A dieta está em dia, os exercícios também. Mas você se sente pesada, sobe na balança e os resultados não aparecem. Antes de desistir e enfiar o pé na jaca, entenda porque isso acontece.

Emagrecer exige mais do que apenas fazer dieta e praticar atividades físicas. Em nosso cotidiano, existem hábitos que prejudicam nosso metabolismo — e que, muitas vezes, nós nem os percebemos. O endocrinologista Pedro Assed bateu um papo conosco e nos ajudou a identificar 5 boicotadores do bom funcionamento do nosso organismo. 

1. Não resistir a um “belisco”
O problema: beliscar fora dos horários programados, como quando está cozinhando, ou comer um biscoitinho enquanto trabalha. Não confunda com aquele lanche que você deve fazer entre as principais refeições é ok! — e acelera seu organismo.

Solução: Custe o que custar, não fure a sua programação alimentar. O que pode ajudá-la é observar os seus horários e criar sua própria agenda, respeitando aquele limite de três horas entre refeições. Você também pode trocar o belisco por um chá quentinho. Muitos deles inibem o apetite e dão aquela sensação de saciedade, como o verde, o de laranja e o de gengibre.

2. Sede não é fome
O problema: Muita gente confunde sede com fome, daí come quando o que precisava mesmo era de um refresco. A região do cérebro que avisa se estamos com sede ou fome é o hipotálamo. Como muitos alimentos contêm água, é possível trocar os sinais sem perceber. É a chamada falsa fome!

Solução: É preciso aprender a entender o seu corpo. Sentiu fome fora de hora? Antes de comer, beba um líquido. Isso irá estimular a região do cérebro responsável pela saciedade e irá liberar dopamina, um neurotransmissor que causa a sensação de bem estar. Seu corpo irá enviar para o cérebro a informação de que você já resolveu o problema. Se o desejo continuar, é porque você realmente está precisando comer. 

3. Falta água no seu organismo
O problema: Muita gente simplesmente esquece de beber água, o que não só prejudica a sua saúde em geral como atinge diretamente o seu metabolismo. Quando bebemos dois copos de água seguidos, a performance dele pode melhorar em até 30% por meio da mobilização de gorduras. Isso porque o organismo precisa equilibrar a temperatura da água com a do nosso corpo, que é de 37 °C.

Solução: Beba água! Para quem tem dificuldade de adotar esse hábito, Pedro dá a dica: “Saborize a água com frutas de sua preferência”. Caso o problema seja esquecimento, há apps que ajudam a lembrar, como Waterbalance, Hydro Coach, Water Drink Reminder e o Beba Água.

4. Dormir mal
O problema: Segundo Pedro, noites mal dormidas significam maior chance de ganhar peso devido à melatonina, hormônio fundamental para regular sono, fome e outras funções do organismo. “Ela é liberada em maior quantidade quando se tem boa higiene do sono. Isso tem sido cada vez mais implicado na manutenção do peso corporal”, diz.

Solução: Há uma série de coisas que você pode mudar para melhorar o seu sono. Entre elas, criar um ambiente favorável (de preferência, escuro), alimentar-se duas horas antes de dormir e não se exercitar à noite. Usar o celular na cama é proibido, só deite nela na hora de dormir! “De preferência, deite-se antes da meia-noite para garantir as 8 horas ideais de sono”

5. Exagerar no bar
O problema: Ingerir bebida alcoólica mais de uma vez por semana é um hábito que atrapalha diretamente no seu emagrecimento. O álcool é rico em calorias. Uma taça de vinho, por exemplo, equivale a 5 colheres de chá de manteiga! Além disso, a substância aumenta a liberação de cortisol, um hormônio que “quebra” músculos e retém gordura.

Solução: Examine seus hábitos de consumo e vá reduzindo aos poucos. Tente trocar os convites para happy hour por programas mais light, como ir ao cinema ou combinar uma pedalada com a turma de trabalho. E, quando for beber, estabeleça um limite e o coloque em prática.

Fonte: revistaglamour.globo.com

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As cicatrizes possuem características únicas de uma pessoa para outra, e as vezes em um mesmo indivíduo ela pode se comportar de maneira diferente de um local do corpo para outro local.

Existem algumas regras para que a cicatriz fique fina, clara, sem vermelhidão, pigmentação etc mas nem sempre conseguimos respostas cicatriciais que desejamos, por isso hoje já dispomos de muitos tratamentos preventivos e curativos para todos os tipos de cicatrizes!

Um fator importante é a sensibilidade pois, após um corte, e consequentemente uma cicatriz no local, os nervos não se comportam da mesma maneira e é normal em uma cicatriz recente termos pruridos (coceira), fisgadas, parestesia, etc e isso vai amenizando com o tempo e é extremamente variável de uma pessoa para outra.

