Caso você não saiba do que se trata, não se preocupe! Eu também não sabia até poucos dias atrás quando a Dra. Fabiana Valera, nossa maravilhosa blogueira super, mega, blaster Cirurgiã Plástica me contou sobre esse conjunto de sinais e sintomas de nome engraçado e que vem se proliferando em velocidade de banda larga 4G.

A sigla FOMO é abreviatura da expressão “Fear of missing out” o que em português quer dizer algo como “medo de estar por fora”. Essa síndrome acomete aqueles que se tornam obcecados pela avalanche de informações do mundo virtual, pelas constantes atualizações das mídias digitais ou por tudo aquilo que se refere a esse universo.

Imaginem uma pessoa que checa milhares de vezes as mensagens, que verifica a caixa de e-mail a cada segundo, que vive à caça de novas fotos, novas posts, novos vídeos e eu ainda assim se aflige, se irrita, se angustia e se pergunta: Como é que eu não sabia disso? Como essa pessoa consegue ser tão popular? Por que eu estou nesta festa e não naquela outra que parece mais animada? Será que um dia eu também vou conseguir fazer viagens espetaculares? Onde foi que fulano(a) arrumou esse namorado(a) tão bacana? Quando será que eu poderei frequentar um restaurante tão caro? Imaginou? Reconheceu-se? Lembrou-se de alguém? Pois então: essa pessoa sofre da Síndrome de FOMO!

Viciada num mundo virtual que ela considera repleto de gente bem informada, bem sucedida, feliz, realizada, que sorri em fotos invejáveis, que relata relacionamentos equilibrados e românticos, ela passa a imaginar que não se enquadra nessas versões idealizadas de felicidade e acaba sofrendo por acreditar que fez ou está fazendo a escolha errada, que esteve ou está no lugar errado ou que convive com as pessoas erradas, já que não consegue satisfazer-se mais vivenciando apenas sua própria realidade.

E tome checagem para verificar se o outro, seja lá quem for, viajou, passeou, namorou, comeu, bebeu, se embebedou e enquanto isso deixou de assistir filmes, de bater um bom papo, de afagar alguém, de se deixar afagar, de dar risadas e de fazer ou viver uma infinidade de coisas que não aconteceram de verdade, em prol de uma disputa de exibicionismo que tomou o espaço de momentos que poderiam ter sido motivo de genuína felicidade.

O medo de estar por fora, a urgência de ser bem aceito perante a sociedade, a necessidade de ser curtido, de fazer parte de um número imenso de grupos de mensagens imediatas, pode ser tornar danosa e trazer mais frustração do que benefícios, dependendo de como nos comportamos em relação à nossa querida e amada tecnologia.

E aí, ficam as perguntas: não seria a hora de nos questionarmos se somos capazes de absorver tanta informação disponível? E o que fazemos com ela? Será que precisamos mesmo saber sobre tudo, o tempo todo? Será que é fundamental estarmos conectados a qualquer hora, em qualquer lugar? Será que corremos o risco de ficarmos alienados para sempre só porque não ficamos sabendo que a atriz tal engravidou?

Não tenho certeza sobre as respostas, mas acredito que o equilíbrio seja uma boa alternativa a se considerar!

Em nosso espaço neste blog, gosto de trazer novidades referentes às formas de se proteger e praticar o sexo de maneira segura e responsável. Já falamos sobre o preservativo que muda de cor ao entrar em contato com alguma DST. E hoje, sobre a mais nova invenção no que diz respeito à prevenção de maneira geral, camisinha em spray.

Nós todos sabemos que este não é o método favorito do público masculino, que tem mil críticas a fazer sobre o produto… Mesmo ela sendo o método mais popular para evitar doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez indesejada.

Para solucionar essa questão, o cientista alemão Jan Vinzenz Krause criou uma “camisinha em spray” em 2008, que serviria para todos os tamanhos e tipos de pênis, o projeto do produto foi arquivado, o spray demorava cerca de três minutos para secar e não teria sido aprovado pelos homens que o testaram. Antes da relação sexual, o homem colocaria o pênis em um tubo, que envolvia o pênis em látex líquido e apertaria um botão.  E assim, o spray cobriria o órgão genital totalmente.

condom1

E agora foi anunciado que uma aluna de design do Pratt Institute (Nova York, EUA) acredita ter achado uma forma mais efetiva e prática de se proteger na forma de spray. O produto criado por Michele Chu já tem nome – Girlplay -, mas ainda não há certeza de que ele vá ganhar o mercado. Ela diz acreditar que um dia o produto será viável e comercial. Ela disse:

“Pensei que o mercado de camisinhas precisava de algo revigorante”, ao blog de design “PSFK”.

spray-on-condoms-girplay

O que vocês acharam dessa nova ideia?

