Perguntaram a uma menina, de nove anos, o que ela gostaria de ser quando crescesse.

Ela respondeu:

– Eu gostaria de ser avó!

Ao ser interrogada sobre o porquê dessa ideia, ela completou:

– Porque os avós escutam, compreendem. E, além do mais, a família se reúne inteirinha na casa deles.

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Queridos leitores, para encerrar a série desse mês em dedicação ao mês da FELIZ IDADE, venho compartilhar com vocês um assunto de tamanha importância. Espero que curtam e compartilhem bastante!!!

Temos, que, quando se fala em idoso, logo se pensa num ‘velhinho’ sem forças ou numa ‘velhinha’ sentada fazendo tricô. Essa representação entra em choque com a atualidade, pois essas são imagens que não correspondem ao real.

É importante destacar, que grande maioria da população idosa tem características do envelhecimento sem estar nesse estereótipo. Não muito tempo, quando a expectativa de vida era menor e, entre tais pessoas, poucos eram os que mantinham uma boa saúde, o aspecto sexual era outro. Muitos se confortavam com a chance de suspender o sexo respaldado numa referência socialmente construída.

A vivência da sexualidade na 3ª idade nada mais é do que a continuação de um processo que teve início na infância. São os sentimentos de cada um, aliados às alterações anatômicas e fisiológicas trazidas pela idade que modelam o comportamento sexual de tais pessoas. E pelo fato da sexualidade ainda estar muito atrelada a reprodução ainda é difícil perceber a continuidade da sexualidade após determinada idade.

Algumas questões emocionais podem dizer respeito a conflitos conjugais, aposentadoria, morte da pessoa amada além do próprio fato de envelhecer, sem saber o que se espera e como agir diante de tais mudanças.

Informação e aceitação são ingredientes fundamentais entre os parceiros.

Fato é que a idade não dessexualiza o ser humano. Assim, não existe limites de idade para se conservar uma atividade sexual ainda que ocorram mudanças fisiológicas.

A sexualidade é uma forma de expressar carinho e afeto, sentimentos que não tem idade. Os desejos podem se modificar, mas não terminam. E para tanto, basta que o corpo seja respeitado.

Beijos e até o próximo post!!!!

Ellen Cristi

É uma “moda” onde desenhos são feitos na pele através da exposição ao sol intencional com desenhos cobrindo partes específicas da pele com filtros solares, roupas, fitas entre outros para formar desenhos na pele.

Infelizmente está se tornando popular nas mídias sociais nas hashtags como #sunburnart #tantatoo e #suntatoo.

A moda do sunburn art pode levar a diversas consequências como:

  • Manchas
  • Queimaduras solares
  • Envelhecimento precoce
  • Espinhas
  • Alergias
  • Herpes
  • E até, infelizmente, ao câncer de pele.

Quando se tem uma queimadura de pele mais de 5 vezes durante a juventude, pode aumentar o risco de melanoma (câncer de pele bastante grave) em até 80 vezes!

A recomendação é que se use filtro solar nas áreas expostas ao sol diariamente na quantidade correta e que seja reaplicado com frequência. Além dos filtros solares roupas, óculos e sombras também são importantes para a saúde da sua pele.

Moda boa é moda saudável!

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22
jul

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Já repararam como nossos jovens andam com fisionomias de enfado, com expressões de muxoxo e como suas atitudes de insatisfação têm se sobressaído às de vivacidade e entusiasmo que deveriam marcar a adolescência e a entrada na vida adulta?

Na Idade Média o tédio era um relativo sinal de status, pois quem não arava a terra não tinha muito o que fazer, e podia se dedicar a cultivar o ócio. Hoje, no entanto, vivemos um momento na História da humanidade em que a tecnologia mudou as relações, acelerou os processos, democratizou o acesso ao conhecimento, difundiu as atividades intelectuais e ainda assim, com tanta oferta de atrativos, rapazes e moças se entediam com facilidade, deixando-se enredar pelo vazio, sentindo-se desestimulados e desinteressados.

Os diversos ramos da Ciência estão debruçados sobre o tema, pesquisando, debatendo, discutindo e elaborando teorias e mais teorias sobre o assunto e enquanto isso nos perguntamos: “O que podemos fazer? Como agir para reverter a apatia e a frustração? De que maneira podemos estimulá-los?

As respostas são mesmo complicadas, mas do que eu não tenho a menor dúvida (fique à vontade para discordar da minha opinião) é que eles estão sempre procurando por algo que os desafie, que os excite e que os estimule a exercer o raciocínio e a criatividade.