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Escuto muito na clínica e na vida sobre esse grande dilema do mundo feminino, a ideia de que ser mãe é muito diferente de ser mulher. Os hábitos mudam, novos afazeres são introduzidos no dia a dia, e o que você costumava fazer somente para você pode sumir em um piscar de olhos.

O prazer que existia em pequenas coisas como fazer hidratação nos cabelos em casa sozinha no seu banheiro, ou as unhas semanalmente são trocados por outros prazeres, como o de dar banho no seu filhote ou se vestir como a sua filha…

A maternidade é um dos eventos mais marcantes na vida de uma mulher, dar a luz a um filho e ao mesmo tempo se tornar mãe é uma grande mudança, repleta de novas emoções e contraditório no que diz respeito a sexualidade. Algumas mulheres se sentem plenas em relação a sua vida sexual, que melhora após terem passado por processo de parto. Outras relatam que sentem a libido diminuir e referem insegurança com o corpo novo do período pós-natal. É um processo singular e individual para todas.

Mas o que é comum para a maioria das novas mamães é fato: o foco de sua atenção se volta para a criança e o tempo para se cuidar é reduzido. Por motivos óbvios, o bebê demanda o seu foco integral pois realmente precisa exclusivamente de você para se desenvolver e crescer com saúde.

E embora toda essa nova atenção e tempo que você dispende seja mais do que justificável, ele não deve servir de pretexto para que você se esqueça da pessoa mais importante na vida de seu filho: VOCÊ!

E se essa ambivalência de desejos faz com que você se sinta culpada por algum motivo lembre-se, VOCÊ É A MELHOR MÃE QUE SEU FILHO PODERIA TER!!!!

Cuide da sua autoestima, e isso refletirá nos investimentos afetivos que você infere a sua família e com todos que te rodeiam!

Uma mãe dedicada pode ser ao mesmo tempo uma mãe vaidosa, os dois estereótipos combinam… pode acreditar em mim! Equilíbrio é muita coisa nessa vida, e malabarismo bem feito é coisa de mãe mesmo, que sabe olhar para várias coisas ao mesmo tempo.

Aproveite seu dia para você, espero de coração que receba carinho de vários lados, da sua mãe, tia, avó, prima, sogra e filhos… Se arrume para o almoço em família, e seja elogiada nesta grande festa! O dia das mães é também um dia para todas as mulheres que já tiveram uma mãe maravilhosa, e conhecem a beleza do maior amor do mundo!

Feliz dia das mães!!!

Beijos e até logo,

Luiza

PS: Te amo mãe, esse texto é para você!

Não! Hábito ainda pode provocar irritações ou infecções na pele do bebê.

É só o bebê nascer com a orelha um pouco mais saltada para fora que, logo na maternidade, aparece algum parente aconselhando a colar as orelhinhas do recém-nascido com esparadrapo, na tentativa de “corrigir” a “orelha de abano”, como é popularmente chamada. Muitos pais, preocupados com a questão estética e até com possível bullying na infância, acabam recorrendo ao método, mas isso não é recomendado.

Usar esparadrapo reduz orelha de abano?

Segundo os especialistas, fazer isso não só é ineficiente para corrigir o “problema”, como ainda pode ser prejudicial à pele do recém-nascido. Em alguns casos, principalmente quando a orelha fica colada por muito tempo, pode haver irritação e até inflamação.

Por ser uma área próxima ao couro cabeludo, o esparadrapo ainda pode puxar os fios de cabelo, causando mais incômodo e dor à criança.

Qual a solução mais indicada?

Os médicos dizem que moldes de silicone estão entre os métodos mais eficientes para corrigir a “orelha de abano”. O procedimento, que deve ser feito sob supervisão e aconselhamento médico, no entanto, tende a ser mais eficaz quando a abertura ou deformidade é leve a moderada. Quando a abertura é grande (geralmente, acima de meio centímetro), só a cirurgia plástica resolverá a questão mesmo.

Um estudo publicado no periódico científico Plastic and Reconstructive Surgery, realizado com 488 crianças, mostrou que 90% dos casos tiveram melhora com o uso do molde. O tratamento demora de quatro a seis semanas e apresenta melhor resultado se feito em bebês com menos de 21 dias de vida –isso porque até os primeiros 45 dias a criança ainda está sob efeitos dos hormônios maternos, o que altera a maleabilidade da pele, deixando-a mais suscetível a mudanças.

Vale ressaltar que o procedimento não é barato e poucas pessoas ainda têm acesso a ele no Brasil.

E tem alguma opção mais acessível?

Alguns cirurgiões usam uma espécie de sonda que passa por fora da orelha e é colada com adesivo médico específico para não causar irritações. Mais uma vez, o método deve ser feito sob orientação médica e demonstrado aos pais como deve ser realizado em casa. Nunca faça por conta.

As faixas elásticas funcionam?

