Olá!! Hoje vou falar de um clássico repaginado!!

Quem se lembra da palhinha dos móveis de antigamente?? Tenho certeza que muita gente né?

Pois então…ela está de volta! E com força total!!

Isso tudo tem uma explicação! A tendência no mobiliário segue normalmente as mesmas regrinhas do vestuário, e como não poderia deixar de ser, tudo que durante um tempo foi esquecido lá no fundo do baú, volta com força total e ganha ares de celebridade!!

Nesse caso temos uma releitura de um clássico, isso se deve também a circunstancias do mercado que, com a revalorização do artesanato, faz com que a palhinha volte com força total no décor, dessa vez em diversas formas possíveis, mais ousadas, mais inusitadas do que nunca, mas também em eternos clássicos do design nacional.

Esse material era muito popular entre as décadas de 50 e 70, também era conhecido como ‘palha de Viena’ por ter se popularizado na cidade austríaca no século XIX.

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Assim com muitos outros materiais, a “palhinha” ganha ares contemporâneos quando usado de forma criativa. Por ser uma trama natural vazada, a palhinha é ideal para o clima tropical, pois permite a ventilação e ajuda a combater a umidade quando usada em portas de armários. O acabamento pode inclusive ser pintado em diversas cores e servir de inspiração para produtos.

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Em uma visão particular, analisando o mobiliário atual e a volta da palhinha eu percebi que a mistura de elementos de diversos estilos está cada vez mais forte e que a regra que prevalece na hora de compor um ambiente é a possibilidade de aliar não só bom gosto, mas também a história de um mobiliário, a identidade, a personalidade e a essência de cada item escolhido para aquele espaço, resultando em um charme único e exclusivo!!

Então vamos aproveitar essa tendência super charmosa e abusar da criatividade nas composições!! Com a “palhinha” estando em alta no mercado atualmente devemos sempre lembrar que ela é um clássico do passado e isso nos permite ainda mais uma composição bem bacana com moveis antiguinhos e mais clássicos!!  Já pensou naquela mesa super bacana da sua vó que você ainda estava em dúvida se usaria? Tenho certeza que com essa nova produção de cadeiras de design em palhinha ela vai renascer!!!

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Espero que tenham curtido!

Bjs e até a próxima!

Chris Bernardes

Quando nossos pais chegam na 3ª idade os papéis invertem.

Somos nós, os filhos, que passamos a cuidar deles e nossos papéis acabam se invertendo. Valendo destacar, que a memória deles muitas vezes começa a falhar, o humor começa a oscilar e, devemos ter muita, muita paciência para saber lidar com nossos pais nesta fase. Para muitos, se ver nesta nova situação é complicado, pois os pais sempre foram referência na vida.

Eles sempre nos ajudaram durante toda a nossa vida e muita das vezes foram nosso porto seguro. Nos ensinaram a andar, a comer, a falar. O certo e o errado. Mesmo que muitas vezes achemos que o certo deles é o errado para nós. Eles nos ensinaram a essência da vida. Transmitiram os valores éticos e morais. Nos deram conselhos e aquele colinho acolhedor nos momentos mais difíceis de nossas vidas.

É importante destacar que a 3ª idade não é sinônimo de ociosidade, pelo contrário, os idosos precisam sentir-se úteis também, a superproteção faz mal ao idoso. E para isso os filhos precisam deixar eles terem algumas atividades, pois todo mundo gosta de ser útil!!!

Espero que esse post possa falar ao coração de vocês queridos leitores!!!

Beijos e até o próximo post!!!

Ellen Cristi

Se pedissem a você para conceituar o termo Mulher, o que viria primeiro à sua cabeça: sexo frágil, “bicho esquisito”, ser guerreiro, espírito maternal? São inúmeras as possibilidades não é mesmo?