Beijos e até logo,

Luiza

No post de hoje gostaria de compartilhar com vocês queridos leitores, sobre a gentileza e de como ela pode trazer leveza e bem estar ao nosso dia a dia e aos nossos relacionamentos.
01 – Em dias mais frios, sempre que não estiver usando, ofereça seu casaco ao outro.

02 – Conforte o outro em situações assustadoras – seja com um abraço ou com uma palavra de carinho.

03 – Acolha o outro em momentos de insegurança e frise o quanto ele é capaz.

04 – Nunca imponha suas opiniões e diferenças. As pessoas são diferentes.

05 – Saiba reconhecer seus erros e peça desculpas sem medo ou receio. Dizendo não ao orgulho!!

06 – Valorize o beijo da pessoa amada e diga o quanto aquele momento é bom e importante.

07 – Abrace as pessoas com as quais você se importa e não seja o primeiro a sair do abraço.

08 – Respeite o espaço do outro. As pessoas são diferentes umas das outras e, portanto, também necessitam de doações distintas.

09 – Elogie. Elogios sinceros fazem mágica.

10 – Surpreenda pessoas especiais com presentes. Eles não precisam ser físicos e tampouco caros. O importante são o seu significado e valores reais.

Desejo que possamos praticar gentileza pois ela é como um efeito dominó, contagia a todos por onde passa.

Beijos e até o próximo post!!!

Ellen Cristi

 

  1. APARAR AS PONTAS FORTALECE O CABELO?

Cortar o cabelo apenas elimina as pontas duplas. Essa afirmação é um mito!  É bom cortar o cabelo para deixa-lo bonito e na moda, mas em nada vai interferir no crescimento ou na queda do cabelo.

 

  1. CORTAR COM A LUA CRESCENTE FAZ CRESCER O CABELO?

Não há nenhuma comprovação científica que consiga estabelecer o padrão de crescimento do cabelo com as fases da lua. Pode cortar na lua cheia, minguante, crescente ou na lua nova!

 

  1. NÃO PODE LAVAR OS CABELOS TODOS OS DIAS?

Claro que pode! O couro cabeludo é um dos locais mais oleosos do corpo e o acumulo dessa oleosidade pode levar a dermatite seborreica (caspa) e aí sim favorecer a queda de cabelo. O ideal é manter sempre o couro cabeludo limpo e sem acumulo do cremes ou óleos. Temos uma queda de cabelo normal de 100 – 150 fios todos os dias. Tiramos os fios soltos mais facilmente durante a lavagem e escovação dos fios. Caso lave os cabelos em dias alternados irá acumular os fios do dia anterior e do dia da lavagem dando a impressão de uma queda de cabelo maior.

 

  1. FICAR NO SOL AUMENTA A QUEDA DE CABELO?

Não tem nenhuma relação com a queda de cabelo. O que pode acontecer é deixar os fios ressecados e aumentar a quebra do fio.

 

  1. ARRANCAR FIOS BRANCOS FAZ CRESCER MAIS FIOS BRANCOS?

Mito! Se você arrancar um fio branco irá crescer outro no local igual ao que foi arrancado – branco! O que ocorre é o surgimento gradual de outros fios brancos pelo processo de envelhecimento. Daí a impressão de surgirem mais fios brancos no local.

 

  1. USAR ÁGUA QUENTE FAZ CAIR O CABELO?

Se seu cabelo for saudável, não há problema. Mas se você tiver dermatite seborreica ou caspa, a água quente vai aumentar a oleosidade do couro cabeludo e agravar o problema, gerando a queda de cabelo.

 

  1. CORTAR OU LAVAR O CABELO MENSTRUADA FAZ MAL A SAÚDE?

Não há nenhum problema! Pode lavar, cortar, pintar durante a menstruação. Só cuidado para não fazer uma mudança radical durante a TPM e depois se arrepender. (rsrs)

 

Em caso de queda de cabelo procure um médico dermatologista da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia). Ele vai poder investigar a causa da queda de cabelo e realizar o melhor tratamento possível para a sua causa.

 

Beijos!

