14
jun

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Desejaria compartilhar que estou muito honrada e grata com o retorno da minha coluna  aqui no BLOG FV , e meu agradecimento a pessoa da Dra. Fabiana Valera e sua estimada equipe.  

Esse espaço será  dedicado a informações e instruções para melhorar sua qualidade de vida emocional, relacional e familiar. Pois informação, gera vida e proporciona uma caminhada mais leve.

Nesse período de três anos que fiquei ausente aqui do BLOGFV, muitas novidades na minha trajetória de vida, como  o meu casamento e minha maternidade e expansão no meu universo profissional com aquisição de novas ferramentas . Essas novas realidades proporcionarão ainda mais enriquecimento de nossa troca.

Espero que possamos a cada tema trazido crescermos e trocarmos conhecimento e informação pois só dessa forma cresceremos e superaremos nossos desafios.

Um forte abraço

Ellen Cristi Sarmento

Psicóloga & Terapeuta EMDR

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As novas formas de se relacionar têm despertado a atenção e trazido à tona novas racionalizações para se pensar o verbo “relacionar”. Namoros à distância, casamentos pela internet, aplicativos para conhecer potenciais parceiros, e novas configurações familiares, tem sido algumas mudanças do nosso tempo para definir esta palavrinha.

Sabemos bem que os tempos mudaram, o tempo é bem mais rápido e não temos a mesma concepção de romance romântico que tinham os nossos avós e antepassados. A geração contemporânea tende a desmistificar os sentimentos com facilidade e praticidade, será que as novas formas de relacionamento, por vezes efêmera, tem sido prejudicial?

A liberdade é bem citada em alguns casos, as pessoas gostam de ir e vir entre pessoas com mais mobilidade, casa-se mais tarde, mora-se junto antes de chegar até o cartório ou a igreja. A mulher é bem mais independente, seu papel na sociedade é outro. E os homens estão se adaptando aparentemente a essa nova ideia muito bem. Porém, em meio a toda a esta dita modernidade, no Brasil, nos deparamos com uma construção social ainda machista, desigual, e este não é o foco desse texto, a discussão sobre a igualdade entre os sexos pode ficar para outro dia…

O fato é que tenho escutado ponderações sobre se essa modernidade está trazendo felicidade no contexto atual. Ela trouxe grandes mudanças na maneira de como “nos arranjamos”, melhorou a vida de algumas pessoas até, percebemos que ninguém é insubstituível, mas não podemos esquecer o quanto é importante ter alguém ao lado para dividir as coisas bobas do dia-a-dia. Assistir um filme sozinho hoje pode parecer uma atitude natural ou até mesmo um reflexo da independência, mas será que estamos nos tornando introspectivos? Querendo uma pessoa igualzinha a nós mesmos para dividir? Intolerantes talvez…

As mulheres não esperam mais o príncipe encantado e os homens não querem mais uma moça prendada que saiba cuidar da casa e queira viver somente para isso. Queremos alguém e queremos para ontem, se o outro vacilou, passe para a esquerda! Tudo é muito mais fácil e conveniente, sim, isso é muito bom, nos deixa mais livres para ESCOLHER. E o que queremos escolher nesse mar de opções disponíveis?

O encantamento dura menos tempo, é mais racional, emoções são deixadas de lado. Uma ligação telefônica reina como a forma mais pessoal de se alcançar a outra metade. Somos muito complexos, e isso é maravilhoso. Parte desta complexidade vem sendo perdida.

O grande desafio dos relacionamentos modernos é adaptar-se a complexidade e multiplicidade das características presentes no humano, e ao tempo necessário que se precisa para cair de amores por ela!

Beijos e até logo,

Luiza.

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Com intuito de corrigir a flacidez no braço e evitar constrangimento na hora de dar o “tchauzinho”, a braquioplastia tem ganhado cada vez mais adeptos.

A braquioplastia – também conhecida como lifting de braço e dermolipectomia braquial – é uma cirurgia plástica para corrigir a flacidez de pele na região do tríceps (a parte de trás do braço).

Ela é indicada para pessoas que perderam muito peso após uma dieta, realizaram cirurgia bariátrica ou têm predisposição genética a ter flacidez. Também pode ser indicada a pessoas que tenham ficado com a pele do braço muito flácida decorrente do envelhecimento.

Avaliação pré-operatória necessária

Para realizá-la, é necessário estar em boas condições de saúde e ter excesso de pele na região do braço que não pode ser eliminado com exercícios físicos.

Estes aspectos são avaliados através de um check-up de exames que apontam riscos cirúrgicos, doenças crônicas – como diabetes e hipertensão – e de pacientes com problemas no trato urinário ou coagulação do sangue. O cirurgião irá avaliar a necessidade da cirurgia e dos exames pré-operatórios que serão precisos.

Como é feita a braquioplastia?

Após a aplicação da anestesia geral ou local, é feita uma incisão na pele do braço na parte mais interna, com comprimento variável e que dependerá de quanta flacidez de pele necessitará de correção. A incisão poderá ocupar uma parte do braço ou toda a sua extensão, sendo necessário, eventualmente, chegar até a axila, em casos de grandes excessos de pele.