Consideradas seres inferiores na sociedade patriarcal e machista em que vivemos, temos que “rebolar” para provarmos nossa capacidade profissional, para conquistarmos nosso espaço, para sermos dignas de vivenciar nosso desejo, para realizarmos nossas escolhas, enfim, para dar conta de tudo com eficiência e presteza a fim de que sejamos aceitas, elogiadas, ou apenas toleradas.

E então, o rolo compressor do cotidiano vai passando sobre nós, esmagando nosso amor próprio, nossos sonhos, nossa fé na vida, nos tornando mais rigorosas, mais enrijecidas, mais impacientes e menos tolerantes com todos, com tudo e com nós mesmas.

E é aí que mora o perigo de que aos poucos deixemos de lado nossa feminilidade, essa capacidade ímpar e maravilhosa, emanada de uma força interior incalculável, que nos permite rir de nervoso, gritar de raiva e verter lágrimas de pura emoção.

Felina manhosa, fragilidade poderosa, nosso ser feminino caprichoso nos autoriza a nos determos, ainda que por apenas um instante no meio de uma tarde atarefada, para apreciarmos uma flor; capacita-nos para interpretarmos o que diz o semblante de uma criança ou nos permite classificar como expressão máxima da obra de arte um bolo confeitado.

Mulher, fêmea, feminina, energia liberada de seu interior em forma de afeto, do olhar atencioso, da sensibilidade à flor da pele que alimenta sua beleza natural, aprimorada pelo cuidado com a aparência de seu exterior estético.

Mulher, fêmea, feminina! Somos assim!

Desvendar nossos segredos e conseguir se abancar em nossos corações, não é assim, para quem quer. É para quem pode!

Jovens estudantes britânicos chamados Daanyaal Ali e Chirag Shah de 14 anos, e Muaz Nawaz de 13 anos, criaram uma camisinha pra lá de moderna. O novo preservativo masculino muda de cor ao entrar em contato com algumas doenças sexualmente transmissíveis, como a sífilis e a clamídia. O preservativo chamado de “S.T.E.Y.E.” possui um indicador que revela as infecções de acordo com a quantidade de bactérias presentes.

Os criadores do produto buscavam uma forma de detectar DST’s de forma segura e de maneira não invasiva. Afirmaram que: “Temos certeza que somos capazes de dar paz de espírito aos usuários e permitir que as pessoas vivam de forma mais responsável do que nunca”.

Eles ganharam a categoria inovação em saúde do TeenTech, um prêmio que encoraja adolescentes a explorar o mundo científico, e ainda receberam 1.000 libras de presente e foram convidados a conhecer o palácio de Buckingham, em Londres.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), mais de um milhão de pessoas adquirem diariamente alguma infecção sexualmente transmissível. No Brasil segundo levantamento da Gentis Panel, empresa especializada em pesquisa de mercado, após entrevistarem cerca de 2 mil pessoas de todo o nosso país, concluiu que 52% dos brasileiros nunca ou raramente usam preservativos. E mais, 10% utilizam às vezes, e só 37% se protegem com frequência.

Sendo que a camisinha é o método contraceptivo mais seguro e barato para prevenir doenças e gestações indesejadas…

O Ministério da Saúde aponta que mais de 95% da população conhece a camisinha e reconhece que é o método mais eficiente para não contrair o vírus da AIDS. O que estaria levando nossos jovens e adultos a ignorar a maneira mais prática para evitar tais doenças? Vamos torcer para que essa iniciativa dos ingleses nos deixe mais afeitos a cuidar de nossa saúde sexual.

Beijos e até logo,

Luiza.

No post de hoje gostaria de deixar uma dica para que possamos a cada dia convivermos com as diferenças e termos harmonia em nosso porto seguro que é o que chamamos de lar.

Sendo então compartilharei algumas regrinhas muito especiais:

Dica 1 – Treine todos para servir.

Família é coletividade e a função da coletividade é tornar a vida mais simples e mais fácil. Pense: uma pessoa vai à padaria e compra pão para cinco. Ou os cinco vão cinco vezes à padaria?

