Se você também já ficou algum tempo na piscina e saiu com o cabelo verde, não se assuste, não foi o único. Este fenômeno é mais comum do que podemos imaginar. Porém, qual o motivo disto acontecer? Geralmente, cabelos loiros ou mais claros tendem a ficar com este tom esverdeado mais facilmente, não que seja inatingível aos cabelos escuros, mas por ter a cor forte não fica tão visível como nos loiros e claros. A maioria acredita que o causador desta coloração é o cloro, mas enganam-se.

Na verdade, quando os cabelos estão ressecados, os fios tornam-se “porosos” permitindo que certas substâncias penetrem na queratina dos fios. Neste caso, geralmente são as pontas dos cabelos que apresentam este tom verde, por estarem sempre mais ressecadas que a raiz.

A substância que faz com que isto ocorra é o cobre, que está situado nas tubulações da piscina ou em produtos utilizados para limpeza e manutenção da água. Aos poucos, o cobre dissolve-se na água juntamente com os ácidos existentes para baixar o nível do PH e vai transformando-se em sal solúvel. É este sal solúvel que penetra nas unhas e cabelos, trazendo a cor verde tão indesejada.

Outro responsável é o sulfato de cobre, substância química azulada que combate as algas, ele é usado junto ao cloro para controle da água.

Para evitar que seus cabelos fiquem verdes ao entrar na piscina lembre-se de sempre lavar com água doce e aplicar um leave-in ou creme hidratante mais pesado, de preferência com filtro solar, antes de entrar na piscina, e também depois que você sair da água. Umedeça os fios antes de entrar na piscina. Assim, se os fios estiverem ressecados, já terão absorvido água antes do primeiro mergulho e ficam naturalmente blindados aos agentes externos.

Mantenha o leave-in sempre em sua bolsa, e reaplique várias vezes ao dia quando estiver se expondo ao sol, assim além de proteger de ficar com os cabelos verdes, você também os protege do ressecamento.

Existem diversas “soluções caseiras” para amenizar o tom esverdeado do fio (se isso já ocorreu), os mais comuns são: leite, bicarbonato, vinagre…mas na maioria das vezes não resolvem, há a necessidade de um tratamento profundo, começando com um shampoo anti resíduo, ou até mesmo aplicação de coloração para neutralizar o tom verde. Procure sempre um profissional habilitado para isso, quanto mais tentativas forem feitas, maior será o dano aos fios.

Outro alerta da expert é em relação ao shampoo roxo, que não deve ser usado para reverter o esverdeado dos fios. Esses produtos são feitos para evitar reflexos amarelados, não verdes. Se você utilizá-los nesse momento o resultado pode ser uma cor ainda mais diferente, o que não é indicado.

Fonte: http://www.orangecosmeticos.com.br / www.segredosdesalao.com.br

Depois de um corte, um machucado ou queimadura, a reação da pele é formar um novo tecido para curar a ferida. O problema é que nem sempre a cicatriz que fica é lisinha, fininha e discreta. Em alguns casos, por genética ou mesmo por outros fatores, a pele sofre alterações que podem originar em cicatrizes hipertróficas ou queloides.

Embora a cicatriz hipertrófica e o queloide possam apresentar vermelhidão, coceira e elevação na pele, o queloide aparece em alto relevo, pele grossa e até acompanhado de dor. Este tipo de lesão se origina de uma produção exagerada de colágeno, fazendo com que a pele fique mais protuberante, ultrapassando os limites do ferimento. É, geralmente, originado por fatores genéticos, sendo mais comum em negros, asiáticos e hispânicos, até mesmo em jovens grávidas.  

Já a cicatriz hipertrófica é menos intensa e não ultrapassa os limites da ferida, pode aparecer em qualquer indivíduo e o seu surgimento acontece em torno de 2 semanas após a cirurgia,em qualquer região do corpo e, acima de tudo, pode regredir com o tempo num processo que pode durar de 6 a 16 meses após a cirurgia, mas não é uma certeza, porque varia dependendo do organismo de cada pessoa.

