Novidade quente de beauté: desembarca no Brasil a marca de maquiagem e skincare LimeLife by Alcone. Queridinha de Kim Kardashian, a brand é vegana e suas embalagens e refis são recicláveis e reutilizáveis. Legal, né?

Para quem não está familiarizado, a Alcone é a responsável por maquiar a maior parte dos atores de Hollywood nas telonas e em teatros – suas fórmulas garantem alta pigmentação e são livres de parabenos, ftalatos e formaldeídos…

A linha de makes é composta de bases, corretivos, blushes, pós translúcidos, bronzers, primers em spray,  sprays fixadores, sombras, delineadores, batons e ferramentas como esponjas e paletas personalizáveis. Na linha skincare, pense em sabonetes faciais, hidratantes, óleos séruns antioxidantes e esfoliantes.

Gostou? Os produtinhos estarão à venda no site e beauty guides da marca por todo o Brasil. Queremos testar jáaaa! 

https://www.limelifebyalcone.com/

Fonte: Revista Glamour

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Eu digo que amo para os meus amigos, cachorros, marido, parentes, e vou dizendo e amando por aí, sem a menor cerimônia, na maior cara de pau.

Ainda que o consagrado “Eu te amo” hollywoodiano por um lado tenha banalizado a expressão e por outro tenha feito com que muita gente morra de medo de se comprometer, declarar o sentimento, externar o carinho, vociferar a admiração faz um bem danado. Para quem declara e para quem recebe.

Daí vocês poderão argumentar: ah! Mas eu provo que amo todos os dias através dos meus atos e atitudes e não preciso ficar falando porque fulano (a) sabe disso e tem certeza do meu amor.

Pode até ser que saiba, sim. Mas qual o problema de falar? Garanto que esse tal fulano (a) vai gostar muito de ouvir e mesmo que sua demonstração de apreço seja o compromisso diário de lavar a louça do jantar e ainda fazer as compras do supermercado e guardá-las em seu devido lugar quando chegar a casa é melhor falar, só para garantir.

O comum é deixarmos para verbalizar nosso amor apenas em momento críticos, em situações especiais, boas ou ruins ou naquelas horas em que deixar de dizê-lo pega muito mal, ou seja, é quase uma obrigação.

Minha gente, vocês não precisam se declarar para o chocolate, o leite condensado ou o bolo de fubá da sua avó, mas se amam um ser vivente, digam isso em alto e bom som de maneira desavergonhada, despudorada.

Chega de reprimirmos abraços, de economizarmos beijos, de sonegarmos afeto.

Vamos dar um basta nessa repressão de sentimentos.

Afinal, qual o motivo de tanta vergonha? Que o outro vá lhe interpretar mal? Que o outro conheça sua sensibilidade? Que você exponha sua fragilidade emocional?

A gente deveria ter vergonha é de andar se xingando, se destratando e se desamando.

Diga “eu te amo”! Antes que seja tarde. Antes que seja inútil.

Aprecie o outro sem moderação.

Téia Camargo

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Nome mais incensado da arte brasileira dentro e fora do País, a modernista ganha retrospectiva em São Paulo que revisita toda a sua obra

Aqui e lá fora, Tarsila do Amaral(1886-1973) é sem dúvida o nome mais célebre da arte brasileira na atualidade. No Brasil, já ganhou personagem protagonista em minissérie da Globo (Um Só Coração, de 2004), inspirou o verão 2017/18 da Osklen, e suas obras hoje em dia estampam de cadernos de escola a rótulos de vinho. No exterior, foi coroada com retrospectiva no MoMA ano passado, que culminou com o museu comprando sua tela A Lua (1928) por US$ 20 milhões – o valor mais alto já pago por uma obra de um pintor brasileiro.

Mesmo assim, fazia mais de década que a artista, fundadora do modernismo brasileiro, não tinha uma exposição em sua terra natal. O hiato chega ao fim graças à Tarsila Popular, mostra do Masp que reúne 120 obras de todas as fases de sua trajetória. “Pode-se dizer que, dentro da história da nossa pintura, Tarsila foi a primeira que conseguiu realizar uma obra de fato nacional”, defende o curador Fernando Oliva. “Seu principal dilema caminhava junto com o desafio da primeira geração modernista brasileira: buscar um meio caminho entre o vernacular e a arte moderna.”  

Nascida em Capivari, interior de São Paulo, em uma tradicional família de fazendeiros, Tarsila realmente personificava este clash entre o que se via na arte da Europa do começo do século 20 (cubismo, dadaísmo, futurismo, e por aí vai) versus o que se via pelo Brasil fora dos museus. Mesmo tendo estudado entre 1920 e 1922 em Paris, na Académie Julien (voltou porque soube da articulação que rolava em São Paulo para a realização da Semana de Arte Moderna, da qual não participou), foram as cores, formas e figuras brasileiras que a colocaram no mapa das artes. Em 1923, nasce A Negra, considerada sua primeira obra-prima e um dos highlights da mostra do Masp. Na sequência, veio aquela que viria a ser sua “Mona Lisa”: a tela Abaporu (1928), parada obrigatória da exposição. Depois de uma temporada na União Soviética em 1931, onde visitou Moscou e São Petersburgo no auge do comunismo, iniciou sua fase de temática social, de onde saíram Operários e Segunda Classe, ambas de 1933 e que integram a seleção do Masp.