No primeiro mês de vida, o uso de faixas na cabeça apresenta resultado apenas quando a deformidade é suave, normalmente em casos de uma dobra formada por causa da posição em que o bebê estava no útero. No entanto, saiba que, assim como o uso de esparadrapo, o item não corrigirá a “orelha de abano”.

Se ainda assim optar pela faixa, é de extrema importância usá-la apenas quando bebê estiver sob os cuidados de alguém. Na hora de dormir, retire o acessório, para evitar risco de sufocamento, já que pode acontecer de a faixa se deslocar da cabeça e tampar as narinas da criança.

A partir de que idade a criança pode operar?

Os médicos consultados afirmam que a criança só deve ser operada acima dos seis anos, quando já tem a possibilidade de fazer uma intervenção cirúrgica sem correr o risco de a orelha mudar de tamanho. A plástica, no entanto, deve apenas ser feita se esse for um desejo do jovem, porque muitas vezes ele lida bem com a questão e não deseja passar pela otoplastia, como é chamada a cirurgia que corrige a “orelha de abano”.

Fontes: Dov Charles Goldenberg, cirurgião plástico especializado em cirurgia reconstrutiva e pediátrica do Hospital Israelita Albert Einstein (SP); Mariane Franco, presidente do Departamento de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e Mônica Carceles, pediatra neonatologista e coordenadora do berçário da Pro Matre Paulista (SP).

O Dr. Dov Goldenberg é editor da Revista Brasileira de Cirurgia Plástica (RBCP)

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Fico muito feliz em falar para vocês sobre os avanços na medicina para tratamento íntimo feminino.

O empoderamento feminino fez com que pudéssemos nos olhar um pouco mais e nos conhecermos mais.

A cirurgia para correção do aumento, hipertrofia, dos pequenos lábios já é muito antiga mas pouco divulgada.

É uma cirurgia simples mas deve ser feita em hospitais sob anestesia local com sedação e alta no mesmo dia para casa.

Importante lembrá-las que serão em torno de trinta dias sem relações sexuais para uma boa cicatrização!

Existem muitos outros tratamentos para região íntima como laser e peeling etc!

Vamos falar mais sobre isso em outros posts !

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Minha sogra está com quase noventa anos e mesmo com todas as limitações decorrentes de tão avançada idade nas vezes em que vai para a rua ela não atravessa a porta da sala sem antes passar o seu batonzinho.

Os humanos, sobretudo as mulheres, preocupam-se com a aparência desde os primórdios da civilização.

Na antiguidade as mulheres tinham o hábito de realçar a boca utilizando os recursos possíveis a seu tempo. Foram minérios pulverizados nos lábios na Mesopotâmia, pigmentos extraídos de algas no Egito antigo e inúmeros outros recursos naturais seguiram sendo utilizados até que o primeiro batom comercial começasse a circular em 1884 e que chegássemos ao formato de hoje que não para de se modernizar.

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Seja para realçar a beleza, melhorar a aparência, camuflar determinadas imperfeições ou destacar-se dentre os demais, os cosméticos e a perfumaria têm papel relevante no que diz respeito à elevação da autoestima.

Um estudo científico realizado por uma empresa nacional do mercado de beleza em conjunto com um instituto francês revela que o uso do cosmético pode contribuir diretamente para melhorar o humor, ampliar a sensação de paz, reduzir o nível de estresse e trazer tranquilidade e relaxamento.

Talvez isso possa explicar o porquê de nos momentos de crise o consumidor deixe de gastar com roupas, carros, eletrodomésticos e artigos de luxo, mas não abra mão de produtos de beleza.

Tal comportamento é conhecido no mundo dos negócios como “efeito batom”.

“Ninguém quer aparentar que está vivendo uma crise. Os cuidados com a aparência ajudam na preservação de uma imagem social positiva o que também tem um peso importante no ambiente de trabalho”, diz João Carlos Basílio, presidente da Associação Brasileira de Indústria de Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos.

Por sua vez, uma pesquisa coordenada pela antropóloga e doutora em Psicologia Sarah Hill, da Texas Christian University, divulgou que em tempos de crise as mulheres investem em batons, perfumes e outros produtos que realcem seus dotes naturais por quererem se tornar mais sedutores e assim conquistar companheiros em boa situação econômica.

Enquanto a ciência e os órgãos de pesquisa seguem tentando desvendar o mistério, eu, sem pretensão alguma, a não ser minha curiosidade feminina aguçada, indaguei à minha sogra o motivo de ela não deixar de colocar o batom antes de sair.

A resposta? Ora, queridos leitores, ela pode ser idosa, mas nem por isso deixou de ser mulher e, portanto, não perdeu a vaidade. Quer se olhar no espelho e se sentir mais bonita e de quebra, receber alguns elogios.

Está certíssima, por sinal!

Téia Camargo