Uma amiga me contou que sua filha, uma moça linda e inteligente, largou a Faculdade após o primeiro semestre do curso, pois achava as aulas chatas e ela já sabia quase tudo o que ensinavam. Fiquei pensando que se o educador tivesse percebido a aflição dessa moça talvez tivesse lhe proposto a liderança de um grupo de estudos, fazendo com que ela interagisse com os demais. Pode ser que ela tivesse se interessado, aprofundado seu conhecimento e até descoberto que não sabia tanto assim.

O fato é que nossos jovens consideram estabilidade, rotina e convenções pouco emocionantes e, por outro lado, interação, compartilhamento, chats, redes sociais, imediatismo e tantos outros termos estão incorporados ao mundo desses meninos e meninas, não importa a idade que tenham, que eles sentem uma necessidade constante de encontrar alguma coisa nova para experimentar.

No rastro desse entediamento, aliciadores de toda ordem, mais atentos, mais espertos e mais disponíveis do que pais e educadores, têm assediado a garotada e tido mais sucesso do que fracasso, infelizmente.

Está mais do que na hora de arregaçarmos as mangas, de nos informamos, nos atualizarmos, de nos integrarmos com nossos jovens criando novas e alternativas formas de canalizar toda essa energia, nem que seja pedindo-lhes que nos ajudem, ensinando-nos a conhecer melhor esse universo em que estão vivendo.

Um pouco de humildade, de aproximação gentil e carinhosa pode até fazer com eles se sintam mais importantes e melhores do que nós, mas e daí se for assim? Eu não me incomodo nem um pouco de inverter os papéis, se isso for para o bem.

E quero fazer isso logo, já, imediatamente, antes que algum mal intencionado ocupe o meu lugar.

20
jul

Postado por:

Sinto um enorme prazer em ser amiga.

Ser parceira, companheira, estar ao lado.

Daquele lado que se deixa o ombro à disposição,

Para a cabeça repousar e o coração abrigar.

 

Gosto de dar a mão, de apoiar o caminhar.

Gosto da sinceridade na amizade.

Fujo dos oportunismos, dos puxa-saquismos.

Amigos permanecem sendo, por toda a vida.

Para onde se for se leva. Junto!

Num sorriso, numa foto, numa lembrança.

Estão lá, presentes, num lugar dentro da gente,

Mesmo quando ausentes.

Amigos reais, virtuais, de antes, de hoje, de toda hora.

 

Um dia me perguntaram como eu posso ir sair,

Dar as costas, sem me despedaçar.

Penso que é porque quando junto meus cacos,

Colo os pedaços, e encaixo, no meio desse remendo,

Um pouquinho daqueles que deixaram em mim,

Um toque no coração, um afago tremendo.

Isso vai me sustentando, me escorando,

Vai me deixando seguir em frente.

 

Assim vou, por outros caminhos,

Novas conquistas, algumas aventuras,

Sempre criando, no baú das minhas amizades,

Um espacinho, um lugarzinho,

Para mais um que queira se aproximar, se chegar.

 

Sempre caberá mais alguém,

Se vier para ficar.

E se for do bem, pode vir.

Vem!

TÉIA CAMARGO,

Tem- se de acordo com alguns estudiosos, “o envelhecimento primário é um processo gradual e inevitável que começa cedo na vida e continua ao longo dos anos”. Interpretamos em outras palavras, que essa afirmação quer dizer que se começa a envelhecer desde o momento do nascimento, e é o que se faz (e como se faz) durante toda a vida que irá condicionar o envelhecimento secundário, ou terceira idade, já que este resulta dos hábitos desenvolvidos por cada um, desde a infância.

As pessoas estão vivendo cada vez mais, mas envelhecer com qualidade depende (e muito) de como foram a sua rotina, as experiências com a família, trabalho e consigo mesmas ao longo dos anos.

A grande questão é como devemos encarar esse processo natural do ciclo vital, e como obtermos o melhor nessa jornada, em que, muitos homens e mulheres dedicam todo o seu tempo aos filhos, trabalho, familiares e amigos e acabam colocando-se em segundo plano, acabam esquecendo-se de cuidar de si, de dedicar um tempo para a sua saúde física e mental; logo, quando chegam à terceira idade se deparam com a depressão e com o medo de morrer sem realizar sonhos individuais.

Muitos desenvolvem o que é popularmente chamado de “mania de doença”, mas que na verdade não passa de uma tentativa de chamar a atenção daqueles que tiveram a sua atenção exclusiva por muitos e muitos anos. Aceitar as mudanças do corpo também é um desafio.

Beijos e até o próximo post!!

Ellen Cristi Ramos