É importante deixar bem claro que caso surja uma dessas cicatrizes após a plástica, isso não é considerado como um erro médico e nem falha no pós-operatório, já que se trata apenas de uma predisposição do organismo.

Para as cicatrizes com formação de queloide, é difícil obter sua redução ou regressão. Alguns tratamentos consistem em reduzir a produção ou o acúmulo do colágeno por meio de cremes, mas somente esta medida pode não ser eficaz. Se o queloide já está bem desenvolvido, tratamentos mais invasivos podem ser necessários, inclusive cirurgias  podem ser realizadas.

Por isso, uma nova cirurgia também resultará em uma nova cicatriz que, desta vez, deverá ser melhor controlada para que não se forme um novo queloide. Assim, logo depois do procedimento é necessário recorrer a tratamentos que vão reduzir a atividade de colágeno na região, como é o caso da Betaterapia (radioterapia para pele) e da injeção de corticoide. 

Fonte: www.plasticadosonho.com.br / http://sbdrj.org.br/catnoticias

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O candidato ideal para qualquer procedimento de cirurgia plástica é um paciente de boa saúde mental e física. Na cirurgia estética, há tempo suficiente para o paciente obter uma melhor saúde possível antes de realizar o procedimento, isso já não é um luxo para quem necessita da cirurgia plástica reconstrutiva, que, muitas vezes, acontece depois de um trauma ou acidente, que é imprevisto. Uma das condições previamente avaliadas é o Diabetes.

A diabetes é uma das doenças que mais afetam pessoas pelo mundo, na atualidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o número de diabéticos quadruplicou em menos de 4 décadas, chegando a 422 milhões de pessoas.

Ela ocorre devido à elevada concentração de glicose no sangue, quando há defeitos na ação do hormônio insulina, que é produzido no pâncreas. Entre as principais causas estão o sedentarismo, a má alimentação com produtos industrializados e fatores genéticos.

Em cada tipo de diabetes – sendo as mais comuns tipo 1, tipo 2 e gestacional –, há uma série de complicações. Por conta disso, pessoas que possuem a doença acabam tendo que tomar diversos tipos de cuidados, não só na alimentação, mas também na hora de realizar uma cirurgia.

Uma pessoa com diabetes pode se submeter a uma cirurgia plástica estética, se ela tiver um rígido controle de seus níveis de glicose no sangue. Um bom controle dos níveis de glicose no sangue é determinado junto com a habitual carga de exames de sangue que vem antes de uma cirurgia plástica. Por isso, o cirurgião plástico sempre pede exames de sangue específicos para seus pacientes diabéticos. 

O endocrinologista deve ser informado do desejo de fazer a cirurgia plástica para decidir sobre o melhor momento para liberar o paciente para ser operado. Já na primeira consulta, o cirurgião plástico deve ser informado do tipo de diabetes, exames, e como está o controle da doença para estudar como será feita a cirurgia plástica e qual será o seu porte.

Vale lembrar que o período pós-operatório merece maior atenção em diabéticos. A cicatrização pode ser um pouco mais lenta, portanto se você é diabético e vai realizar uma cirurgia plástica, faça em período de férias do trabalho ou planeje um tempo que você terá no mínimo 2 a 3 meses de tranquilidade para realizar todo o processo – exames, cirurgia, cuidados pós-operatórios. Os pacientes diabéticos podem realizar a maioria das cirurgias estéticas com segurança, desde que o diabetes esteja bem controlado e eles sigam todos os cuidados pós-operatórios recomendados tanto pelo cirurgião plástico quanto pelo endocrinologista.

Muito cuidado com o uso de medicações hipoglicemiantes e o jejum para a cirurgia. A associação dos dois pode causar hipoglicemia (queda acentuada das taxas de glicose), o que pode ser muito perigoso e causar coma e lesões cerebrais. Pergunte ao seu médico exatamente como deve fazer em relação a isso.
É aconselhável que a cirurgia seja realizada de manhã, para diminuir o tempo de jejum.
Deve haver um controle mais intenso da glicemia no pós-operatório, principalmente daqueles que utilizam insulina.
Uma vez tomados todos esses cuidados, a cicatrização de pacientes diabéticos será bem semelhante à dos outros pacientes e os riscos estarão controlados.