 

Dra. Marianna Pires

 

Nunca foi tão fácil nos comunicarmos, não é mesmo? Temos ao alcance imediato das mãos telefones móveis, mensagens escritas, mensagens de voz, textos disso, textos daquilo e, no entanto, me pergunto, porque quase ninguém ao desrespeitar um compromisso firmado avisa, informa ou dá uma satisfaçãozinha básica que seja? Será que eu estou sendo muito radical ou é somente comigo que acontece de a toda hora me deixarem esperando, não aparecerem, não confirmarem, não ligarem de volta, não “darem a mínima”? Será uma perseguição pessoal ou uma catástrofe social?

Não sei mais o que fazer para que as pessoas ou as empresas e seus profissionais apenas cumpram com o que eles próprios estipularam ou ofereceram, atendendo prazos, horários, orçamentos, adotando posturas corretas e honestas ou honrando e sustentando o compromisso previamente assumido. Já usei várias estratégias nesse sentido:

– Fui argumentativa, ponderada, racional e me fizeram de boba;

– Usei a gentileza excessiva, a educação primorosa, a paciência de monge budista e me fizeram de palhaça;

– Parti para a ignorância, fiz “barraco”, criei caso, banquei a louca e me fizeram “de gato e sapato”.

O comportamento desrespeitoso, antiprofissional, antiético e desleixado virou regra e a exceção é nos encontramos numa situação em que tudo, absolutamente tudo, corra dentro das regras firmadas entre as partes, não importa se isso diz respeito à construção de uma casa, à revisão obrigatória do carro na concessionária ou à tintura do cabelo no salão que se frequenta há anos.

Aquela famosa frase: “Você pode me indicar alguém para fazer o serviço X, Y, Z”? De maneira invariável tem a mesma resposta: “Ih! Eu até conheço um muito bom, mas da última vez” e senta que lá vem história…triste, escandalosa, bizarra ou revoltante.

E nesses tempos em que o “gerundismo” assumiu o papel de mestre de cerimônia das futuras e intermináveis encrencas motivadas pelo descompromisso, num tal de “vamos estar agendando”, “vamos estar enviando”, “vamos estar blá, blá, blando”, eu até começaria a ficar simpática a essa locução verbal que ressoa ácida nos meus ouvidos se todos estivessem empenhados no “vamos estar FAZENDO”, “vamos estar “CUMPRINDO”, “vamos estar RESOLVENDO”.

Na contramão desse mar de descaso geral que assola nossa existência, que atrapalha nossa rotina, que oxida nossas células e que nos deixa à beira de um ataque de nervos, eu continuo ali, cumprindo, avisando, retornando, me preocupando com o outro e se isso está ultrapassado ou não, não quero saber.

Prefiro ser ultrapassada a ser descompromissada!

28
jul

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A frigidez e todo tabu que envolvem esta disfunção sexual feminina (DSF) é o tema da nossa coluna da semana. Sabemos que as mulheres podem ter a experiência do prazer sexual através de uma variedade de estímulos, mas mesmo assim grande parte das mulheres tem dificuldades de se excitar e de ter um orgasmo propriamente dito.

O diagnóstico de frigidez é devidamente ligado a bloqueios psíquicos e fisiológicos que se refletem no desejo, excitação e na obtenção de um orgasmo. Ressaltando aqui que: dor durante o ato sexual e falta de desejo ou orgasmo não são indicativos de transtorno, a menos que incomodem a própria mulher. A angústia que ela apresenta ao profissional que procura pode ser o indicativo para se caracterizar nesta disfunção específica.

Alguns casos de DSF contínua não raro estão associados a experiências de abuso sexual, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e distúrbios de ansiedade. Podemos distinguir frigidez primária, que começa em idade jovem, de frigidez secundária, que surge como consequência de determinado evento que ocorre numa fase mais avançada da vida.

Essa DSF é intimamente relacionada também com o grau de satisfação de um relacionamento e com o desempenho sexual do parceiro. Podemos lembrar ainda que as expectativas sobre um bom relacionamento sexual muitas vezes não correspondem a um relacionamento real, com as frustrações cotidianas normais. A apatia sexual da mulher acaba por tornar-se problemática numa relação quando ela começa a recusar ou evitar intimidade sexual e este comportamento provoca conflitos na convivência do casal.

E assim, o tratamento com psicoterapia pode beneficiar a comunicação com o parceiro, e se sentir confortável com o próprio corpo e entorno social da mulher.

Beijos e até logo,

Luiza.