivam a terra, além de participarem de atividades comuns, como canto e leitura de poemas.

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  • MINANGKABAU – Vivendo principalmente na Sumatra Ocidental, na Indonésia, em quatro milhões de pessoas, o povo Minangkabau é a maior sociedade matrilinear conhecida hoje. Além do direito tribal que exige que todos os bens do clã sejam legados de mãe para filha, o povo Minangkabau acredita firmemente que a mãe é a pessoa mais importante da sociedade. Após o casamento, cada mulher adquire seu próprio quarto. O marido pode dormir com ela, mas deve sair no início da manhã para tomar café na casa de sua mãe. Aos 10 anos, os meninos saem da casa de sua mãe para ficar em quartos de homens e aprender habilidades práticas. Os homens são sempre chefes do clã, mas são elas que escolhem o chefe e pode tirá-lo do posto se sentirem que ele não cumpriu suas funções.

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Nenhuma organização cultural se constela com perfeição, mas a sua diversidade e é inteiramente livre de como as julgamos moralmente. Tal multiplicidade constatada pelo mundo todo se define como no mínimo interessante, e o seu conhecimento se define como imperativo, para que cada vez mais nos aprimoremos como humanidade.

Beijos e até logo,

Luiza.

Brincos pesados com muito glamour são lindos né?!

Porém eles podem fazer um estrago nas nossas orelhas fazendo com que o furinho “rasgue”, principalmente se você tiver alergia a um material específico da peça e insistir em usá-la!
Quando isso acontece o procedimento é rápido e simples! Fazemos uma pequena cirurgia no consultório, com anestesia local, mas só poderemos fazer novo furinho um mês após o procedimento ok?!

E a partir daí a escolha dos brincos deve ser criteriosa, mas não precisa ficar sem aqueles lindos brincos grandes porque hoje existem muitas opções de materiais leves e hipoalergênicos!

Então vamos a escolha certa!!!

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A escolha do formato do implante ideal para cada caso deve levar em conta muitas questões, sendo a principal a forma anatômica do seu tórax e suas dimensões.

Além disso é muito importante o seu desejo, o que você gosta! O seu perfil!

Porque como sempre digo para minhas pacientes: “O que é Belo para uma não necessariamente é para outra , e essa é a magia do ser humano! As nossas diferenças é que nos fazem nos completarmos uns com os outros! Se formos todos iguais e gostarmos das mesmas coisas que graças teria !?”.

Então na nossa consulta é isso que busco em cada paciente, o que, dentro das limitações anômicas de cada caso, posso fazer para realizar o seu sonho!!

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