O servir é a base de uma constante simplificação da vida. A educação dos filhos deve se basear neste princípio.

Dica 2 – Use palavras nobres para o diálogo e o entendimento ficar mais fácil

O uso de termos nobres permite o entendimento das interrelações entre todas as variáveis da vida. O egoísmo, o rancor e a inveja são incentivados sempre que a realidade fica desconectada. Ou seja, o egoísmo é incentivado por uma visão parcial da realidade.

Regra 3 – As fraquezas dos outros devem ser amparadas

Casal tem muito disso: “Ela me enche com estas coisas sem importância…” Eu digo: “se é sem importância para você e é importante para ela, faça o que ela quer”. Para que discutir por algo que é sem importância?

A identificação destas dificuldades deve ser motivo para amparo, apoio, orientação e sacrifício pessoal.

Nunca uma família vai ser 100%. Para criar uma família recheada de paz e amor deve-se ter claro que haverá desafios. É fundamental haver sacrifício – perder onde o outro não consegue propiciar algo bom. A finalidade do sacrifício é preservar o que é o melhor. Ou seja, perder no varejo para ganhar no atacado. Manter o equilíbrio e poder usufruir do que é bom.

Espero que tenham curtido a série desse mês de junho!!!

Beijos e até o próximo post!!!

Ellen Cristi Ramos

Acho que eu disse para mim mesma umas três ou quatro vezes essa frase no mês que passou.

Não que eu seja uma consumista inveterada, mas vamos combinar? Quem resiste à mega liquidação de sua loja predileta ou às atraentes vitrines cheias de cartazes de desconto nos tentando? Pois é, e aí quando nos damos conta o saldo bancário já está no negativo e as dívidas adiam mais uma vez nossos sonhos e desejos, sem contar que na maioria das vezes o arrependimento surge nos primeiros quinze minutos após o “surto impulsivo” nos dominar.

É preciso que estejamos atentos às armadilhas preparadas pela falta de organização financeira que nos distancia de nossos objetivos e focar numa coisa que não é segredo, mas às vezes a gente esquece: alocar os recursos de maneira sábia para ter controle sobre as decisões. Simples, eficiente e infalível!

Ah! É difícil? Um pouco, mas não é impossível!

Quando não se sabe como ou por onde começar, uma ótima ajuda é pesquisar os inúmeros cursinhos de orientação financeira disponíveis na internet. Há vários gratuitos e um deles deverá agradar e atender às necessidades de quem precisa de auxílio nesse sentido.

É primordial fazer um planejamento realista, baseado em ganhos efetivos, com metas claras e precisas, limites estipulados para cada grupo de despesas, sejam elas pessoais ou domésticas.  Assim, quando a meta daquele item “estourar” será possível visualizar o tamanho da encrenca e decidir se continua ou estanca a sangria.

Lembre-se, isso é uma reeducação orçamentária e como tal deve acontecer aos poucos, sem stress, desespero, choros e lágrimas e deverá ser incorporada à vida como aprendizado e não como castigo.

Passo a passo será possível repensar as escolhas, abrindo espaço para que aquela viagem tão sonhada, a cirurgia plástica mais do que desejada (Olá Dra. Fabiana Valera, espere por mim, ok? Estou chegando!), o almejado imóvel próprio ou até o investimento na previdência privada visando uma aposentadoria mais polpuda, que serão alçados do campo dos sonhos para alcançarem status de deliciosa realidade.

De novo, não é fácil, mas é possível. Eu substituí a teoria pela prática e comecei a me organizar. Acho que vai dar certo! Acho, não, tenho certeza! Um pouco de disciplina, alguma determinação e muita força de vontade serão ingredientes fundamentais para o sucesso dessa empreitada.

Só não vou me isolar do mundo nem me distanciar de todos e de tudo para acumular, pois penso que ter é muito bom e faz um bem danado quando proporciona prazer sem escravizar.