Fontes: Uol / Lucio Gama / eduardofurlani.com.br/blog

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Em diversos sites relacionados à saúde, é comum ver algumas dúvidas sobre o implante de silicone, entre elas: o implante de silicone prejudica a mamografia?

Há décadas se discute se a presença de implantes de silicone interfere na precisão dos exames de imagem da mama, especialmente do mais popular deles, a mamografia. Entretanto, com a popularização cada vez maior dos implantes de silicone, essa questão se tornou mais conhecida fora da comunidade científica, sendo assunto frequente entre as mulheres que desejam colocar próteses de mama.

A prótese de silicone corretamente colocada não impede a interpretação adequada dos resultados da mamografia. A prótese pode, inclusive, promover o diagnóstico mais precoce de tumores na mama em alguns casos, porque a prótese acaba exercendo um efeito compressor sobre o tecido mamário, projetando um eventual tumor mais para perto da pele da mama, assim permitindo que ele seja palpado com um tamanho menor do que se não houvesse a prótese. A diferença na realização da mamografia de quem possui prótese de silicone é que ela precisa ser conduzida de forma mais detalhada, com manobras adicionais na execução do exame, no sentido de deslocar a prótese de mama para afastá-la da porção de tecido mamário que se deseja registrar na mamografia. Caso o médico, ao analisar as imagens da mamografia, entenda que esse exame não é satisfatório para elucidar algum diagnóstico, ele pode solicitar exames adicionais, como o ultrassom das mamas ou a ressonância magnética das mamas. Assim, fique tranquila quanto ao acompanhamento da saúde das mamas com prótese, porque ele pode, sim, ser feito de maneira segura.

Atualmente, o avanço da medicina na elaboração de próteses de melhor qualidade tem tranquilizado as mulheres quanto à operação e resultado final do implante de silicone. Então, pesquise sempre um cirurgião plástico certificado e questione sobre a qualidade do material da prótese que será utilizada.

É importante lembrar que, independente da escolha de colocar ou não as próteses, todas as mulheres devem fazer exames periódicos nas mamas como o ultrassom e a mamografia, principalmente a partir dos 40 anos, quando o risco para câncer de mama aumenta. Além disso, é válido sempre ressaltar a importância do auto-exame das mamas para a detecção precoce de qualquer nódulo – ele deve ser feito mensalmente e reportado imediatamente ao médico em caso de qualquer alteração.

Fontes: Veja / Minha Vida

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Não é nenhum segredo que a gravidez muda o corpo das mulheres e deixa “lembranças” do período, causadas pela flutuação de peso, hormônios e outros fatores. Também é um momento em que elas se sentem sem confiança e buscam medidas extremas para recuperar a aparência de antes da gravidez.

Uma dúvida bastante comum é se as mulheres que estão grávidas podem fazer cirurgia plástica. E o questionamento não é à toa. Não é nenhuma novidade que a gestação requer cuidados relativos à saúde da mãe e do bebê.

Na realidade, a resposta encontra-se nas particularidades de cada paciente. Apesar disso, a orientação geral dos médicos cirurgiões é a de adiar os procedimentos cirúrgicos para depois do fim da amamentação. A não ser que a gestante tenha algum problema grave e a cirurgia seja fundamental para que ela e/ou o bebê sobrevivam.

Todo o procedimento cirúrgico envolve riscos que podem ser potencializados durante o período de gravidez. Isso porque o organismo da gestante passa por diversas transformações nessa fase.

Dificilmente uma cirurgia plástica é recomendada no período de gestação. Mesmo os procedimentos mais leves devem ser considerados com extrema cautela. As possibilidades de complicações nas cirurgias plásticas mais comuns são relativamente pequenas, mesmo assim, devem-se evitar aplicações de qualquer tipo, como os ácidos, ou mesmo a utilização de remédios que tenham efeitos hemodinâmicos, como a lidocaína, em gestantes.