A cirurgia, geralmente, dura de 2 a 4 horas, dependendo da quantidade e extensão do excesso de pele a ser retirado. O tempo cirúrgico poderá ser maior caso haja a realização de outros procedimentos ao mesmo tempo, como lipoaspiração ou mamoplastia. Procedimentos menores podem permitir a alta no mesmo dia, em alguns casos.

Período pós-operatório

O pós-operatório da braquioplastia exige bastante atenção, a fim de se evitar a mais comum das complicações dessa cirurgia, que é a deiscência da incisão (abertura espontânea da pele suturada). Por isso, o paciente deverá tomar cuidado com a movimentação dos braços nas primeiras semanas, apesar de uma restrição muito severa dos movimentos não ser necessária. Além destes cuidados, é necessário:

• Evitar esforço físico em um período de 21 dias.
• Usar malha elástica compressiva por 1 mês.
• Evitar movimentos intensos com os braços.
• Carregar grandes pesos ou realizar exercícios físicos com os braços.
• Evitar exposição ao sol na região operada.
• Realizar drenagem linfática em casos de edemas.

Prós e contras da braquioplastia

O lifting de braço pode resultar em um aspecto mais firme dos braços e eliminar o incomodo de realizar movimentos em público – sobretudo o “tchauzinho”.

No entanto, há riscos de ocorrer cicatrizes hipertróficas ou queloides depois da cirurgia plástica, por ser uma região sensível e de grande movimentação.

Para evitá-las é necessário seguir as recomendações médicas e, em casos mais graves, procurar um procedimento estético alternativo depois do pós-operatório – como peeling, compressão das cicatrizes ou injeções de corticoides -, caso essas cicatrizes inestéticas aconteçam.

Fontes: Minha Vida / Dr. Piva / http://motivaimplantes.com.br/

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É uma brincadeirinha aqui, uma piadinha ali e as pessoas à nossa volta vão se permitindo externar determinadas opiniões a nosso respeito que se ditas repetidas vezes, podem nos fazer repensar sobre quem somos, nos deixando bastante confusos a respeito de nós mesmos.

Quando as palavras ou atitudes manipuladores são explícitas caracterizando assédio é mais fácil percebermos e nos policiarmos contra a postura maldosa ou as atitudes perigosas.

Mas se esse reconhecimento negativo de algumas das falhas e fraquezas é oriundo de um ambiente em que nos sentimos queridos e desejados, é muito comum que recebamos as críticas e as aceitemos sem questioná-las, entendendo que as pessoas que amamos e que, acreditamos que também nos amem, têm o direito de emitir alertas sobre nossas limitações.

Movidos pela necessidade de preservarmos as relações pessoais, relevamos uma, duas, infinitas vezes, deixando que que nos digam ou que façam conosco o que bem entendem, certos de que o que está sendo feito ou dito é “para nosso bem”.

Uma ova!  Criticar é uma coisa! Esculachar é outra.

Burro, feio, gordo, idiota, indolente e outros adjetivos pejorativos usados no convívio diário são armas pontiagudas que podem ferir de morte o destino e os sonhos de qualquer um que se deixe sugestionar pela frequência do insulto.

Nem sempre os entes queridos têm a exata percepção do quanto podem magoar ou do quanto isso pode agredir nosso amor próprio. Às vezes o maltrato é apenas uma diversão inconsequente e o hábito de humilhar, uma vaidade tola, um teste para exercitar o grau de poder sobre quem aceita com passividade suas ofensas.

A depreciação costumeira funciona mais ou menos como aquele ditado: “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.

Para bom entendedor meia palavra basta, mas como quem se deixa manipular pelo vilipêndio alheio não é muito bom entendedor, fica aqui uma dica bem clara e objetiva.

Não permita que te convençam daquilo que você não é, sob o risco de se tornar o que desejam que você seja.

Téia Camargo

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Segundo a revista Marie Claire, o Brasil é o país líder mundial em cirurgias de rejuvenescimento vaginal. Cirurgias como a ninfoplastia (redução dos pequenos lábios vaginais) e o enxerto de gordura, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, estão entre as mais procuradas pelas brasileiras.

A ISAPS já divulgou um relatório onde ficou estabelecido que o Brasil ultrapassa países como os Estados Unidos, na realização de cirurgias. E entre os procedimentos é constatado um crescente significante das operações realizadas em regiões íntimas do corpo.

A mulher brasileira tem se mostrado insatisfeita com a estética de sua vagina e consequentemente procurado alternativas cirúrgicas com a finalidade de remodelá-la. E a vida sexual se relaciona com a queixa estética? Seria esta uma tentativa de remodelar também o que acontece nos quartos das brasileiras?

Tal decisão preconiza o conforto e a segurança da mulher, que deseja se submeter a este tipo de cirurgia, que apresenta riscos e contraindicações como qualquer outra. Busque profissionais responsáveis e reconhecidos para tirar suas dúvidas…

Beijos e até logo,

Luiza.

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