Interessante também ver a obra de Tarsila contrastada com a de Djanira Motta e Silva, que ocupa o subsolo do museu paulistano até o dia 19 (a de Tarsila fica no primeiro andar), e que se destacou, ao lado da colega de movimento, como uma das primeiras mulheres a terem seu valor reconhecido na arte brasileira. “Se você pensar que parte da história da arte canônica no Brasil é contada por homens, achamos que tanto uma quanto a outra mereciam uma reapresentação e uma revisão”, completa o curador.

MaspAvenida Paulista, 1.578. Até 28 de julho.

Fonte: Revista Vogue

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30
maio

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Acne é algo muito comum na adolescência em função dos hormônios que chegam com toda força nesse período e vem acompanhada de cravos e pele oleosa, e pioram com má alimentação e stress.

Acne na fase adulta surge de forma recorrente a da adolescência ou, em muitos casos, de forma inédita a partir dos 25 anos e as causas são variadas.

Na grande maioria das vezes são causadas por hormônios, sendo a Síndrome do Ovário Policístico (SOP) a mais comum, mas atualmente no consultório vem crescendo os casos em razão da nova era de reposição hormonal (chip da beleza), entre outros.

O tratamento de ambas as fases (Adolescência e Adulta) se assemelham, necessitando de cuidados diários e, em alguns casos, uso oral de antibiótico e isotretinoína.

Consulte seu Dermatologista para sua melhor indicação… E NUNCA SE ESQUEÇA de usar protetor solar próprio para sua pele😉

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Do ponto de vista psicológico, a menopausa é uma fase no ciclo feminino muito particular, que pode ser um momento de crise e de desequilíbrio hormonal, já que corresponde ao final da vida reprodutora de uma mulher. Pois para além do período de onde não se pode mais gerar filhos, constitui-se uma nova etapa no organismo, onde se podem experimentar inúmeras transformações derivadas do término da função ovárica. E o que atinge o nosso corpo repercute em nossas mentes, podendo se desdobrar através de questões em nossa saúde psíquica.

Quando os sinais de fecundidade começam a desaparecer podemos observar, em certas mulheres, sofrimento e angústia em se valorizar e se validar para o outro.

Como se o que houvesse de “útil” nelas fosse diretamente ligado à fertilidade que outrora tinham. Ideais arcaicos como esse desviam a atenção de um conceito muito importante, a fertilidade simbólica.

Uma mulher tem muito mais coisas a fazer para além de cuidar de filhos e realizar tarefas domésticas. Trabalhamos e produzimos, e mesmo muitas de nós que cuidam da prole e da casa realizam estes afazeres de maneira múltipla e dinâmica. A produtividade pode ser enfatizada pelo seu rendimento no trabalho (qualquer trabalho!) e o sucesso que advém de suas empreitadas e tentativas. Você pode atingir seus objetivos profissionais mais tarde, sempre gosto de me lembrar que Jessica Tandy só ganhou seu Oscar com 80 anos por “Conduzindo Miss Daisy”, ás vezes o reconhecimento chega mais tarde…

O desejo libidinal não esmorece com a chegada da menopausa, como muitas acreditam!

O culto a juventude que nossa sociedade costuma fazer, cheio de alusões a influências socioculturais já batidas, só faz implicar perturbações que não se aplicam ao nosso gênero. As mudanças físicas do climatério são parte de um processo natural do ciclo vital e do corpo, o envelhecimento.

Mas se você se sente desmotivada, desinteressada sexualmente, insone, entristecida, e indiferente com relação a atividades comuns para você, a menopausa pode estar trazendo com ela sintomas depressivos. Pode não se caracterizar como uma autêntica depressão, e até é controversa essa discussão, pois esta instabilidade emocional pode ser explicada através da conexão de neurotransmissores e suas novas atividades no sistema nervoso central. Não há nada de conclusivo neste ponto, mas tratamentos hormonais e psicoterapia podem lhe ajudar se esse for o caso.

Estamos aqui para debater sobre esse e outros temas!

Beijos e até logo, Luiza.

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Como essa gordurinha da papada incomoda né??
Mas tem tratamento e é SIMPLES, a Aplicação de enzimas!😍 A aplicação é precedida de anestesia local e a enzima é diluída também em anestésico, tornando o procedimento mais confortável. ✳ O procedimento é realizado 1x por mês ( tempo suficiente para quebra de gordura local )
✳ O local fica edemaciado na maioria das vezes por um período de 1 semana.
✳ A quantidade de sessões varia de acordo com sua necessidade

E existem outros procedimentos que podem ser associados após como fio de sustentação, alguns tipos de laser… Agende uma avaliação para definirmos o melhor para seu caso!

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