Outro exemplo é que a maioria das pacientes ganha peso durante a gestação e não precisam de mais volume em seus rostos. A literatura médica mostra que o uso de neurotoxinas também não é recomendado durante a gravidez.

O que é aceitável, de acordo com os padrões médicos, são procedimentos suaves, tópicos, no máximo. Mesmo assim, são feitos com moderação, para combater reações hormonais como o melasma, que é uma descoloração facial da pele bastante comum em mulheres grávidas.

O foco no desenvolvimento e na saúde do bebê é a prioridade. É após a gestação que a cirurgia plástica auxilia, e muito, as mulheres. É neste momento que um cirurgião plástico atua e contribui com segurança.

Então, o melhor conselho para as mulheres grávidas que se preocupam com sua estética global? Abrace a gravidez. Quando você está na marca de 5 meses todos sabem que você está grávida. Não espere parecer outra coisa senão grávida. Como o médico diz, a sua saúde e a saúde do bebê são de extrema importância. Depois você poderá reavaliar suas necessidades de cirurgia plástica após a gestação.

Fonte: Smart Beauty Guide / Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

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O Brasil é uma superpotência em cirurgias plásticas. Segundo dados publicados pela ISAPS (Sociedade Internacional para Cirurgia Plástica Estética), o país ocupa o segundo lugar em número de cirurgias plásticas para fins estéticos e continua sendo um dos países que mais investem nestes tipos de procedimento, mesmo na crise.

Conforme dados publicados no site Nexo, estima-se que só em 2015, o Brasil realizou mais de um milhão de procedimentos estéticos, incluindo os não-cirúrgicos e também os que envolvem cirurgias plásticas.

No entanto, a posição que o país ocupa no mercado de cirurgias plásticas não está apenas na busca do brasileiro pelo bem-estar e na autoestima como imaginamos, mas existem outros motivos que contribuem para o sucesso da cirurgia plástica no Brasil.

A busca pela cirurgia plástica no Brasil não inclui apenas os brasileiros, mas também muitos estrangeiros que visitam o país com o intuito de realizar algum tipo de operação, seja para fins estéticos ou corretivos. Isto acontece por que temos bons profissionais da área e consultórios que oferecem procedimentos estéticos seguros, reconhecidos internacionalmente.

O país também investe em bons materiais para que as clínicas e cirurgiões plásticos possam oferecer conforto, qualidade e segurança para os pacientes, auxiliando no crescimento de cirurgias plásticas no Brasil.

Um bom exemplo são os implantes de silicone com microchip, recentemente aprovados pela ANVISA, que concentram todas as informações da paciente na prótese. Através de um leitor digital, o cirurgião plástico sabe o formato do implante, tamanho, volume, série e lote de fabricação. Fatores este que, por mais simples que pareçam, auxiliam na segurança da paciente, na validade do produto, na possibilidade de troca ou aumento das mamas, sem que ela se exponha para isto.

Segundo dados publicados no jornal britânico The Guardian e reproduzidos no site Nexo, um dos motivos que fazem com que as cirurgias plásticas no Brasil sejam bem-sucedidas são também os custos baixos para as realizar, com a mesma qualidade de outros países que também são líderes no ranking. Como exemplo, a Nexo cita que um lifting facial pode custar em torno de US$ 15 mil na Califórnia e praticamente a metade do preço no Rio de Janeiro – cerca de US$ 8 mil.

Outro fator que contribui para o sucesso da cirurgia plástica no Brasil é que o governo está dando mais abertura à cirurgia plástica, entendendo como, muitas vezes, ela é necessária e nem um pouco fútil, tanto que aos poucos o Sistema Único de Saúde – SUS tem agregado diversas cirurgias plásticas como reconstrução mamária para mulheres que tiveram câncer de mama ou nasceram com alguma deformação nos seios, ou para mulheres transexuais, que podem contar com o apoio da mamoplastia e da neovaginoplastia para a mudança de sexo, entre outras. Por mais que ainda seja uma aposta tímida, já é um novo fator para que o Brasil continue avançando no mercado de cirurgias plásticas e se mantenha no ranking mundial.

Fontes: Nexo Jornal / Terra

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